01 de Junho de 2015 às 18:27
Encontrei um amigo no centro e o destino decidido foi a Cancun. Entramos e sentamos na primeira mesa. Ficamos na whisqueria. Conversamos com algumas meninas sem maior prosseguimento. Até que de longe ele viu uma conhecida que trabalha ali, Tamires o nome dela, segundo ele. Ela veio em nossa direção e se sentou ao meu lado. Enquanto ela cumprimentava meu amigo e se acomodava, eu observava o seu corpo, como um cão faminto de cem anos de rua. Apesar de esperar o vacilo de sua atenção para admirar os traços inebriantes de suas pernas e seios, não desviava o olhar do seu corpo quando era pego em flagrante.
Ela se voltou pra mim, cumprimentou-me com um beijo no rosto e um sorriso agradável. Conversamos por alguns minutos, ela me contou sobre sua vida. Não obstante estar gostando de ouvir, as suas palavras e voz eram como uma música de fundo ou uma língua estrangeira, uma vez que era difícil concentrar os ouvidos no contexto, diante de irrecusável apelo aos olhos. Era páscoa, e a moda da casa era uma fantasia de coelhinha. Seus seios firmes, do tipo que enche a mão, saltavam do sutiã branco e seu rosto de menina cumpria o papel de endoidecer o meu ser. Eu arrumava um jeito, no meio da conversa, de passar as mãos em suas pernas e sentir sua pele arrepiada por causa da baixa temperatura do ar condicionado na mesa do canto.
Decidi levá-la ir para o quarto. Não havia vaga, porém. Ficamos, então, aguardando no sofá. Ela se entregou um pouco mais enquanto esperávamos, e aproveitei para tocar com mais liberdade e descaramento o seu corpo, sem, contudo, deixar de lado as normas da casa. Eu estava sentado e ela quase deitada com a cabeça apoiada nos meus braços. Eu já havia parado de beber, ela, por outro lado, ainda tinha na mão meio copo e os lábios molhados de batom e álcool. Nesse momento, eu a beijei. Foi um beijo doce, tal qual a bebida, que não me recordo o nome.
Avisaram da disponibilidade do quarto. Fomos para o mesmo. Chegando, fui tomar um banho e ela foi se arrumar. O local é bem bonito e me agradou bastante. Ela retornou. Nesse momento, era a única que poderia me esquentar do frio de bater queixo que enfrentara à espera.
Ela tirou a roupa de coelhinha, contra minha vontade, a princípio. Sua rebeldia me presenteou com uma camisola branca detalhada em preto. Acho que ela também se maquiou, passou batom, eu não me lembro. Só posso dizer que a mulher estava arrasadoramente linda. Comecei a beijá-la e não demorei para acariciar os seus seios, despi-los e beijá-los, com toda paixão.
Após os beijos, deitei-a na cama e chupei a sua bucetinha. Ela gemia e se esfregava na minha boca. Em seguida, fomos para um 69 e em outro ato ela cavalgou para me matar de prazer. Para finalizar, peguei a moça de quatro e meti como um louco, olhando o seu rosto e seus seios no espelho. Ela gemia e pedia leite. Gozei e caí desfalecido do lado. Beijei suas costas como o último ato de um homem derrotado.
Deitados na cama, conversamos e esperamos o tempo acabar. Eu ficava olhando para ela e podia passar o resto da vida ali, daquele jeito, esperando o tempo acabar.