BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise
Registros dos meus últimos experimentos na minha pesquisa sobre a sexualidade terráquea humana feminina. Tenho feito um balanceamento entre novas experiências e revisões de encontros antigos, a fim de avaliar se as impressões antigas permanecem válidas. Minha última experiência foi com uma moça que, eu descobri apenas na hora em que nos vimos pela primeira vez, ser muito parecida com uma ex-namorada minha. Desta vez, essa certeza já apareceu desde o primeiro contato.
A novata Alferes Lays Santos se apresentou para trabalhar na Enterprise, distribuindo seu currículo nos canais de comunicação. Quando me deparei com sua ficha, ela não era apenas parecida com um ex enrosco meu – ela era um clone idêntico! Cheguei a pensar se não seria algum ardil Klingon, infiltrando uma espiã na Federação. Eu precisava tirar isso a limpo!
— Senhor Chekov, conseguiu os relatórios sobre a Alferes Lays?
— Não consegui encontrar nada, Senhor Spock. Nenhum relatório, nenhum relato. Ela surgiu agora, do nada.
— Então, quer dizer que eu serei o primeiro a desbravar, digo, a fazer um relatório sobre a Alferes?
— Pelo visto sim, Senhor!
— Fascinante... Irei encontrá-la então!
Agendei uma reunião de trabalho com a Alferes Lays, no holodeck. Lá chegando, já tratei de deixar tudo arrumado e no clima perfeito para nossas pesquisas.
— Computador, iniciar simulação! Ambiente: quarto de motel terráqueo, do início do século XX. Cama grande, espelho grande na parede e no teto, posicionados para que nenhum ângulo seja negligenciado e todos os pormenores possam ser vistos e analisados. Sofá ao lado, chuveiro quente, música ambiente sensual. Utilizar o Motel Éden como modelo.
Quando a Alferes Lays finalmente chega, fico embasbacado com o conjunto da obra: sua beleza, seu rosto, seu corpo, seu sorriso. E seus seios. Sim, eu amo seios. Ela entra no quarto, quer dizer, no holodeck, meio tímida – e eu também.
Feitas as devidas apresentações, Lays se transforma e me puxa para um beijo caliente.
A vergonha e timidez iniciais passaram rápido
Depois de nos prepararmos devidamente, banhos tomados, nos encontramos no quarto. Lays linda, vestida com uma camisolinha rosa, que ressalta seu ar jovial. E seus peitos lutando para se libertarem.
— Eu pensei que você fosse igual à foto do WhatsApp – ela me diz.
— Não, esse é só o meu alter-ego.
— Aí tomei um susto quando entrei aqui, foi uma surpresa.
— Pra melhor ou pra pior???
— BEM melhor!
— Ufa!...
— Você é do jeitinho que eu gosto!
— Espera aí que eu vou ali nas nuvens e já volto.
Opa! Deu match!
Ela me puxa para a cama, me beijando, e vai me bolinando. Abaixa minha cueca e, antes que eu possa protestar – até parece que eu faria isso –, ela engole meu cacete com uma destreza ímpar. Seu boquete é intenso e babado.
Ela sabe fazer, e muito bem!
Coloco minha venda sobre os olhos da Alferes Lays, para que ela não se assuste. Deitada na cama, eu levanto sua camisolinha e passo minha pena pelo seu corpo, arrancando-lhe gemidos. Para complementar, um pouco de gelo. Seus mamilos se entumescem, lindos e gostosos de se beijar.
Eu também sei um truque ou outro
Beijo seu corpo inteiro, sua barriga, suas pernas, seus pezinhos, sua ppk. Ah! Sua pepeka! Que delícia! Lays se abre toda para mim, remexe seu corpo em meio a uma sinfonia interminável de "Ai, ai, ai". A duras penas – sou meio terráqueo e não desisto nunca! – lhe arranco um orgasmo.
Lays vem me retribuir na mesma moeda. Eu me deito de costas na cama e ela fica de quatro ao meu lado, meu cacete em sua boca e em suas mãos.
Linda e gostosa
De repente, a Alferes Lays enlouquece e ataca meu cacete na velocidade de dobra 9. E ela quase chega a dobrar meu caralho com sua boca, tamanha a sua voracidade. Seus lábios sobem e descem pela extensão do meu pau, friccionando-o a ponto da quase combustão – por falar nisso, eu já disse que ela tem peitões lindos?
Meu corpo se retesa quando chega a minha vez de gozar, meu membro enfiado na goela da Alferes e pulsando a cada jorro do meu gozo.
A Alferes se levanta para fazer sua higiene e retorna para meus braços.
— Você chupa bem, hein?
— A idade tem que ter alguma vantagem. Mas eu nem sei se você gozou.
— Ah, gozei sim!
Com meu ego humano inflado, apelo à minha lógica vulcana para me controlar. Ofereço uma massagem para minha companheira, um misto de racionalidade vulcana e safadeza terráquea. A Alferes se deita de bruços, o que me permite admirá-la por outro lado, por outro ângulo. E a minha opinião permanece: ela é linda por completo!
Hora de um toque vulcano para relaxar
Sua bundinha é linda, como a dona! Com minha V.E.L.A. (Veículo de Exploração da Libido Afrodisíaco), eu lambuzo seu corpo de cera e a massageio. Sou elogiado (desce, Spock! desce!) enquanto vou apertando e distensionando seus músculos. Fico um bom tempo entretido com sua bundinha e com suas pernocas – que são, vejam só, lindas!
Completamente relaxada, a Alferes Lays se vira e nos beijamos, um beijo gostoso e novamente caliente. E novamente eu beijo e chupo a ppkinha de Lays, novamente enternecido com seus gemidos e "Ais", novamente deixando-a molhadinha. E por uma última vez a Alferes me demonstra toda sua destreza oral, me deixando molhadinho também. Ela mantém constante contato visual comigo, o que me excita mais, e logo ela está com meu gozo escorrendo de seus lindos lábios.
Minha linda!
Conversamos um pouco e descubro que a Alferes novata não é tão novata assim! Agora está explicado todo o seu desenrolo e sua desenvoltura! A voz da experiência se fez presente – e eu adorei!
Infelizmente nosso tempo programado se aproxima do fim e a Alferes se prepara para partir. Ela volta a trajar seu uniforme civil – calça, top e jaqueta pretos –, linda, se despede de mim com beijos e ruma para outros compromissos. Eu ainda permaneço por um tempo no holodeck, me recuperando e me arrumando até, enfim, partir de volta para meus afazeres.
— Scotty, um pra subir!
— Comandante, o senhor já está na Enterprise!
— Eu tenho que ir buscar o resto da minha alma, que está nas nuvens...
Lays... Linda, Amável, Yes!, Safadinha...
Registro fotográfico complementar ao relatório de campo:



