20 de Maio de 2026 às 08:03
Data Estelar 61180.7
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise
– Então é isso, Comandante Spock... Não se fie apenas nos que eu lhe contei, veja os outros relatos! O senhor verá que eu tenho razão!
– Fascinante, Capitão Escorpio! Essa espécime... Marina Mel... Ela parece ser mesmo uma criatura incrível que merece ser estudada. Ainda bem que o senhor deixou de ser anônimo e veio me procurar para contar tudo isso.
– Tenha cuidado, Comandante! Ela possui feromônios capazes de enfeitiçar qualquer homem! Uma verdadeira... Hera Venenosa! Aproxime-se dela com extrema cautela!
– Eu sou Vulcano, Capitão Escorpio. A lógica é o que me guia. Com certeza eu serei capaz de investigá-la com o distanciamento necessário, sem me envolver com ela.
– Mas o senhor é metade humano, lembre-se disso!
– Hum...
(...)
– Senhor Chekov, abra canal de comunicação com Marina Mel.
– Sim, senhor! Marina na tela.
– Na tela? Pensei que fosse ser uma comunicação via mensag... MEUDEUSDOCÉU!
– Tudo bem, Senhor Spock? Marina Mel falando aqui.
– Err... Humm... Bem... Ahn... Desculpe-me, Senhorita Mel, Marina, Hera... Fui surpreendido por esta visão de você, tão bela.
– Senhor Spock! Isso por acaso é um galanteio, hein?
– Não, não. Posso lhe afirmar que não se trata de nada disso.
– Muito bem, muito bem... Mas que história de Hera é essa?
– Não sei se vou me arrepender disso, mas nossas pesquisas altamente aprofundadas e fundamentadas apontaram que você lembra uma notória vilã da história antiga da Terra, conhecida como "Hera Venenosa".
– Humm.... Sim... Já ouvi falar... E o senhor se interessou por isso, não é?
– Essa sua voz melosa e acalentadora... São... feromônios auditivos... É... A senhorita parece ter mesmo os poderes dela, e extrapolados!
– E o senhor quer descobrir se isso é mesmo verdade?
– A senhorita é bem direta.
– Como deve ser. Então, Senhor Spock... Venha!
– Já estou indo!
– Wolverine.
– Oi? Como?
– Está na hora de um crossover interdimensional editorial. Dê seu jeito.
Chego no local de nosso encontro e pego as chaves da acomodação destinada a nós. Quando estou prestes a entrar no transportador de ascensão vertical, ouço uma voz:
"Boa tarde! Eu posso ficar aqui esperando me passarem o número do quarto?" Me viro e vejo a Deusa Ruiva, vestida com uma espécie de tailleur azul marinho. Linda é uma palavra muito simples para descrevê-la. Uma verdadeira executiva, uma embaixadora da safadeza.
Rumamos para o nosso habitáculo na Estação Éden, um local deveras apropriado para a pesquisa sexual. E num piscar de olhos nos transmutamos em Hera Venenosa e Wolverine. E olha que nem tínhamos o holodeck a nosso dispor.
Não há como resistir! (clique
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Os feromônios de Hera me atacam os sentidos. ELA me ataca. Se aproxima de mim sorrateiramente e me envolve em seus braços, me inundando com uma sequência voraz de beijos. Tudo isso me deixa entorpecido e incapaz de me defender. Quando eu dou por mim, estou jogado na cama, amarrado com seus galhos e tendo meu corpo sendo vilipendiado – com muito carinho – por sua boca e seus beijos.
– Por que você ainda está de cuecas?
– Você ainda está vestida...
– Eu ainda estou na fantasia... A sua é só a camisa...
Com as mãos presas, não consigo fazer nada, e aceito resignadamente quando ela me deixa nu e começa a brincar com meu cacete em sua boca. Sua cabeça sobe e desce por toda a extensão do meu membro, seu cabelo de fogo lindo caindo sobre mim. Ela abusa de mim, me arranca suspiros.
"Você é muito bonzinho e obediente..."
Sendo usado, abusado e torturado! (clique
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Ela me solta.
"Também sei brincar", eu digo. Se ela me privou de movimentos, eu a privo da visão. Agora sou eu que abuso do seu corpo, exploro cada pedacinho, cada curva. Seus seios são lindos. Seu umbigo pede por um beijo. Suas pernas demandam umal carinho com a ponta dos dedos. Sua ppk... Ah, sua ppkinha! Ela me encara e me chama:
"Me devore!" Seu gosto é um verdadeiro mel, que me encharca a minha boca e meu rosto. Ela desfalece, soltando delicados impropérios sobre mim.
Agora é minha vez!
Preciso estudá-la mais intima e profundamente. Coloco uma camisinha e, delicadamente, introduzo meu membro rijo (tô muito poeta hoje) em seu centro de prazer. Ela se contorce, me abraça, puxa minha mão para seu pescoço, me beija, eu a beijo, aperto seus seios. Ali, nossos corpos juntos, sinto seus feromônios, o cheiro de seu corpo exalando sexo e tesão.
"Me deixa sentar em você!" É um pedido que eu encaro como uma ordem. Ela se ajeita sobre mim, mãos entrelaçadas às minhas, e me cavalga com a desenvoltura de uma verdadeira amazona.
E de novo ela se aproveita de mim
Marina, Hera, Mel, Venosa... Seja quem ela for, ela não para. Fica de quatro e me manda seguir dentro dela.
"Cuidado, veja o buraco certo!" Feromônios auditivos, olfativos e agora visuais. A visão de sua bunda na minha frente, a marca de biquíni bem visível, o vai-e-vem de meu pau em sua ppk, tudo isso me excita. Ela de quatro sobre a cama e eu termino gozando em sua boca gulosa, que engole tudo.
Variações sobre um mesmo tema
Hera se vira de bruços sobre a cama, linda. Pego um pouco de óleo e lhe faço uma massagem nas costas, pernas, bumbum e pés – o que lhe arranca risos nervosos. Desculpa! Descansamos um pouco na saleta do quarto, bebendo e comendo enquanto conversamos sobre a vida, o universo e tudo mais. Na volta para o quarto, quase me engasgo, o que lhe dá um baita susto e uma vontade de bater em mim. Desculpa! Mas ela acaba rindo desse momento que se mostra mágico.
Magicamente a coloco deitada na cama e volto a atacar sua ppkinha, desta vez com o auxílio de um brinquedinho, que alterno com minha língua. Desta vez ela se solta ainda mais, grita, enfia seu quadril em minha boca. Seu orgasmo chega com força. Ela vem para me chupar, mas eu me desvencilho dela. A coloco de ladinho e a penetro. Gostosa. Seguro seu quadril e controlo a velocidade e intensidade. Ela deita de bruços, abre as bandas de suas belas nádegas. Safada. Eu a penetro, meu corpo sobre o seu. Ela aperta o lençol e o colchão com as mãos. Maravilhosa. Ela sai da cama e me chama para sentar na beirada do colchão. Se senta de costas para mim, eu a abraçando e apertando seus seios enquanto ela controla a situação.
"Me joga na cama!", ela me ordena enquanto fica de pé. Eu a empurro sobre a cama, tiro a camisinha e lhe dou minha pica, que é imediatamente devorada. Cheio de tesão, coloco uma nova camisinha e a como no ppmm. Ela me bate – de leve – no rosto, o que tem o efeito de elevar a minha excitação à décima potência. Gozo, feliz, e caio desfalecido.
Vem cá, ruivinha...
Hera Mel, Marina Venenosa... Ela não para, não descansa.
– Se hidrata, eu ainda vou querer sentar mais em você.
Ela segue me beijando, deita juntinho de mim, de costas, encaixadinha no meu corpo. Eu beijo seu pescoço, mordisco sua orelha. Seu corpo é pura eletricidade, não fica parado, se roça em mim. Quando já a estou chupando mais uma vez, eu me lembro.
"Lembrei de uma coisa, espera aí! Não sai daí!" Pego um pote de Chandelle na geladeira e lambuzo sua ppk de chantilly e chocolate. Mais chocolate para a chocólatra ruiva. Tudo termina em mais um gritinho e voz manhosa dizendo
"Me deixou molinha..."
Mel Venenosa, Marina Hera...
Ela me ataca com mais beijos, senta sobre mim, sarrando sua ppk encharcada em minha perna. Feromônios táteis agora, ela é cruel. Meu pau endurece e ela sussura em meu ouvido
"Coloca a camisinha e vem me pegar de novo..." Da forma como ela queria, ela se senta sobre mim, desta vez encaixada. Não há como não se encantar com seu belo corpo.
Ela se põe de quatro para mim, eu ponho minha pica dentro dela. O ar-condicionado funciona a mil, mas eu começo a suar mesmo assim. Ela exige que eu não pare, sua cabeça enfiada na cama, sua bunda arrebitada para mim. Minha vontade é de entrar inteiro dentro de Marina. Ou Hera. Seu poder já me envenenou e anuviou a minha mente, só consigo pensar em extravasar todo o meu tesão alucinado.
– Vai me dar mais leitinho? Não sou uma gatinha mas quero leitinho...
Feromônios auditivos, era só o que estava faltando... Essa frase acaba com o pouco que me resta de sanidade. A coloco ajoelhada sobre a cama, fico de pé diante dela e quase acerto seus olhos. Ela não deixa nada escapar e me arranca tremores do meu corpo.
Já que ela pediu... (Clique
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Sentamos sobre a cama, rindo do estado em que deixamos o quarto. Parece que um furacão orgiástico passou por ali. Camisinhas, fitas, chocolate, roupas, embalagens, tudo jogado, como se uma turba ensandecida houvesse passado por ali. Mas foi apenas um casal de amantes que ousaram tomar um café juntos um mês antes e não conseguiam controlar sua libido e tesão desde então.
Tomamos banho juntos – um ensaboando o outro, com todo cuidado – e nos arrumamos para partir para novas missões. Marina volta a vestir sua roupa executiva, quem a visse seria incapaz de imaginar a safadeza por detrás daquele olhar sério e daquele rosto compenetrado.
Ao sair da Estação Éden, tomamos rumos diferentes, eu sigo em direção à Enterprise. Então me lembro: não cantamos parabéns! Envio uma mensagem para Marina, que imediatamente me manda retornar. Pego um teletransporte e me materializo diante dela, na praça, e ganho um grande abraço e votos de felicidade. E um beijinho no rosto.
E eu ganho o dia.
Resuminho sobre Marina Mel:
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Pré-atendimento: Tive o prazer de conhecer, virtualmente, duas personas de Marina, uma mais intrigante e instigante que a outra. Um mistério que eu precisava desvendar.
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Local: Apartamento simples no Éden, coluna 6.
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A Mulher: Branca, altura mediana, marcas de biquíni, cabelos ruivos não muito compridos, seios grandes, rosto lindo, seios lindos, bundinha linda, toda linda.
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Beijo: Incansável! Beijo delicioso e a todo momento!
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Oral: Gostoso, na medida! E também deliciosa de se chupar, com ou sem chocolate. Um verdadeiro Mel, faz jus ao seu nome!
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Sexo: Haja fôlego! Não me deu descanso – só um poquinho –, pediu posições, tomou as rédeas da situação quando quiz, não negou nada, se entregou de corpo e alma.
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Safadeza: Um misto de timidez e safadeza, uma mistura encantadora. Uma executiva que se apresentou para mim como quem iria conduzir uma reunião sobre contabilidade e de repente se transformou numa Mulher devoradora de homens incautos.
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Repeteco: Ah, se eu tivesse mais tempo esta semana e a agenda dela não fosse tão concorrida... E a vontade, quando ela me chamou de volta para me dar um abraço, de arrastá-la de volta para o Éden? Ah....
REGISTRO FOTOGRÁFICO DA ESPÉCIME ESTUDADA
Lembrancinhas