CONTOS DO DAN_RJ
Enviado: 14 Out 2025, 14:30
Anos atrás, no meio do trabalho, eu me encontrava muito a fim de fuder. Como não tinha ninguém em mente e foi tudo em cima da hora, fui para um privê pequeno no Centro, que nem existe mais. Me colocaram em um quarto e as meninas iam entrando e se apresentando. Uma ou outra me chamou um pouco a atenção, mas quem tinha realmente me interessado foi justamente a recepcionista, uma loira voluptuosa, com uns peitões de respeito. Voltei para a recepção, pronto para ir embora.
– E aí? Escolheu alguma menina?
– Não, nenhuma me interessou... Só você.
– O que é isso, senhor!!
– Eu não tenho culpa disso, de você ser linda e gostosa. Ah... Vamos?
– Não, senhor! Eu não faço mais isso...
– Ah!! Então já fez antes?
– Já, mas tem muito tempo...
– Vamos lá, tá vazio hoje, outra menina pode ficar no seu lugar...
– Eu trabalho aqui há anos na recepção e nunca fiz isso aqui!
– Sempre tem uma primeira vez.
Não precisei insistir muito mais, pois era visível em seu olhar o desejo e o tesão aumentando, por conta da possibilidade daquela aventura proibida. Ela me levou novamente para um dos quartos. “Aqui a toalha, se arruma que eu já volto.” Tomei meu banho e a esperei, que logo chegou, com uma lingerie branca emprestada de outra garota.
Agarrei a menina e a beijei loucamente. Meu pau pulsava, ansioso por possuí-la. Ajoelhado, ofereci minha pica para a boca gulosa daquela putinha, que, obediente, ficou de quatro sobre a cama e a abocanhou inteira. Segurei seu cabelo e eu mesmo imprimi o ritmo que eu queria. Ela chupou tão bem que eu resolvi que ela também merecia ser chupada. Enfiei minha cara entre suas pernas, me deleitei em sua buceta, encontrei seu grelinho escondido, não parei até lhe arrancar um gozo, entre sussurros de “safado”.
Camisinha colocada, enfiei tudo naquela ppk encharcada. Eu era uma fera ansiando por ser saciada e ela também. Eu metia com força, mordia seu pescoço, apertava seus seios, mordia-os, a chamava de putinha safada. A menina me agarrava, apertava meu corpo junto ao seu, gemia mais e mais. “Me come, seu safado! Tá gostando de me fuder?” Coloquei-a de quatro e meti ainda mais em sua bucetinha. Dava tapas naquele bundão, segurava-a pela cintura e enfiava com ainda mais força. Puxava seus cabelos, domando aquela gostosa.
Coloquei a menina deitada de costas na cama, com sua cabeça para fora do colchão. Em pé do lado de fora, enfiei minha pica em sua goela, ao mesmo tempo em que a siriricava. O ambiente era de putaria até o teto. Acabei gozando em seus seios.
Fim da sessão de sexo, ficamos deitados abraçadinhos, nos beijando muito. “Espera aí que eu vou ver se a Fulana está desocupada, para ela vir brincar conosco!” Olhou no celular. “Ah, não está! Que pena...” Doida! Tempo acabando, eu a jogo deitada sobre a cama e me ajoelho no chão. “Agora você vai gozar de novo na minha boca!” Arreganho as suas pernas e a chupo com voracidade. Minha língua trabalha incessantemente, a toda velocidade. Bingo! O seu orgasmo chega, seu corpo tremendo, suas mãos segurando as minhas.
Acho que esse orgasmo foi tão intenso que, do nada, ela se virou para mim: “Eu agora tenho que voltar para a recepção, mas vou te chamar a Fulana!” E ela chamou mesmo a Fulana, outra menina do privê, e nos apresentou. “Agora você pode ficar com ela, depois ela me conta como foi.”
A doidinha me beijou e foi embora, me deixando com a outra garota em um outro quarto. E aí começou a segunda parte dessa aventura louca e inesperada.
– E aí? Escolheu alguma menina?
– Não, nenhuma me interessou... Só você.
– O que é isso, senhor!!
– Eu não tenho culpa disso, de você ser linda e gostosa. Ah... Vamos?
– Não, senhor! Eu não faço mais isso...
– Ah!! Então já fez antes?
– Já, mas tem muito tempo...
– Vamos lá, tá vazio hoje, outra menina pode ficar no seu lugar...
– Eu trabalho aqui há anos na recepção e nunca fiz isso aqui!
– Sempre tem uma primeira vez.
Não precisei insistir muito mais, pois era visível em seu olhar o desejo e o tesão aumentando, por conta da possibilidade daquela aventura proibida. Ela me levou novamente para um dos quartos. “Aqui a toalha, se arruma que eu já volto.” Tomei meu banho e a esperei, que logo chegou, com uma lingerie branca emprestada de outra garota.
Agarrei a menina e a beijei loucamente. Meu pau pulsava, ansioso por possuí-la. Ajoelhado, ofereci minha pica para a boca gulosa daquela putinha, que, obediente, ficou de quatro sobre a cama e a abocanhou inteira. Segurei seu cabelo e eu mesmo imprimi o ritmo que eu queria. Ela chupou tão bem que eu resolvi que ela também merecia ser chupada. Enfiei minha cara entre suas pernas, me deleitei em sua buceta, encontrei seu grelinho escondido, não parei até lhe arrancar um gozo, entre sussurros de “safado”.
Camisinha colocada, enfiei tudo naquela ppk encharcada. Eu era uma fera ansiando por ser saciada e ela também. Eu metia com força, mordia seu pescoço, apertava seus seios, mordia-os, a chamava de putinha safada. A menina me agarrava, apertava meu corpo junto ao seu, gemia mais e mais. “Me come, seu safado! Tá gostando de me fuder?” Coloquei-a de quatro e meti ainda mais em sua bucetinha. Dava tapas naquele bundão, segurava-a pela cintura e enfiava com ainda mais força. Puxava seus cabelos, domando aquela gostosa.
Coloquei a menina deitada de costas na cama, com sua cabeça para fora do colchão. Em pé do lado de fora, enfiei minha pica em sua goela, ao mesmo tempo em que a siriricava. O ambiente era de putaria até o teto. Acabei gozando em seus seios.
Fim da sessão de sexo, ficamos deitados abraçadinhos, nos beijando muito. “Espera aí que eu vou ver se a Fulana está desocupada, para ela vir brincar conosco!” Olhou no celular. “Ah, não está! Que pena...” Doida! Tempo acabando, eu a jogo deitada sobre a cama e me ajoelho no chão. “Agora você vai gozar de novo na minha boca!” Arreganho as suas pernas e a chupo com voracidade. Minha língua trabalha incessantemente, a toda velocidade. Bingo! O seu orgasmo chega, seu corpo tremendo, suas mãos segurando as minhas.
Acho que esse orgasmo foi tão intenso que, do nada, ela se virou para mim: “Eu agora tenho que voltar para a recepção, mas vou te chamar a Fulana!” E ela chamou mesmo a Fulana, outra menina do privê, e nos apresentou. “Agora você pode ficar com ela, depois ela me conta como foi.”
A doidinha me beijou e foi embora, me deixando com a outra garota em um outro quarto. E aí começou a segunda parte dessa aventura louca e inesperada.