AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

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Macunaíma
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Macunaíma »

Fala, cambada.
Estou conhecendo este tópico hoje e, se tiver tempo, ainda contarei várias histórias boas. A primeira aconteceu em Salvador-BA, há uns 15 anos.
Eu estava na cidade a trabalho por alguns dias e resolvi aproveitar para conhecer uma beldade local. Dei uma olhada em anúncios na internet — era época pré-WhatsApp, pré-GPS e pré-qualquer facilidade — e me chamou atenção uma pretinha muito deliciosa. Liguei, peguei as informações, combinei horário e fui de táxi.
Cheguei atrasado porque o taxista, além de enrolão, não conhecia a rua. Não lembro o nome do bairro, só sei que o lugar era meio esquisito: uma casa em frente a uma praça, nos fundos de um bar. Cheguei no portão, toquei a campainha e parecia que todos os pinguços estavam me observando, sabendo exatamente o que eu estava fazendo ali.
Era noite, o corredor era escuro, clima meio tenso. A menina abriu o portão e mandou eu entrar. Mal vi o rosto dela e fui seguindo até chegarmos a uma varanda bem iluminada.
Quando eu olho direito… PQP. A mulher era uns 20 anos mais velha que as fotos. Olhando pra ela de cima a baixo, já ia abrir a boca pra reclamar quando ela, com aquele sotaque gostoso, solta:
— Meu rei, ela já tá terminando de se arrumar, aguarde só um minutinho.
Ufa.
Pouco depois chega a menina — e aí sim, exatamente como nas fotos. Fomos para o quarto e o atendimento foi tão bom que eu dobrei. Tinha combinado 30 minutos, mas fiquei uma hora.
No final, ficamos conversando e ela me conta que a mulher que me recepcionou era a mãe dela. Fiquei intrigado e comecei a perguntar. Ela explicou que a mãe era veterana no ramo, parou de atender e virou cafetina. Falou da sua irmã mais velha que se endividou, começou a atender também, e depois foi a vez da Bruna, que pagava a faculdade com esse trabalho. Ainda disse que tinha mais gente da família no esquema, inclusive uma prima que aparecia quando precisava de grana.
Meio chocado com a história da “família de GPs”, saio do quarto e vejo que já tinha outro confrade esperando pela Bruna. No corredor, encontro a mãezona, que pergunta se gostei e ainda me oferece um cafezinho. Aceitei. Ficamos conversando ali na varanda sobre o Rio de Janeiro e, não sei como, comecei a olhar a coroa com outros olhos e mandei uma letra.
Ela riu, me elogiou, disse que adora carioca, mas que naquele dia estava com cólicas. Comentou que, se eu quisesse voltar outro dia, poderia rolar.
Saí dali, fui jantar, voltei pro hotel e ainda bati uma pensando na possibilidade de uma suruba com mãe e filha. No dia seguinte tentei contato, mas a mãezona não estava no local. Como era meu último dia na cidade, voltei pro Rio com essa pendência no coração.
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Jhoo_Nuness
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Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por Jhoo_Nuness »

Macunaíma escreveu: 16 Mar 2026, 16:40 Fala, cambada.
Estou conhecendo este tópico hoje e, se tiver tempo, ainda contarei várias histórias boas. A primeira aconteceu em Salvador-BA, há uns 15 anos.
Eu estava na cidade a trabalho por alguns dias e resolvi aproveitar para conhecer uma beldade local. Dei uma olhada em anúncios na internet — era época pré-WhatsApp, pré-GPS e pré-qualquer facilidade — e me chamou atenção uma pretinha muito deliciosa. Liguei, peguei as informações, combinei horário e fui de táxi.
Cheguei atrasado porque o taxista, além de enrolão, não conhecia a rua. Não lembro o nome do bairro, só sei que o lugar era meio esquisito: uma casa em frente a uma praça, nos fundos de um bar. Cheguei no portão, toquei a campainha e parecia que todos os pinguços estavam me observando, sabendo exatamente o que eu estava fazendo ali.
Era noite, o corredor era escuro, clima meio tenso. A menina abriu o portão e mandou eu entrar. Mal vi o rosto dela e fui seguindo até chegarmos a uma varanda bem iluminada.
Quando eu olho direito… PQP. A mulher era uns 20 anos mais velha que as fotos. Olhando pra ela de cima a baixo, já ia abrir a boca pra reclamar quando ela, com aquele sotaque gostoso, solta:
— Meu rei, ela já tá terminando de se arrumar, aguarde só um minutinho.
Ufa.
Pouco depois chega a menina — e aí sim, exatamente como nas fotos. Fomos para o quarto e o atendimento foi tão bom que eu dobrei. Tinha combinado 30 minutos, mas fiquei uma hora.
No final, ficamos conversando e ela me conta que a mulher que me recepcionou era a mãe dela. Fiquei intrigado e comecei a perguntar. Ela explicou que a mãe era veterana no ramo, parou de atender e virou cafetina. Falou da sua irmã mais velha que se endividou, começou a atender também, e depois foi a vez da Bruna, que pagava a faculdade com esse trabalho. Ainda disse que tinha mais gente da família no esquema, inclusive uma prima que aparecia quando precisava de grana.
Meio chocado com a história da “família de GPs”, saio do quarto e vejo que já tinha outro confrade esperando pela Bruna. No corredor, encontro a mãezona, que pergunta se gostei e ainda me oferece um cafezinho. Aceitei. Ficamos conversando ali na varanda sobre o Rio de Janeiro e, não sei como, comecei a olhar a coroa com outros olhos e mandei uma letra.
Ela riu, me elogiou, disse que adora carioca, mas que naquele dia estava com cólicas. Comentou que, se eu quisesse voltar outro dia, poderia rolar.
Saí dali, fui jantar, voltei pro hotel e ainda bati uma pensando na possibilidade de uma suruba com mãe e filha. No dia seguinte tentei contato, mas a mãezona não estava no local. Como era meu último dia na cidade, voltei pro Rio com essa pendência no coração.
Família do job :risada2: :risada2: :risada2: :risada2:
R2D2
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Registrado em: 12 Jul 2026, 13:43

Re: AS HISTÓRIAS MAIS LOUCAS VIVIDAS NA PUTARIA

Mensagem por R2D2 »

Uma GP que trabalhava em um trash no centro do rio disse que tem namorado, ele sabe que ela trabalha lá mas pensa que ela é só faxineira do local. Uma vez eu tava comendo ela, aí outra gp bateu na porta e entrou rapido na cabine, falou que o namorado dela tava lá. Ela botou as roupas, saiu correndo e se escondeu pro namorado não ver ela na cabine com outro cara.
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