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Tópico da PONTO DE RUA

Praça de Cabuçu, Nova Iguaçu
RJ - RJ RJ - RJ


membro
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HORAS DE SEXO
622h:40m

RELATOS:
489

POSTAGENS:
1297

Membro desde
27/05/2019

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INGRID
POSITIVO
60 MINUTOS
VALOR: R$250.00
15 de Janeiro de 2024 às 11:56
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ




Os pneus do Sucatão giravam indomáveis sobre asfalto selvagem da Avenida Presidente Dutra, o relógio do carro anunciava um pouco mais de nove horas da noite, um turno ameno diante dos meus extravagantes hábitos noturnos.

A bússola apontava na direção de Nova Iguaçu, mais especificamente para um bairro chamado Cabuçu. Há muitos anos tive um prolongado affair com uma conhecida garota de programa da região que possui relatos no fórum, não foi das minhas melhores experiências no quesito relacionamento afetivo, mas isso não é incomum quando falamos desse perfil de mulheres.

Não gosto de dirigir à noite, pois costumo beber, além me obrigar a usar óculos, algo que detesto. Há pontos da Dutra que são mergulhos nas trevas, o farol do Sucatão tentava focar na pista. Na altura de uma entrada chamada “Rosa dos Ventos”, embicamos e ganhamos a famigerada Estrada da Palhada. O percurso é longo, cansativo, uma viagem, mas a vida pulsa e o libertino vive.

Desde que parei de ir à longínqua Nova Iguaçu, mantive contato com uma personagem que atua praticamente como cafetina na região, usa a alcunha de Fafí. Há dias atrás ela me indicou uma coroa portentosa, me enviou fotos e fiquei muito impressionado com a aparência e com o porte da fêmea madura. Bonita, cabelos longos, bronzeada, com um corpo trabalhado em academia. Fafí me colocou em contato com a veterana sabendo que o exemplar me agradaria.

Informou-me o valor do encontro, não citou restrições sexuais, mas informou que eu precisaria pegá-la na Praça de Cabuçu, numa das noites em que fica por lá para fazer a “correria” — palavras dela. Aceitei, marcamos e me vi percorrendo a Dutra, Estrada da Palhada e Estrada de Madureira, a última fase antes de alcançar as coordenadas onde combinei buscá-la. Seu nome é Ingrid.

O cenário do trajeto é árido, expõe a pobreza e a desolação da Baixada Fluminense. Casas com tijolos visíveis, cachorros magros perambulando pelas ruas, vans em alta velocidade, biroscas espalhadas pelas vias como cactos no deserto. Há muitos anos que eu não transitava naquele território, pouca coisa mudou, além das veias da penúria que saltavam mais aparentes.

O bairro de Jardim Cabuçu, em Nova Iguaçu, tem uma atmosfera de cidade do interior. Excetuando-se a violência vigente, é um lugar de caráter acolhedor. A praça estava iluminada, os bares no seu entorno fremiam pela sede do álcool, barracas de churrasquinho exalavam o aroma da carne suspeita. O brilho dos faróis do Sucatão denunciava a poeira que pairava incessante ao redor. Estacionei e fui em busca de Ingrid, que me disse ficar na frente de uma pizzaria.

Não foi difícil avistá-la, eu a reconheci pelo viço dos longos cabelos, trajada com um vestido justíssimo e curto, suas pernas morenas revelavam a leve penugem loira e reluzente que recobriam a pele. Ingrid é uma mulher afrodisíaca, foi como a defini. É impossível vê-la e não sentir a ferocidade da nossa libido mais primitiva. Simpática, levantou-se quando me viu, me abraçou e ofereceu um selinho com seus lábios de um rubro lascivo.

Ingrid bebia cerveja, acompanhei. Conversamos, cogitei levá-la para o motel Medieval, mas a rota seria complexa, terminamos escolhendo o motel Vênus, onde chegaríamos seguindo somente uma reta. Alta, graúda, é aquele tipo de mulher que chamamos de gostosa. Eu estava excitado, ansioso, queria ver aquele corpo nu. Paguei a conta do bar, entramos no Sucatão e seguimos para a alcova.

Dentro do carro, Ingrid leva a mão sobre a minha perna, desliza até o meu combalido pênis oculto e aperta.

— Quero ver essa pica bem dura — diz sem filtro.

Ficou óbvio que a mulher fazia o tipo escrachada. Não escolhe palavras, é direta e crua. Sabia usar a vulgaridade a seu favor. Na garagem do motel, avanço para beijá-la, ela não refuga, alisa a minha nuca com uma das mãos, puxa minha cabeça como se quisesse me afogar em sua boca. Seria uma boa morte, mas sobrevivi.

Finalmente, no quarto, ela se despe e o que vejo é um corpo descomunal. Seios siliconados, pernas torneadas, barriga com gominhos de malhação, o corpo todo recoberto por leves pelos aloirados, boceta lisa e com uma tatuagem intrigante acima do clitóris: um semáforo com sinal verde.

Ingrid ajeita o celular na cabeceira da cama e deixa vazar sua playlist que declara a preferência por funk...

AVENTURA NOTURNA Dancinha

Atracamo-nos como feras famintas na selva. Beijos, línguas, roçadas em alta tensão, mãos que se apalpavam, se apertavam, se tocavam como cegos que se liam em braile. Ingrid se deitou e pousei por cima do seu corpo, mamei os seios volumosos e duros, arrastei meu pau sobre a vagina e tive a nítida impressão de ouvi-la sussurrar aos meus ouvidos para que eu a penetrasse ao natural, mas as regras do fórum impedem confissões sinceras. Ela saltou subitamente, veio por cima e sentou-se sobre o látex que isolava o meu combalido pênis do pecado original. Ingrid quicou sobre a minha virilha, quicou muito, quicou com força incansável. Quase indo a nocaute, pedi que parasse.

A mulher libertou meu pau e embarcou no boquete. Engolia inteiro o meu modesto graveto, senti minha glande tocando na parede da garganta. A boca quente, os lábios firmes, os movimentos ritmados... ejaculei chantili, sonhos, brioches e tortas alemãs. Ingrid engoliu como quem saboreia um café expresso.

Acertei o pagamento e devolvi a moça à Praça de Cabuçu. Eu me sentia anestesiado, mas precisava cumprir o comprido retorno à bucólica Tijuca. Insiro um CD aleatório no aparelho de som e permito que a música force meus pés sobre o acelerador...

PSYCHO KILLER Dancinha

Embalado pelo som de Talking Heads, o Sucatão desbravava o negrume do asfalto como uma nave querendo compreender o infinito. E o infinito indevassável nos rodeava num céu estrelado sobre a Avenida Presidente Dutra. Na escuridão da pista, os faróis mal conseguiam desvendar o que vinha pela frente, tudo era infinito, eu era o infinito.

A vida pulsa, o libertino vive... Dancinha

**Ingrid faz ponto na Praça de Cabuçu, em frente a única pizzaria do local, às sextas e sábados. Noite.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
degustador de xx 18/05/2024 18:11

confrade Dante, voce poderia nos agraciar com o contato da dama?

BlackHunter 02/05/2024 18:04

Boa Tarde Dante. Poderia compartilhar o contato da Dama.?

Marcio Fernandes 08/02/2024 16:00

Caramba meu amigo Dante, foi longe dessa vez em.
Me passa o contato dela

Papai Noel 24/01/2024 02:35

Perfil e descrição da dama interessantíssimos. O que pega pra mim é a distância.
Enfim ... obrigado por mais uma leitura diferenciada.
🎅🏻👍🏻

membro 16/01/2024 15:34

Camarada, é mais ponto de encontro e ponto de "correria", como ela mesma disse. É lá que ela cava os programas ou pede para encontrá-la caso agende por fora.

Picadura 16/01/2024 11:09

Uma dúvida: essa praça foi só o ponto de encontro com a moçoila ou é um trash a céu aberto, tipo São Cristóvão?

digiwolf 16/01/2024 09:53

Os TD do confrade Dante te fazem viver a sua aventura como se fosse própria, a descrição da moça desperta vontades de conhece-la, Parabéns por mais um excelente relato.

Josh 16/01/2024 01:30

Mais uma grande aventura vivida. Excelente relato, Dante!

Digboy 15/01/2024 23:05

Interessantíssima a descrição da moça e o relato nos faz viajar. Muito bom

membro 15/01/2024 22:57

Rapaziada, obrigado por acompanhar as jornadas deste velho escriba.

Farmaceutico 15/01/2024 20:04

Qdo crescer quero ser igual a você…

Bumpy Johnson 15/01/2024 19:13

Excelente!!

Juarez 15/01/2024 16:51

Conheço esse local como a palma da minha mão rs rs rs, belo TD, Dante!!

Madruguinha 15/01/2024 15:59

Mais um belíssimo relato de um forista singular.

membro, Jota08, PauloCesar, Zhukov, Madruguinha, Juarez, engdjs193, Bumpy Johnson, Yami Mysterio, Detonador, Digboy, Mítico, Josh, Geraldinho, Gatitus, Brand, digiwolf, Levado, Saulo Top, Quaqua, Burocrata RJ, Papai Noel curtiram esse relato.
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