05 de Maio de 2026 às 16:25
Pamela Winston – O Retorno!
Este relato é trazido para vocês por Duck Dodgers – Spock estava de férias
– DJ, hoje a trilha sonora vai ser com Scorpions. Coloca aí para tocar
Always Somewhere!! (
https://youtu.be/ssqHxLcsVOY)
“Vim aqui hoje pra ficar assada!”
WINSTON, Pamela. Diário de uma Safada, p. 69. Rio de Janeiro: Editora AA37, 2026.
– Dan, acho que já estou pronta para retornar. Segunda eu recomeço.
– Você tem certeza, Pam? As dores melhoraram? A sua saúde?
– Sim! Vai me ver quando eu voltar a atender no Centro?
– É o que eu mais quero! Vamos combinar! E essa ocasião especial merece uma programação especial! Vamos no Corinto!
– Já é!
– Mas antes assina este contrato...
– O que é que está dizendo aqui...
“Eu, Dan, me comprometo a respeitar a vontade e todos os limites de Pam.... a lhe proporcionar um dia agradável, a fazê-la gozar quantas vezes ela queira e das formas que ela queira e a tornar esse dia inesquecível...” E tudo que você pede em troca são muitos beijinhos e que eu me divirta?
– Sim, exatamente isso.
– Onde é que eu assino?
Arrive at seven the place feels good
No time to call you today
Encore till eleven then Chinese food
Back to the hotel again
Tudo arrumadinho para receber a grande protagonista do evento!
Chego cedo ao Corinto, para arrumar tudo para um dia de muito tesão reprimido – afinal de contas, estou há muito tempo sem ver a Pamzinha! Banho tomado, roupão colocado, música no rádio, pétalas de rosas na cama. Quando o telefone toca e a recepcionista avisa sobre minha linda, meu coração chega a bater mais forte. A campainha do quarto anuncia sua chegada, eu abro a porta e me deparo com Pam toda molequinha, vestindo um macacãozinho vermelho, tênis branco, toda serelepe! Puxo-a para dentro do quarto, nos agarramos e nos beijamos loucamente. Como cantava Renato Russo,
não temos tempo a perder! Um minuto e a roupa de Pamela já está jogada no chão. Dois minutos e o meu roupão já foi parar do outro lado do quarto. Três minutos e Pamela já está sentada na cama me chupando. Sete minutos e eu já estou entre suas pernas, matando a saudade do gosto de sua ppk. Quinze minutos e Pamela já está gozando para mim pela segunda vez.
I call your number the line ain't free
I like to tell you: come to me
A night without you seems like a lost dream
Love I can't tell you how I feel
O ritmo é frenético. Pego uma camisinha e entro em Pam. Apertadinha, deliciosa. Ela aguenta firme minhas estocadas, mostrando estar mesmo recuperada. Mas é preciso fazer uma avaliação completa. Ela vem por cima de mim. Se o médico a visse agora diria que ela só queria pegar um atestado para faltar ao trabalho. Com desenvoltura, Pamela me cavalga de todos os jeitos e velocidades. Aprovadíssima! Agora eu preciso fazer algo muito importante: gozar. Nos viramos novamente e meto furiosamente até despejar todo o meu tesão acumulado. Aproveitamos a brecha para dar um
“Bom dia! Tudo bem?” um para o outro. Rimos. Ela olha para o me pau, ainda duro. Olha para a embalagem de camisinha do lado da cama. Eu entendo o recado. Ela vem por cima de mim novamente. Resultado parcial: 5 x 2 para ela.
– E aquela surpresa que você me prometeu, hein?
– Você quer agora?
– Quero!
– Então vou me arrumar.
O alto-falante começa a tocar “You Can Leave Your Hat On”, do grande Joe Cocker. Um clima de safadeza começa a adensar a atmosfera do quarto. Eu encaro Pamela, que me retribui com um olhar de quem quer aprontar. O show começa. Uma dança sensual, aquilo faz minha libido ir às alturas. Um chapéu voa sobre a cama. Mãos agarram a camisa e a puxam, botões saem voando, revelando um corpo lindo. Se vira de costas. Se vira de frente, dançando. As mãos agarram a calça. Um puxão e a calça sai inteira. Pamela ri e vibra.
Pam se levanta da cama e me abraça, rindo. Diz que agora é a sua vez. Coloca outra música para tocar e começa uma apresentação – desta vez, profissional! Seu corpo embalado numa lingerie e num robe pretos, sendo desnudado pouco a pouco. Ela se vira de costas para mim e se abaixa. Um plug brilhante em sua bunda, meus olhos brilham ao ver isso, hipnotizados.
– Me faz um favor? Tira ele pra mim? E coloca outra coisa no lugar...
Meudeus, caralho! Eu não sei o que fazer! Eu tremo de emoção. Pamela fica de quatro sobre a cama. Eu puxo com cuidado aquela joia. Beijo sua bunda, me preparo e me posiciono onde a joia estava. Com cuidado, vou entrando cada vez mais e, uma vez dentro, sou tomado pelo mais puro êxtase. De pé no chão, agarro o quadril de Pam e sinto como se não houvesse amanhã, é o Paraíso na Terra. Pamela agarra o lençol, grita, pede mais, me xinga. Cansado, trocamos de camisinha e a como no ppmm. No final das contas, a distância no placar aumenta para ela. 7 x 2.
Eu também sei sensualizar (clique na primeira imagem para vídeo)
Conversamos, colocamos o papo em dia depois de tanto tempo, deitados e abraçadinhos na cama. Discretamente, pego o potinho de chocolate e chantilly e lambuzo a pepequinha de Pamela. O que já é bom fica ainda melhor. Ela solta gritinhos com o gelado. De repente eu ouço um
“Posso te chupar?” Ora, pois! Claro que pode! Para facilitar, já que Pamela se senta, eu fico de pé na cama, sobre ela. Guio meu pau em sua boca, e que boca! Pamela me engole inteiro, lambe minhas bolas (com meu pau dentro da boca), me encara como quem pergunta “tá gostando?”. Eu estou é adorando! Me deito na cama e Pamela não para o seu serviço! Lambuza meu pau com o resto do chocolate e, com maestria, arranca de mim uma senhora gozada! Ufa! Acho que está na hora de descansar um pouco e pedir o almoço...
Almoço pedido, demorando... E aí? Tudo bem? Você vem sempre aqui? Quer fazer alguma coisa? Ops! Que mão boba é essa? Olha o que você fez! O que eu faço com ele duro agora? Te comer? OK, se você quer, então que assim seja! Pego Pamela de ladinho, calmamente, os dois deitados, para ninguém se cansar muito. Mas não dá para ir calmo por muito tempo! Logo eu já estou acelerando, incentivado por Pamzinha, que me ameaça se eu parar. Ela me puxa para dentro de si, mais fundo, mais forte. Gozamos pouco antes da campainha anunciar a chegada do almoço – primeiro com ela gritando e explodindo num orgasmo mágico, depois comigo também gritando, aproveitando que os vizinhos dali não reclamam mesmo disso. Por enquanto, 10 x 4 para ela.
Almoço gostoso – cozinha aprovada! –, companhia agradável, um bom vinho, tudo entremeado por altos papos, boas histórias, grandes risadas. Por mim, o dia já está mais do que ganho! O que mais eu posso desejar? Pamela volta para a cama enquanto eu aproveito a pausa, ainda sentado na mesa de jantar, para resolver um problema do trabalho pelo celular.
– Humm! Que gostoso! E não estou falando do almoço...
Me sinto impelido a voltar para a cama ao ouvir isso. A ppk de Pamela me chama. Minha cabeça é atraída por ela, minha língua clama por sentir seu gosto. E como ela é gostosa!... Sou capaz de ficar horas ali. E fico um tempão, me deliciando com os gemidos e tremeliques da minha doce companheira. E ela goza, mas eu não paro. Continuo a chupá-la, seu corpo continua reagindo num frenesi interminável. Quanto mais eu sigo brincando ali, mais ela vai se satisfazendo. Tenho que cumprir o que foi contratado, não é? OK, mas eu abuso um pouquinho e pergunto a Pam se eu também poderia gozar. Ela, na sua suprema bondade e magnanimidade, permite que eu a foda com carinho e assim goze mais uma vez, para o meu deleite pessoal. Fazendo contas, acho que estou perdendo de 14 x 5 para ela. Me importo com isso? Nem um pouco.
Another morning another place
The only day off is far away
But every city has seen me in the end
And brings me to you again
Na falta da pipoca Maná que ela tanto gosta – #ficaadica –, abrimos um pacote de pipoca do mercado mesmo, e assistimos um pouquinho de filmes juntinhos. Tá, tá, tá, era um filme pornô, mas não tinha mais nada de interessante na TV e até que as produções que passam no Corinto são bem-feitas.
– Ei! Nós não vamos aproveitar a banheira? – ela me pergunta.
– Claro! Vou botar para encher.
Enquanto a banheira vai se enchendo, Pamela se insinua.
– Posso colocar uma playlist que acho boa para este momento?
– Manda ver!
E começa a tocar
"Have You Ever Really Loved a Woman?", da trilha de Don Juan DeMarco. Naquele momento, não poderia haver trilha sonora melhor – afinal de contas, não é bom se entregar quando as coisas vão indo tão bem? Eu a puxo para junto de mim e começamos a dançar juntinhos pelo quarto, muitos e muitos beijos – ela também está cumprindo a sua parte do contrato.
Quando a banheira está pronta, tomamos um acalentador banho de espuma, sentados um de frente para o outro. E isso não presta. Aquele mulherão na minha frente, sorrindo... Minhas mãos a atacam embaixo d’água, tal qual um tubarão faminto procura a sua presa. Meus dedos dedilham seu grelinho enquanto ela me beija. Sua mão também não fica parada: se é para caçar, ela também vai atrás de sua presa – no caso, o meu pau. Só que ela não se contenta em agarrá-lo. Como boa predadora, ela o devora ali mesmo, água espirrando para todo lado, água escorrendo de sua boca. Meudeus, caralho! (eu já disse isso hoje?) Que sensação incrível! Se eu gozasse ali, seria capaz de arrancar um dente da pobre coitada, tamanha a pressão. Mas eu resisto, estoicamente. Meu autocontrole permite que saiamos da banheira, nos sequemos, tudo bem devagarinho e com calma, caminhemos até a cama, nos deitemos, nos beijemos e que só então a gente se foda como dois malucos alucinados e desesperados. Não há limites. Não há pausa. Não há posição que não testemos. Eu a como de bruços. Ela vem de quatro. Eu a pego de ladinho (para a direita agora). Ela vem por cima. Eu vou transversalmente a ela deitada, num ângulo de 90°, meu corpo inclinado longitudinalmente sobre a cama (quem tiver dúvidas eu mando uma planta esquemática). Ela me puxa num pppm. Eu a como num frango assado. Quando gozamos, nem sei mais se ainda estamos no mesmo dia ou se uma semana já se passou.
Fazer borbulhas de amor pra te encantar...
Pra quem gosta de pezinhos
A tarde vai acabando. Ainda temos muita vontade, disposição nem tanto. Meu jeito é cair de boca novamente na ppk de Pamela – fazer o que se eu adoro isso? Arranco-lhe mais algumas gozadas.
“Quero gozar mais uma vez, quero a sétima!” . Faltam-me forças, mas Pam me incentiva. Me beija, me toca, me olha com aqueles olhos libidinosos. Eu me punheto enquanto ela se masturba ao meu lado, e assim acabo gozando uma última vez em sua boquinha, com uma última gota caindo em seu pescoço, se perdendo no tempo, como lágrimas na chuva... Ops! Tenho que parar de ficar vendo filmes até tarde da noite.
Alegria no final do dia
Conta pedida, banho tomado, roupas colocadas de volta, um cafezinho para relaxar... E vamos embora. No meu peito, um misto de felicidade e tristeza, por tudo de bom que aconteceu e pela sua efemeridade – no tempo, mas não na minha lembrança.
Always somewhere
Miss you where I've been
I'll be back to love you again
“Nistatina mais óxido de zinco, preciso!”
WINSTON, Pamela. Diário de uma Safada, p. 138. Rio de Janeiro: Editora AA37, 2026.
ESTATÍSTICAS RELEVANTES E ALTAMENTE ACURADAS DESTE ENCONTRO ÉPICO:
Tempo decorrido: 9 horas.
Beijos: Fluxo praticamente contínuo, interrompido apenas quando as bocas estavam ocupadas com outras coisas igualmente importantes ou quando era necessário gemer e/ou gritar.
Palavras e frases mais pronunciadas: "Gostosa(o)!", "Safada(o)!", "Puta que o pariu!", "Não para!", "Vou gozar!", "Goza pra mim seu/sua tesudo/tesuda!", "Aaaaaaaahhhhhhhhh!!!!", "Vem cá!", "Não foge!".
Sexo: Esporádico, média de 3 vezes/hora, não necessariamente com gozadas em todas as vezes.
Variações: Oral, vaginal, anal, manual.
Posições efetuadas: Papai e mamãe, frango assado, cavalgada, cavalgada invertida, de ladinho pra direita, de ladinho pra esquerda, de bruços, de quatro, transversal, na beirada da cama, de pé, de ponta-cabeça.
Sexo oral: Entre 10 e 16 vezes, um no outro; variação simultânea não tentada.
Gozadas minhas: 7, sendo 5 na ppk e 2 na boquinha.
Gozadas dela: 8 anunciadas, 10 claramente visíveis e mais 12 muito prováveis, distribuídas igualmente entre oral e penetração.
Distância percorrida: Considerando a média de 48 metidas/minuto (fonte: Reddit), estima-se a distância percorrida dentro do corpo de Pam como tendo sido de 2,44 km.
Camisinhas gastas: 3 pacotes de Prudence Ultra Sensível Leve 8 Pague 6 + 1 de cortesia do motel.
Nota geral: De 0 a 10, nota 25 – margem de erro de ± 3 pontos.
AVALIAÇÃO: Após análise criteriosa, fundamentada em experimentação prática
in loco, o parecer deste avaliador é de que a senhorita Pamela Winston está mais do que apta a retornar para seu trabalho de nos proporcionar momentos de extremo prazer.
E aqui ficam meus votos de que Pam continue tendo o imenso sucesso que ela tanto merece! Que sua volta seja repleta de coisas boas! Mulher maravilhosa, linda, inteligente, safada, gostosa, batalhadora! E nerd, não podemos esquecer disso!
Always somewhere
Miss you where I've been
I'll be back to love you again
Foto de outro encontro, Pamela recebendo o Prêmio Spock de Número 01