Olá à todos.
Esse é um assunto que há muito tempo tentei colocar aqui, mas preferi não.
Devido algumas diferenças de pensamentos e entendimento sobre meu posicionamento.
Quem me conhece, sabe que sou uma defensora da mulher e sou feminista sim, só que de sovaco epilado.
Luto e sempre lutarei pela independência e autonomia da mulher independente do que os outros pensam.
Embora, já tenha ouvido:
-"Como pode você ser feminista estando GP?
É incoerência!....
ou vc se propõe a se submeter ao homem por dinheiro?
Não te entendo. " e por aí vai...
Bom, se for falar de prostituição, qualquer um se prostitui, homens e mulheres de bem que propõe preservar os bons costumes blá-blá-blá....
uma vez que troca seus serviços e força de trabalho por dinheiro. ... pulemos essa parte.
Bora!!!!!
Que bom abri um tópico que de fato, importa e muito para nós, mulheres.
Agradeço ao Brand por abrir esse tópicos.
Obs.: para resguardar minha privacidade e integridade, ocultarei nome da autora.
Segue uma reflexão e um dossie feito por mim, algum tempo atrás como contribuição e um convite à reflexão para ambos os gêneros.
Nós, mulheres, obtivemos alguns avanços, porém com muita luta e sangue. E com certeza, precisamos avançar.
Vivemos, infelizmente, em uma sociedade patriarcal, onde a organização social sistematiza em benefício do homem em detrimento da mulher.
na sociedade coloca a mulher na posição de frágil, objeto, estereotipadas.
A religião tem grande participação na disseminação do machismo ou mesmo na reprodução da imagem da mulher e como ela deve se comportar na sociedade.
Cito o caso da modelo Mariana Ferrer, estuprada, e assediada em sua audiência por juiz e autoridades.
https://www.redebrasilatual.com.br/cida ... ana-ferre/
O Vídeo “Não tira o batom vermelho” - O vídeo denúncia relacionamentos abusivos e como acontece a violência contra a mulher e os relacionamentos abusivos.
Segue um dossiê que fiz poucos anos atrás:
- Levantamento bibliográfico sobre a Violência contra a Mulher -
O texto “Preconceito e Discriminação: As bases da violência contra a mulher” de Sergio Gomes da Silva (2010) traz a discussão do preconceito contra a mulher numa perspectiva histórica, argumentando que esta violência faz parte da história da humanidade. Desde a sociedade dos gregos antigos até recentemente a mulher era considerada inferior aos homens, e o lugar dado a ela é sempre aquele de menor destaque. O movimento feminista acarretou propostas concretas com grande impacto na sociedade, buscando mudanças do lugar da mulher, na luta por igualdade política e econômica, e trouxe principalmente uma concepção reflexiva. O direito ao voto e a educação são exemplos de conquistas das mulheres.
A mulher por ser considerada inferior sofre diversas formas de opressão, e esta segundo Silva (2010) não é um problema apenas do Brasil, mas de quase todas as culturas e sociedades do mundo. Esta violência não se trata somente de física ou psicológica, trata-se de violência que as mulheres sofrem diariamente, no linguajar diário, nos estereótipos dados a ela. Segundo o grupo, a violência física é mais “fácil” de se encontrar e detectar, de lutar contra, no entanto, a violência velada é mais complexa.
Silva (2010) trata o preconceito contra a mulher como um tipo de exclusão social, este que está imbricado com outras questões sociais, como o sexo/gênero, raça/etnia e classe social, pois “esses eixos fundamentam e constituem a base de toda organização social onde se dão as práticas de dominação, discriminação e preconceito, sendo a violência uma consequência direta da imbricação entre elas” (SILVA, 2010, p.565). Ou seja, a mulher negra e pobre está no lugar de menor visibilidade na sociedade, enquanto o homem branco rico está no posto de maior destaque.
Dados estatísticos segundo Silva é o que move os governantes a agirem através de políticas públicas. Um dos exemplos mais impactantes explicitados no texto foi “em 2004, para cada 5 mulheres, uma já sofreu algum tipo de violência sexual, sendo que a violência familiar aparece entre mulheres dos 15 aos 45 anos de idade” (Gomes, Minayo e Silva, apud com.2005). Sinaliza ainda que estes dados não podem passar despercebidos, é preciso nos engajarmos na luta dos Direitos Humanos, nos comprometermos com uma educação que seja de fato transformadora, tendo consciência que esta não é uma luta fácil, mas é um trabalho possível.
O texto “Roda de conversa entre mulheres: denúncias sobre a Lei Maria da Penha e descrença na justiça” de Márcia Santana Tavares (2015) também faz um apanhado histórico, tratando do processo de institucionalização da luta contra a violência à mulher até a aprovação da Lei Maria da Penha. No entanto, o artigo aponta lacunas na referida lei nº 11.340/06, a partir de depoimentos de onze mulheres que sofreram violência doméstica e familiar.
A contextualização histórica parte do ano de 1975, onde o debate sobre a temática da violência contra a mulher se intensifica com a inauguração da “Década da Mulher”. Foram criados nesta década o Conselho Estadual da Condição Feminina, o Conselho Nacional de Direitos da Mulher e a primeira Delegacia da Mulher, destinados à busca de ações para melhorias das condições de vida da mulher incluindo a repressão de violência contra a mesma.
Na década seguinte o Brasil participou e foi signatário de diversas conferências que entre outros assuntos também se dedicou ao tema de erradicação da violência contra mulher. Em 1995 foi sancionada a lei nº 9.099/95, com o intuito de agilizar o acesso à justiça, permitiu que os Juizados Especiais Cíveis e Criminais tratassem, como crime de menor potencial, denúncias feitas nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher. No entanto, essa lei acarretou um retrocesso para as mulheres, pois as penas aplicadas aos homens se detinham apenas ao pagamento de cestas básicas e os mesmos permaneciam como réus primários. Além disso, era recomendada a reconciliação entre os casais, desconsiderando a criminalidade da ação violenta e o caráter cíclico da mesma.
Após a percepção de ineficácia da lei nº 9.099/95, formou-se uma comissão interministerial, integrada pelo governo e por feministas de ONGs. Juntos elaboraram a minuta da Lei nº 11.340, a Lei de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, aprovada em 2006, mais conhecida como a Lei Maria da Penha. Esta Lei trouxe avanços significativos no que diz respeito ao enfrentamento da violência contra mulher, como por exemplo, a criminalização a violência contra a mulher, à criação de medidas protetoras à mulher vítima de violência e a classificação de modalidades de violência contra mulher sendo estas: física, psicológica, sexual, patrimonial e assédio moral. O Governo Federal criou diversas políticas públicas para assegurar a implementação da Lei Maria da Penha, incluindo o monitoramento da mesma, o que deu origem ao Observe, uma instância autônoma criada para monitorar a implementação e a aplicação da lei referida.
Em 2012 o Observe desenvolveu várias atividades para o monitoramento da lei, sendo uma delas a Roda de Conversa, em Salvador, a qual a autora do artigo citado, Márcia Santana Tavares, participou empiricamente. A Roda de Conversa foi elabora para compor um dossiê para CPMI da Violência, tendo como participantes onze mulheres em situação de violência doméstica e familiar que são atendidas pelos serviços de atendimento à mulher. O método da Roda de Conversa tem como uma de suas estratégias deixar as mulheres a vontade, a ponto de se sentirem confortáveis e relatarem suas experiências como vítimas de violência, expondo desde os seus sentimentos ao longo da trajetória sofrida, na busca por ajuda, até a denúncia de seus agressores.
Segundo Tavares (2015), o resgate desses fatos através da memória era carregado de muitos sentimentos e angústias. Seus depoimentos revelam que elas eram atendidas por profissionais despreparados que não as acolhiam e não às escutavam com a devida seriedade e atenção. Em muitos casos as juízas que lhes atendiam, ressaltaram, em suas audiências, os papéis de desigualdade do homem e da mulher na sociedade, com o intuito de promover a reconciliação do casal, expressando inferiorização à vítima e insatisfação sobre a necessidade de ter de conduzir tal situação em um tribunal.
As mulheres também relataram que a quantidade de DEAMs (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher) e funcionários destes serviços não dava conta de atender com qualidade a todas as mulheres vítimas de violência. Detectava ainda mais dificuldade em relação ao andamento dos processos, como perda e extravio dos mesmos, demora em agendamentos de audiência, dificuldade na concessão de medida protetiva e muitos outros problemas.
A insatisfação dessas mulheres em relação à ineficiência desses serviços foi tão intensa que, tomadas pela revolta foram às delegacias exigindo providências, e caso não fossem ouvidas iriam fazer denúncias em ouvidorias sobre o descaso dos serviços ou de determinados juízes e funcionários. Foram surpreendidas com respostas que receberam em forma de ameaças, se fizessem as denúncias seus processos seriam “esquecidos” até que prescrevessem. Outra reclamação recorrente das mulheres foi a falta de entendimento por parte dos profissionais sobre as modalidades de violência, os quais reconhecem apenas a violência física porque desta forma as provas são incontestáveis. Além das reclamações apresentadas, as mulheres ainda citaram as péssimas condições das casas de acolhimento destinadas à medida protetora, se referindo aos mesmos como prisões as quais quem deveriam estar eram seus agressores. Mencionaram também a forma como eram tratadas no IML, sem nenhum acolhimento, expostas a um constrangimento e muitas vezes com insinuações de que se “fazem de vítima” para chamar a atenção.
Após a leitura destes dois artigos chegamos à conclusão que mesmo com avanços e melhorias tragos pelo Movimento Feminista e pela Lei Maria da Penha, as mulheres no geral e principalmente aquelas expostas a situações de violência, ainda se sentem muito desprotegidas e desamparadas. As dimensões econômica, cultural e social ultrapassam a sociedade e de forma mais específica a Lei Maria da Penha, não permitindo que a mesma se realize de forma satisfatória.
A dimensão econômica interfere na forma como a lei é posta em prática abrangendo os fatores que dizem respeito à quantidade reduzida de delegacias e funcionários por conta dos mesmos demandarem muito recurso financeiro e de serem necessários esses mesmos serviços em âmbito nacional o que eleva ainda mais os custos. A dimensão cultural interfere no modo como a violência contra mulher é percebida e reproduzida culturalmente pela sociedade em suas tradições, costumes e na sua identidade cultural. Essa dimensão influencia no descaso ao atendimento dessas mulheres, o que podemos perceber nos depoimentos das mesmas. A dimensão social refere-se à forma como a sociedade se organiza para reivindicar seus direitos e efetivação das leis. Podemos perceber que a quantidade de movimentos sociais ligados à luta contra a violência à mulher vem crescendo, porém parte da população compartilha de um pensamento machista, situando a mulher em um lugar inferior. Acreditamos assim, que o pensamento dos gregos antigos citado por Silva, ainda está muito presente na sociedade atual, podendo ser exemplificado pelos textos jornalísticos composto neste dossiê.
O primeiro texto jornalístico relata o assédio sofrido por uma mulher dentro do coletivo público, na Avenida Paulista, em agosto deste ano. O homem, com mais cinco passagens pela Polícia, ejaculou no corpo da mulher que ficou em estado de choque. As imagens foram gravadas pelo Vereador Caio Miranda Carneiro, que ao registrar o momento, também, denunciou e condenou esse tipo de violência contra a mulher.
A segunda notícia relata as declarações de um professor de Direito, no Centro de Estudos Jurídicos de Juiz de Fora, acerca da violência contra a mulher. No vídeo gravado, ouvem-se afirmações do tipo: “Mulher gosta de apanhar (...), Levar uns murros na boca de vez em quando (...), Mulher gosta de levar porrada, não é verdade?(...)”. O professor, ao conceder entrevista, nega que incitou violência contra a mulher, afirmando que foram brincadeiras assim como as feitas por humoristas, pois o contexto era passar o conteúdo jurídico com descontração, em razão dos concurseiros estarem próximos de realizar um exame. Ainda relata que as pessoas que o conhecem sabem o quanto ele ama e respeita sua mulher e suas filhas.
A ideia de incluir nesse levantamento essas duas notícias foi relatar uma violência sofrida e palavras que incitam e incentivam a violência contra a mulher. As perguntas que nós fizemos foram: Até quando essa violência vai durar? Até quando a justiça não oferecerá a proteção que a mulher precisa? Até quando ouviremos esse tipo de comentário, intitulado como descontração? Até quando a mulher será tratada como inferior? Até quando será tratada como objeto? Até quando sofrerá essa e tantas outras violências.
Essas notícias só nos mostram que mesmo com os Direitos Humanos, Lei Maria da Penha, Movimentos feministas o contexto de violência contra as mulheres é recorrente, seja dentro de um ônibus, seja dentro de uma sala de aula. Nos mostra também a falta de políticas e medidas públicas que interfiram nessa realidade e promovam uma conscientização. Como é possível um professor de Direito fazer esse tipo de brincadeira? O que se entende por brincadeira? Violência é, de fato, uma realidade que se pode brincar? Onde as mulheres estão seguras? Onde podem se sentir seguras?
A violência contra a mulher não é uma falácia, é real, é escancarada e deve ser sim tema/assunto de congressos, reuniões que discutam sobre isso e ajam para evitar males que podem tornar-se irreversíveis. Acreditamos que a arte pode ser uma válvula de escape para uma mudança de pensamento. No entanto, vale ressaltar que esta também pode ser uma maneira de opressão velada, que em muitos casos passam despercebidos, por isso devemos estar atentos.
O primeiro texto literário foi à música “Maria da Vila Matilde”, cantada por Elza Soares - a qual sofreu muitos preconceitos na dimensão artística e social, que afetou seus direitos de mulher negra, mãe e cantora - cuja também sofreu violência doméstica, narra o dilema de Maria, uma mulher que foi vítima de violência doméstica de seu marido. A letra específica à ação da mulher agredida, a qual se indigna com a agressão do companheiro e o ameaça se ele retornar a agredi-la. Diz que vai ligar para o 180 - Central de Atendimento à Mulher - e denunciá-lo.
A música, muito bem representada por Elza Soares, discursa uma ação empoderada da mulher diante das agressões domésticas, de não deixar passar e alongar o destrato e agressões feitas pelo companheiro agressor. Importante ressaltar o nome Maria representado no título da música, pois é um nome forte de grande representatividade, como Maria da Penha.
Uma parte da música diz:
E quando tua mãe ligar
Eu capricho no esculacho
Digo que é mimado
Que é cheio de dengo
Mal acostumado
Tem nada no quengo
Deita, vira e dorme rapidinho
Você vai se arrepender de levantar a mão pra mim.
Nota-se a cultura do homem machista, mimado e privilegiado na sociedade patriarcal, o qual recebe uma educação, no âmbito privado e público, etnocentrista, ou seja, exclui os outros grupos - nesse contexto, as mulheres - e tornam-se a maioria privilegiada que tem domínio dos direitos (direitos abusivos) a fim de desrespeitar a minoria que busca, a partir de movimentos sociais, reconhecimento dos problemas específicos dos grupos submissos a opugnação e hostilidade que os atingem por conta de características e representações vistas como inferiores pela maioria.
Esta análise sobre o etnocentrismo está atrelada à poesia “À musa estuprada”, de Dora Incontri, o segundo texto literário composto neste levantamento. Porquanto a autora, de maneira poética e direta, também como a letra da música cantada por Elza Soares, trás a indignação diante da sociedade opressora ao gênero feminino, julgado e culpabilizado à frente do convívio educacional em Direitos Humanos. Vemos nos conteúdos literários a representatividade da mulher, mais forte, mais segura no argumento em defesa (mais que justa) de seus direitos como ser humano, ressaltando as discriminações negativas circenses da sociedade machista etnocêntrica.
Por fim, selecionamos dois vídeos, no qual o primeiro mostra a reação das pessoas mediante a escuta de ligações para o Disque Denúncia, feitas por mulheres e outros membros da família, em situação de agressão física. Foram selecionadas mulheres de variadas idades, homens e uma trans. A ideia com essa ação foi que as pessoas selecionadas expressassem suas opiniões e reações sobre o que estavam ouvindo, presenciando através de relatos reais. O segundo vídeo selecionado trata-se de uma crítica à cantiga de roda “O cravo e a rosa”, relacionando-a de forma clara e objetiva às agressões sofridas pela mulher, onde o cravo representa o homem e a rosa a mulher. Nesse vídeo, a cantiga foi utilizada como forma de conscientização acerca do conteúdo nos versos da mesma, em que há agressão contra a mulher, a qual deve denunciar. A ideia aqui é mostrar como versos de uma canção mascaram de forma natural esse tipo de violência, e a naturalização é propagada através do canto feito por crianças, jovens e até mesmo adultos.
Acreditamos que é de extrema importância a mulher ter a seu dispor órgãos competentes e eficazes que realizem um serviço de proteção, que de fato, as protejam e possam resolver a situação antes que aconteça algo que não possa ser solucionado, como sucessivas agressões que possam levar à morte. No entanto, como cita Tavares, ainda há muitas lacunas por parte desses serviços.
Um fator bastante pontuado no primeiro vídeo com o qual concordamos é à relevância da educação na formação do ser humano, como prevenção à violência. Enxergamos no segundo vídeo uma possibilidade de problematização a essa situação no cotidiano escolar, e até mesmo fora dele. Já que essa e tantas outras cantigas estão enraizadas em nossa cultura e fatores como esses passam despercebidos por nós, como mencionado antes, a naturalização dos “papéis” determinantes de homens e mulheres - referindo-se ao Cravo e a Rosa - que formula um romantismo da briga. Por isso, como mencionado anteriormente, a arte da mesma forma que pode ser um escape pode também ser um mecanismo de reprodução de uma sociedade machista.
Concluindo é bem sabido que a violência contra a mulher não passa apenas pelo âmbito físico, pois a mulher que chega a este nível já passou por diversas violências, como a psicológica, a moral, ou patrimonial entre outras que acontecem no cotidiano da forma mais velada e sutil. A questão da violência contra mulher é histórica, como bem tratada por Silva (2010) e Tavares (2015), a proposta é desconstruir tudo o que foi dito e feito que promoveu opressão e exclusão da mulher. Vivemos numa sociedade patriarcal, na qual o poder de mando sempre foi do homem. No entanto, nos últimos anos, a mulher vem –com passos curtos -- cada vez ocupando mais espaços e fazendo valer o que está na Declaração Universal dos Direitos Humanos, a promoção da igualdade entre homem e mulher.
Textos teóricos:
SILVA, Sergio Gomes. Preconceito e Discriminação: As bases da violência contra a mulher. In, Psicologia ciência e profissão. Rio de Janeiro, 2010, p.556-571.
TAVARES, Márcia Santana. Roda de Conversa entre mulheres: Denúncias sobre a Lei Maria da Penha e descrença na justiça. Estudos Feministas. Florianópolis, 23(2): 547-559, maio-agosto/2015.
Textos Jornalísticos:
Mulher sofre assédio sexual dentro de ônibus na Avenida Paulista:
https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/ ... ista.ghtml
Professor de Direito diz em sala de aula que ‘mulher gosta de apanhar’:
https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/ ... nhar.ghtml
Textos Literários:
A musa estuprada – Versos Sáficos
https://doraincontri.com/2016/05/27/a-m ... /#comments
Maria da Vila Matilde – Elza Soares
https://www.letras.mus.br/elza-soares/m ... a-matilde/
Vídeos:
Como você reage à violência contra a mulher?
https://www.youtube.com/watch?v=aRgjLynG9jo
Paródia do “Cravo e a Rosa” que trata da violência contra a mulher:
https://www.youtube.com/watch?v=ZDDjsw7nhXk
Fica a minha humilde contribuição para quem sabe, uma reflexão.