03 de Junho de 2022 às 23:06
ALICE ROCCIA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

CONTOS DO NOEL
"NOEL SÓ PARA BAIXINHAS - PARTE 2: A DEVORADORA"


Parte 1

HO HO HO

Chego ao bar mais democrático da Álvaro Alvim e lá estavam alguns confrades num animado papo. Após beijar e abraçar todos os presentes (pois aprendi que é "obrigação" de quem chega, ser cordial e respeitoso com quem já estava), seguimos a prosa, rindo e bebendo. O tempo vai passando, eu de olho no relógio, chega minha hora e me retiro.

Já próximo do seu local e faltando míseros minutos, confirmo se posso subir, recebo o OK e partiu. Toco a campainha e ela abre a porta, lindíssima e exuberante como sempre. Nos beijamos e seguimos aos procedimentos de sempre (vulgo, banho). Na volta, fomos batendo um papo, chegando mais perto, nos acariciando, bocas bem próxi.... juntas, enroscadas, se sugando, mordiscando uma à outra.

E com esse beijo incandescente a chama do tesão percorria meu corpo como uma labareda ao passo que o vulcão Alice entrava em erupção. Notaram a diferença, né?
Fiquei pouco tempo saboreando seus seios e fui quase que obrigado a descer até sua buceta. "É isso que você quer então, né?". Ela não precisou responder, era uma pergunta retórica. Ajeito suas pernas do jeito que ela gosta e faço um oral caprichado. Quando aquele sorriso perverso surge, seu corpo se contrai e os gemidos se metamorfoseam em xingamentos, ponto pra mim.

Volto à sua boca e nos beijamos longamente. Em seguida, confiro que o jiu-jitsu da gata tá afiado: tomo uma raspagem e ela já cai montada em mim. Continuamos com beijos e apertões e ela discretamente coloca suas mãos atrás dos meus joelhos e quase que num impulso só, segue até o Pequeno Rudolph e levanta minhas pernas pelas coxas. Só tive tempo de pensar "Eita!"

Normalmente, a visão da Alice nessa hora é algo mágico, principalmente quando seu olhar cruza com o dela, com aqueles olhos quase esbranquiçados de tão claros que são, parcialmente emoldurados pelos seu cabelos negros como a noite. Já tinha provado seu oral antes, mas não com a intensidade que demonstrou dessa vez. Pelo conjunto da obra, já seria digno de nota tudo que ela fez, mas só por ter conseguido uma garganta profunda com Rudolph, o Pequeno, merecia uma medalha.

Como ela fez diferente dessa vez, me vi no direito de seguir o ritmo, mas sem mexer em time que está ganhando: pedi um 69 e ela veio na posição norte-sul (será que é por isso que chamam de arte suave?). Abraço sua cintura e redescubro seu sexo, agora por outro ângulo. Ela empina a bunda, facilitando meu acesso e novamente me delicio entre suas pernas. Alice alterna oral, punheta e gemidos. Aumenta a velocidade. E ficamos assim, num desespero mútuo de prazer, até ela rebolar discretamente e me xingar. Quase ao mesmo tempo em que jorro um gozo intenso.

Ambos satisfeitos, ainda ficamos deitados, papeando e rindo até a fatídica hora do BBB: Banho, Beijos e Bora (pra rua).
O destino? Ah, vocês sabem ...




Parte 3