21 de Julho de 2025 às 10:25
BRUNA ZARDINI
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Eu não sou de ficar repetindo relatos, mas como esse foi diferente, praticamente um pernoite, e fora do local da menina, acho interessante falar dessa nova experiência.
Meu primeiro relato aqui foi com ela.
Depois desse, nos encontramos mais uma vez, sem relato, e agora esse, que foi em motel, num período mais longo.
A FESTA DO ARENA
Tudo começa na festa do Arena, na quinta.
Cheguei cedo e meio apreensivo, por não saber se o lugar seria aberto, fechado etc. Afinal, estava eu "na ilegal".
Chego e já sou recebido por alguns confrades que lá estão, juntamente com nosso presidente, o Brand.
Realmente foi muito bacana conhecer toda a galera de perto, bater um papo. Até troquei contato com alguns confrades para um chopp ou ainda, auxílio em álibi se necessário for.
Parabéns pelo evento Brand.
Voltando ao relato, Bruna chega no evento, cabelos soltos, seus lindos olhos, e sorriso fácil. Vem cumprimentando um a um e na minha vez, eu esperando que ela viesse pela esquerda, veio pela direita e por acidente quase que a beijo, o que não seria nenhum problema pra mim rs.
Rimos, me levanto para falar com ela e ficamos conversando, falando do encontro, minha primeira experiência ali etc.
Bruna estava tomando uma caipivodka de morango e me ofereci para pagar uma para ela.
A medida que o resto da galera chega, sento-me novamente, até para que Bruninha pudesse circular, mas logo estamos nos falando novamente.
Infelizmente, meu horário era curto e tive que ir para casa, saindo cedo. Nem despedi dela e chega meu uber, tenho que meter o pé.
No caminho para entrar no carro, quem cruza comigo? Bruna Zardini, linda maravilhosa, me sorri, eu retribuo, mando um beijo, mas confesso que queria ter é puxado ela e dado um beijo naquela boca deliciosa. Vou para casa no sentimento de oportunidade perdida.
NA SOLIDÃO DA JANELA DA SALA, TOMANDO UMA CERVEJA E FUMANDO UM CHARUTO
Saí do encontro, onde estava bebendo, passei no Brewteco, comprei umas Dubbel, tomei um Negroni lá antes e parti para casa, fumar meu charuto e terminar a noite.
Não me seguro e vou ver os histories dela, e mando uma mensagem confessando que queria ter a beijado mas não o fiz. Ela responde na sexta de manhã, porque eu disse que não seria seguro ficarmos trocando mensagens naquela noite.
Sexta de manhã ela diz que está livre, e lá vou eu, organizar as coisas, arrumar um pretexto para ir ver a Bruna, e JOGAR PARA O ALTO O EXPEDIENTE DA SEXTA QUE SERIA UM HOME OFFICE TRANQUILO.
O ENCONTRO
Peço para ela me buscar num local de uber, e vamos para um barzinho almoçar. Ficamos lá de papo, conversando, rindo, até fofocando algumas coisas da vida pessoal minha e dela. Ela é muito boa de conversa e nem de longe eu a trato como mera acompanhante. A gente realmente fica de papo e um fazendo piada com o outro. (Aliás, acho fundamental esse almoço ou chopp, até um café antes do atendimento).
Após o almoço, vamos para o Condor, pegamos uma suíte com hidro.
Ligamos já a banheira, vamos conversando, pego umas cervejas e vamos bebendo. (Eu gosto pra caralho de beber).
Curto também fumar um charuto mas é difícil porque são poucos os quartos abertos, mas como aquele tinha cinzeiro, Bruninha queria fumar seu cigarro, fumei também.
Normalmente eu sou um cara observador. Mas acreditem: das 14h até às 18h, fiquei com ela e não lembro a roupa que ela estava.
O motivo? Enquanto conversamos no bar eu só focava nos olhos dela. Os olhos dela te aprisionam.
A gente tira a roupa, vê que a banheira tá enchendo, e dentro do quarto, nus, rolam umas carícias leves, mais conversa, escolha de playlist, ela me mostra algumas músicas da sua época mas escolhe boas antigas, rimos mais, e entramos na banheira.
Ficamos lá conversando por cerca de 01 hora, ou 02 ou 03 cervejas, eu fazendo carinho em suas pernas, pés, olhando aqueles seios pequenos e maravilhosos que ela tem, e fumando meu charuto, o qual ela experimentou e gostou. Um Oliva ed. especial 2022. Ficamos ali sem pressa, como dois amigos, curtindo a cia um do outro, sabendo que o sexo seria uma decorrência, mas sem nenhuma pressa de quando seria.
Chegada a hora, trago ela para perto de mim e começamos a nos beijar, eu a toco, beijo seu pescoço, resolvemos ir para a cama.
Já na cama, eu sobre ela, beijando-a inteira, ela elogia o meu perfume, acaricio seus cabelos e corpo. Não demora muito, vou descendo, beijo e estimulo seus seios, beijo sua barriga, umbigo, parte interna das coxas, até que ela se abre pra mim, sabendo bem o que eu ia fazer, e de um jeito que ela costuma curtir.
Fiquei ali bastante tempo: chupei, beijei, estimulei com os dedos, fui mesclando e sentido que ela ia relaxando e evoluindo. Ela estava tão molhada e à vontade, que achei que conseguiria fazer ela gozar ali, enquanto ela dizia o quanto estava gostoso. Exatamente assim fiz.
Depois dela, quem queria gozar era eu, e veio ela retribuir: deitado na cama, vendo ela sobre meu pau, de lado, com aquela bunda maravilhosa, mamando cuidadosamente. Ela chupa muito bem, intercalando cada ação com maestria. Não perdi tempo, pedi que ela me olhasse. Queria olhar aqueles olhos maliciosos de quem sabe bem o que faz, enquanto acabava comigo.
Bruninha também dedicou-se razoável e valioso tempo em um oral perfeito, olhando pra mim.
Nesse meio tempo, intercalava beijando-a. Sobre os beijos, eu não sou o cara mais beijoqueiro, e a Bruna não nega fogo nesse quesito. Eu diria que eu dou beijos mais tímidos. Mas dessa vez, tudo fluiu mais solto que as anteriores, e realmente nos beijamos de uma forma bem mais natural e intensa que as outras vezes, que também foram ótimas.
Já explodindo de tesão digo que quero comê-la, ela se vira levantando, eu escoro suas costas, ela fica de pernas abertas na minha frente, resolvo abraçá-la, morder seu pescoço de leve e tocá-la. Ela começa a ficar toda molhada novamente, como se numa sirica ela pudesse de novo chegar lá. Ficamos ali um tempo, até que boto a camisinha e ela tem a ideia de que eu posso vê-la de quatro no espelho lateral.
Dito e feito: pego ela de quatro, em cima da cama, aquela bunda que é maravilhosamente intimidadora e soco "moderadamente". Apesar da Bruna me parecer curtir um sexo mais selvagem, meus encontros com ela eu sempre fui mais gentil. Não sei se porque ainda não foram suficientes para eu me soltar, ou porque ainda não batemos papo sobre isso.
Sigo socando, pego seu cabelo e puxo, me delicio no espelho vendo a carinha dela, e seus peitinhos já arrepiados, balançando. Ela é muito gostosa.
Dessa vez, quando gozo, gozo muito, lotando a camisinha, e caio sobre ela, um pouco ofegante, abraçando-a. ELA É UMA DELÍCIA.
Serviço feito, fico deitado, ela super relaxada na cama e batemos papo, ali pelados, como se já fossemos amigos de transa tem tempo. Nesse tempo, por algumas vezes fico calado, e elogio o quanto ela é linda.
Uma excepcional tarde com a Bruna.