20 de fevereiro de 2025 às 07:45
ROBERTINHA
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Robertinha
Lembro como se fosse ontem a primeira aventura nesse “mundo paralelo”. Comecei a sair em encontros patrocinados sem altas expectativas ou noção do que me aguardava. Fato é que, até então, apesar de alguns poucos pesares, está tudo sendo muito divertido. Pessoas, lugares, histórias e experiências no seu máximo.
Esse lance também é um jogo perigoso. A cada friozinho na barriga; abertura de porta que é sucedido por um sorriso bonito que te acolhe, a cada beijo que encaixa ou um gozo que tira suas energias; a cada sensação legítima de troca, você pode se aproximar da linha tênue que separa o lógico do ilógico, o racional do irracional.
Dois mundos que podem se colidir, mas não deveria.
Pois bem... Robertinha, com certeza, é uma mulher que embaralha as peças do tabuleiro desse jogo.
Nosso primeiro encontro foi ao acaso. Ela trabalhava em um local no Méier.
Foi muito bom, bem gostoso e deixou um gostinho de querer mais.
Trocamos algumas mensagens por um tempo, até conseguirmos marcar mais uma vez de se ver. Demorou um pouco, mas não poderia ter sido melhor. Foi a minha primeira e incrível ofegância do ano de 2025.
O
pré-atendimento é muito agradável e tranquilo. Ela me trata com uma educação sofisticada. Uma clareza nos informes. Na real, Robertinha é de uma proximidade que não há igual. Então, não me sinto um cliente.
Marcamos no imperecível garanhão
Motel Stallion, que sofre com uma crise geográfica, pois não sabemos se faz parte das bandas de Bento Ribeiro ou se de Oswaldo Cruz.
Ela chega de Uber pontualmente na hora combinada.
Chego alguns minutos depois e já sigo para o quarto para prepará-lo.
Deixo a porta aberta e ela surge enquanto tento melhorar a temperatura do ar-condicionado.
A gente se abraça e se beija como se fôssemos velhos conhecidos.
Noto que seu +1,70m de potência estava abalado e estremecido.
- Tá tudo bem? Foi de boa a viagem? – Questiono
- Agora tá tudo bem. Chegando aqui, assaltaram o motorista. Não levaram nada meu. Eu tô bem, inteira, mas levaram o celular dele.
Ela estava lá, no local combinado, na hora marcada. Mesmo após o assalto e todo susto que envolve o acontecimento. Fora outras coisas que se desenvolveram na sequência.
Sem palavras.
Com um bom banho, um pouco de prosa e sua bela playlist, a calma vai se instaurando. Já relaxada,
avançamos no nosso enrosco.
Seu corpo parece que está cada dia mais bonito. Tudo durinho e nas proporções que deixariam Fibonacci com um sorriso no rosto – e perversões na mente. E para completar, estava com um conjuntinho preto delicado, super selecionado, que foi um pecado retirar tão rápido.
Agora, o que acho mais bacana de estar com ela é que as coisas são extremamente naturais, vão acontecendo sem roteiros, sem rodeios.
Beijos na boca sem miséria. Lábios carnudos que gosto de aproveitar. Uma delícia!
Mão aqui, mão ali. Tudo esquenta facin, facin.
Eu não me aguento e já parto para recordar o sabor dos seus seios e do seu íntimo.
Ela se concentra, geme, ofega, até chegar onde quero. Toda ensopada.
Em retribuição, vem para me devorar como se eu fosse o último homem do mundo. Ou talvez o primeiro(?). Quem sabe.
No seu ritmo e no compasso de uma bossa nova, me degusta até eu pedir arrego.
Encapamos e nos aventuramos nas posições, onde eu “passo a régua e fecho a conta” com ela de bruços, numa visão fausta de seu belo corpo.
Era início de 2025 e não podíamos parar por aí.
Na pausa, uma namorada gostosa. Uma troca de carinhos que nos despertou para mais rodadas e mais prazeres.
Ao final, a reposição de líquidos era obrigatória para que pudéssemos seguir com as nossas vidas, guardando em confidência as memórias desse encontro singular.
Resumindo, Robertinha é uma mulher que se empenha em fazer o seu dia especial. Não é burocrática, ou sequer mecânica. Gosto muito do jeito que me trata, fazendo com que a intimidade prolifere abundantemente. Como eu disse anteriormente, não me sinto um “cliente consumindo um serviço”. O repeteco será sempre que nossos astros estiverem alinhados! rs