20 de Janeiro de 2026 às 14:21
Ana é o nome dela. Mas podia ser ratazana. Cobra 80 lulas pela metelança, mas quer ficar com 100. E não cumpre o que promete.
Tem dia que é noite...
Consegui um intervalo do trabalho e um alvará, então tentei a sorte na Quinta da Boa Vista. Estava até com mais tempo do que o normal, o que até foi conveniente, porque não encontrei nenhuma perva que me agradace no início. Antes tivesse sido assim até o final.
Fiquei dando voltas entre a Quinta e a praça Waldemar Costa Silva. Nada de interessante, mas como estava com tempo resolvi continuar tentando a sorte.
Vi uma perva que me agradou. Ana é o nome dela. Trata-se de uma mulatinha de cabelos alisados, magrinha. Estava usando um top vermelho que realçava seus peitos, bem bonitos, daqueles que parecem uma gota. E o mamilo ainda estava saliente, despontando no top. Dava pra ver uma tatuagem fina entre os seios, o que até gosto.
Entrevista: chupa no pelo: sim. Leva leitada na boca: sim. Engole: sim, mas tem de pagar um galo a mais. Só o boquete tava 50, a metelança ficava 80. Pensei, foda-se, vou dar leite do pau para essa perva. Entra aí.
Ela estava na rua em frente ao antigo posto de gasolina (aliás, estou preocupado de como vai ficar a putaria ali quando o prédio residencial que está subindo ali ficar pronto, provavelmente haverá um movimento contra o baixo meritrício, uma pena) e fomos para o estacionamento. Aí começou as ratazanices.
Primeiro pediu o quarto de 30, pelo menos o de 25. Por mim, ok, mas já acendeu um sinal de alerta.
Aí pediu o dinheiro adiantado. Tudo bem, também, mas segundo sinal de alerta. Mas ela pediu logo os 50 a mais para engolir a leitada. Terceiro! Eu só tinha notas de 50, dei 150 pra ela e falei para pegarmos o troco depois, com o pessoal do estacionamento. Ela disse "não, 150 é a mesma coisa de 130". PQMP.
A perva tirou a roupa e era bem gostosinha, toda durinha, como eu gosto. Botei pra mamar e em menos de 30 segundos já pegou a camisinha. Reclamei, mas deixei. E aproveitei para confirmar se ela ia beber. Já estava putaço e se ela viesse de migué na hora de engolir eu disse que pegaria o galo de volta. Aí ela disse que ia engolir só um pouco, que não ia engolir, pra eu esperar. Impressionante que eu ainda consegui meter, porque já tinha dito para terminar o programa ali mas ela falou pra meter. Então meti na força do ódio, ela de frango assado, de pé em frente ao espelho e cavalgando. Mas ficou em cada posição uns dois minutos, três no máximo. Quando veio cavalgar olhou pro peito e falou que o piercing dela caiu e que eu ia ter de pagá-lo. FDP. Fazendo de tudo para se dar bem.
Aí liguei o foda-se, tirei ela de cima de mim, botei no chão, disse para me devolver os 50 pelo que ela não fez (engolir) e partir. Ela devolveu a grana sem problemas, só falando que não precisa daquilo e que ia embora porque já tinha conseguido a diária. Ficou com 100 por um programa de 80 que não valia porra nenhuma.
Porra, tive de ficar discutindo com a perva sobre 50 lulas. Ninguém merece. Tô pouco me fudendo pro dinheiro, o foda é ela achar que ia se dar bem fácil. Não fode. O problema de malandro (malandra, no caso) é achar que só a mãe dele pariu filho esperto, todo o mais é mané.
Se ela fosse profissa, desse atenção para o cliente e falasse a verdade, ia se dar bem, porque é gostosinha pra caralho e até bonita de rosto. Ia fidelizar geral, trabalhar bem, escolher cliente e ganhar uma boa grana.
Agora, agindo como ratazana assim, não tem futuro. Essa foi talvez a pior experiência putanhística que já tive, e olha que estou nisso há mais de 30 anos, quando as pervas ainda anunciavam nos classificados dos jornais.
Espero ter ajudado, para ninguém cair nessa.
Boa foda para todos.