11 de Abril de 2026 às 21:21
VIVI
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I
CONTEXTO: Tinha marcado um encontro com uma civil e ela furou o compromisso. Para piorar, minhas musas militares favoritas estavam todas "off" por motivo de saúde e uma outra da minha lista estava com o telefone descarregado, na faculdade. Me vi em casa sozinho, com o tesão acumulado e o desespero batendo forte diante de tantas negativas. Foi nesse momento que lembrei da Vivi; além de ser uma mulher muito interessante, ela trabalha perto da minha casa, o que facilitava as coisas.
II
A conversa foi rápida e objetiva, sem perda de tempo. Ela falou que era completa e o preço estava ótimo (200), o que fechou o negócio na hora. O local não poderia ser melhor: no Centro de Niterói, estrategicamente na rua da Estácio. Com tudo acertado de forma direta, o que era desespero virou expectativa para o encontro que estava prestes a acontecer.
III
Assim que entrei no local, ela perguntou se eu queria tomar banho e eu aceitei de imediato. Depois de sair do banho, já revigorado, fiz o pagamento conforme o combinado. Com a parte prática resolvida, o clima estava pronto para o que viria a seguir.
IV
Ela estava usando um vestidinho curto que deixava aquela bunda linda quase toda de fora, uma visão impressionante. Ela veio até mim e me ofereceu os seios; eu os chupava com vontade e os esfregava no meu rosto, sentindo bem a textura da pele. Em seguida, sentamos na cama e nos entregamos a um beijo intenso, selando o início da nossa entrega.
V
Ela começou a me chupar com muita técnica e vontade, cuspindo na cabeça do meu pau para lubrificar e mamando com uma intensidade que me fazia perder os sentidos. Eu já me torcia de prazer com aquela boca, sentindo tudo pulsar. Quando eu já estava completamente duro e no ápice da tesão, ela interrompeu o boquete e pediu para que eu a comesse de quatro.
VI
Atendi ao seu pedido e a posicionei de quatro, uma moldura perfeita para a visão daquela bunda magnífica, que agora se oferecia a mim como um banquete para os olhos e para o tato. Ao penetrá-la, senti o calor acolhedor do seu corpo me envolver por completo, um contraste perfeito com a ansiedade que me dominava momentos antes. Cada estocada era um movimento de apreciação; eu não apenas a possuía, mas contemplava as curvas que se desenhavam à minha frente, a pele firme e o balanço rítmico que acompanhava o nosso compasso. Deixei que a pressa do desespero ficasse para trás, substituindo-a por uma cadência firme e profunda, onde cada investida me permitia explorar a extensão daquela mulher interessante. Minhas mãos buscavam o apoio nos quadris dela, sentindo a vibração da sua pele, enquanto eu me perdia na beleza daquela cena. Era um momento de triunfo sensorial: o som da nossa carne se encontrando, o perfume dela misturado ao prazer e a visão privilegiada daquela bunda linda, que parecia ter sido esculpida para o meu deleite. Eu curtia cada segundo, prolongando o ápice e saboreando a vitória de ter transformado um dia de desencontros na mais pura e completa satisfação.
VII
Mudei a posição para comê-la de frente, querendo encarar cada reação dela. Com as pernas bem abertas, tive a visão privilegiada do piercing que ela tem na vagina; aquele brilho no meio da carne é algo que me deixa extremamente excitado, um detalhe que instiga ainda mais o desejo. Enquanto eu a penetrava com força, sentindo o aperto e o calor úmido, o clima ficou denso de tanto tesão. Ela não ficava atrás na entrega. Enquanto eu imprimia o ritmo, ela admirava o meu cabelo e o acariciava, ao mesmo tempo em que buscava minha boca para beijos profundos e vorazes. O ápice da excitação veio quando ela começou a apertar o meu pescoço; aquela pressão firme me fazia sentir cada pulsação, transformando o ato em algo visceral e bruto. Era um momento de puro prazer físico, onde o carinho dela no meu cabelo e o aperto na minha garganta se misturavam à visão daquele piercing, tornando tudo absurdamente intenso e gostoso.
VIII
No auge daquela vertigem, senti que o gozo estava por um fio. Foi quando a minha obsessão falou mais alto e eu pedi o seu cuzinho — afinal, não há glória maior do que gozar no cu. Começou ali uma negociação desesperada no meio do calor do ato: eu ia dobrando a oferta, oferecendo mais dinheiro, tentando de tudo para abrir aquela porta,acho que eu ofereceria meus cartões de crédito e meu carro, naquele meu momento de fragilidade kkkk,mas ela estava irredutível. Ela negava com um sorriso, firme na sua posição, enquanto eu, no puro suor do desespero de quem precisava daquele troféu, via meus lances serem recusados um a um. Kkkk, era a comédia da luxúria: eu pronto para esvaziar a carteira por aquele acesso, e ela negando o investimento. Sem saída e com a pressão atingindo o limite, mantive-me ali mesmo, devorando a sua boceta com uma fúria renovada. O prazer, que já não cabia mais em mim, explodiu de forma dramática, uma torrente que parecia levar embora toda a tensão de um dia de buscas e negativas. Gozei com força, sentindo cada fibra do meu corpo estalar, enquanto as paredes daquela boceta me apertavam no último compasso. Foi o fechamento épico, um grito de alívio que ecoou naquele quarto.
IX
Após o ápice, permitimo-nos um breve intervalo para recuperar o fôlego. Foi nesse momento que surgiu um lado dela bem "namoradinha", um contraste inesperado com a fúria de antes. Ela ficou ali, toda agarradinha comigo, envolvendo-me em um carinho genuíno. Os beijos, que antes eram vorazes e brutos, agora aconteciam com muito mais suavidade e ternura, como se o tempo tivesse desacelerado. Mas a trégua foi curta; o corpo não aceita repouso por muito tempo. Não passaram nem cinco minutos naquele clima de aconchego e eu já sentia o sangue pulsar forte, com o tesão subindo novamente, pronto para uma nova rodada.
X
Sem que houvesse tempo para o desejo esfriar, ela voltou a me chupar, reacendendo as brasas que ainda queimavam sob a pele. Com o relógio agora como nosso único adversário, decidi possuí-la de frente pela segunda vez, buscando aquela conexão total e absoluta. Sob a urgência do pouco tempo que nos restava, mantive-me fixo nessa posição, mergulhando no calor do seu corpo com uma determinação renovada. O movimento era uma cadência de despedida e entrega, onde cada investida carregava a força de quem soube converter a solidão em triunfo. Eu me perdia na profundidade do seu olhar e no toque suave que ainda restava debaixo de tanta fúria. O prazer foi se acumulando como uma tempestade que se forma no horizonte, densa e inevitável, até que a barreira da razão se rompeu. Gozei com a alma entregue àquela carnalidade final, uma explosão que ecoou como o último verso de uma ode ao prazer, deixando que o êxtase transbordasse e selasse, em um abraço de suor e cansaço, a memória inapagável daquela jornada com a Vivi.
O dia era um deserto de esperas vãs,
Com promessas civis que o vento levou,
E as musas de farda, em faltas temporãs,
Deixaram o vácuo que a sede ocupou.
Sozinho em casa, em meio às chamas,
Onde o desejo ruge e a calma se esvai,
Busquei no destino outras tramas,
E o nome de Vivi é o brilho que atrai.
Trabalha perto, no Centro a pulsar,
Ela abriu as portas pro trato de carne,
Morena de pele, pronta a incendiar,
Sem que nenhuma pressa o prazer descarne.
O vestido curto, moldura do desejo,
Revelava a bunda, escultura carnal,
Quase toda fora, um convite pesado,
Que a mente perturba e incendeia o animal.
Veio o banho, o rito, o pagamento,
E logo os seus seios, fartos e acesos,
Esfreguei no rosto, num breve momento,
Sentindo o aroma de desejos presos.
Na cama sentamos, beijo de torpor,
Enquanto ela, técnica, a boca entregava,
Limpando da alma qualquer desamor,
Enquanto com gana o meu ser despertava.
De quatro a comi, naquela visão,
Da bunda gostosa que o ritmo dita,
Sentindo a batida de cada pulsação,
Na carne morena que o prazer excita.
Depois, face a face, as pernas abertas,
Vi o piercing, ponto de luz e de vício,
Nas fendas do gozo, em rotas incertas,
O metal brilhava no meu precipício.
Ela admirava o meu longo cabelo,
Acariciava as mechas com calma e vigor,
Enquanto no colo, em mudo apelo,
Apertava o meu pescoço com força e fervor.
Clima denso, o gozo batendo no umbral,
Pedi seu cuzinho, subi o meu lance,
Mas ela negou, em riso fatal,
Deixando o rabo fora do alcance.
Gozei na boceta, com fúria e drama,
No ápice bruto de quem se liberta,
Para logo depois, sob o calor da chama,
Vê-la namoradinha, em alma descoberta.
Agarrada a mim, com beijo suave,
Mal cinco minutos de trégua no chão,
E a carne de novo, em nota grave,
Reergueu-se em busca de mais combustão.
Voltou a mamar, voltou a morder,
E de frente a comi, em tempo escasso,
Até que o prazer voltasse a vencer,
E o mundo findasse num último abraço.
No quarto em Niterói, a paz se fez plena,
Na memória gravada a ferro e paixão:
A bunda, o piercing, a pele morena,
E a vitória da carne sobre a negação.