27 de Novembro de 2014 às 08:04
Realizado na primeira semana de Agosto de 2014.
Obs: Lamento não ter postado as fotos ilustrativas que usei da Internet. Se os Administradores quiserem posso tentar recuperar as imagens, mas não garanto que conseguirei, pois infelizmente tive perdas consideraveis no meu acervo.
Adentro o local, que estava sujo como da outra vez, porém, havia uma mulher varrendo o chão ali, antes de subir às escadas.
Leitor, meu fiel companheiro de aventuras, não há como descrever a emoção que sinto neste momento, à cada vez que entro num puteiro para encontrar uma meretriz. Sinto um misto de prazer e emoção, como se tivesse tomado uma dose de metanfetamina. É totalmente viciante, a minha adrenalina vai à mil na hora.
Sigo caminhando, logo vejo uma mulher negra, com seios grandes, uma bela bunda, trajada num biquíni. A misteriosa mulher imediatamente vem ao meu encontro, ela me me pergunta o que eu procurava ali. Como estava atônito com à destoante visão daquela mulher, fiquei sem reação por alguns instantes, totalmente fora da órbita terrestre.
Após voltar a si, pergunto pela Duda. E começei um pequeno diálogo com a misteriosa sujeita.
Mulher misteriosa - A Duda está em atendimento. É só com ela ?
D. Luigitovitcz - Digo, sim ! Só com ela.
Mulher misteriosa - Então, espera ela aqui.
D. Luigitovitcz - Então tá, né! Não tem jeito!
Esperei a DUDA que demorou, porém, não sei ao certo quanto tempo tive que aguardar, pois havia ficado tão hipnotizado olhando a misteriosa mulher, que nem notei o passar do tempo.
Após um tempo, a DUDA chega, ela se lembra de minha pessoa e demonstra uma expressão facial de surpresa ao ver este escriba.
Pisquei os olhos, meu amigo confidente e lá estava ela, perguntado quanto tempo ficaria e estende a mão de forma acelerada para resgatar a única coisa que não se pode esquecer quando se vai à esse tipo de recinto, o dinheiro.
Aquelas cédulas de papel são como ingressos pra realizar nossas fantasias, a grana é o passaporte. Acertei o negócio e fomos nos divertir.
Ela me puxa pela mão e me leva para o lugar onde mora a Orgia. Assim que chegamos ao tonel (quarto, cabine, divisória, fica ao critério do leitor) levo um enorme choque de realidade.
Apesar de conhecer o muquifo, não consigo perder à capacidade de me surpreender. Um ambiente devastado, enfeitado com cortinas rasgadas e velhas que devem ser dos tempos que Don Pedro II ainda morava no Brasil. Uma cama esquisita parecia pronta a desmoronar ao receber o peso de duas pessoas.
Duda é uma mulher de idade entre 40 e 45 anos. Uma nordestina, branca de cabelo preto. Pelo jeito de falar já se percebe o sotaque de nordestina dela. Ela está um pouco desgastada, com marcas que o pastar dos anos deixou. O olhar é de uma pessoa que já vivenciou muita coisa ao longo da vida, olhos que passam à sensação de experiência, de quem não se assusta nem se espanta com mais quase nada nessa vida.
Muitas vezes um guerreiro precisa ter espírito de uma extraordinária bravura de quem está batalhando, onde nada se pode temer, tudo por um triunfo. Entrei no muquifo receoso, mas como minha testosterona estava à mil e com uma volúpia indomável, prossegui.
O Sexo:
Ela se dita de bruços na cama e num piscar de olhos já esta abrindo minha calça, tirando minha espada da bainha e me abocanhando num delicioso boquete. Ela engole tudo sempre variando o ritmo. A chupada é gostosa, com uma boca quente e um pouco babado. A coisa vai ficando mais excitante e ela vai deixando minha "espada" bem lustrada, afiando-a para o início dos combates, deixando em ponto de bala.
Após minha espada estar devidamente hábil para o combate. Coloquei minha armadura (camisinha) e me preparei para cravar minha espada na meretriz.
Nesse momento que em que distingue homens de meninos.
Nesta altura, o Predador deve ser rápido, precisa agir como um Leão que avança certeiro sobre a jugular do Antílope.
Peço a minha posição favorita e ela fica de quatro...
Comecei a meter, a garota não gemia... Gritava e gritava, pedindo para que à espada fosse cravada fortemente no seu ínfimo orifício. Introduzo minha arma e vou atacando ferozmente sentindo o prazer da batalha e transpondo aquele buceta quente e ouvido mais gritos do meu oponente com o coito que se realizava. Após um bom tempo de prazer, molho minha armadura com meu gozo e comunico a meu oponente o fim da batalha. Ela logo tira minha armadura, limpa o sangue ( gozo, porra, esperma) e depois me apronto e saio do território inimigo para festejar vitória em meus domínios.
Detalhe> nesse lugares é sempre bom levar papel toalha, por que em muitos deles, o putanheiro tem que se virar para se limpar.
Não volto neste lugar para realizar um TD novamente. O Máximo que farei é voltar daqui há alguns anos para ver se piorou ainda mais e se ainda existe.
Portanto aqui não vai ter mais aventuras.
D.Luigitovitcz