08 de Agosto de 2022 às 02:29
ANINHA DE 1,30 ALTURA
https://br.skokka.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/bianca-recem-chegado-estado-no-vinha-estilo-menininha-sem-frescura-linda-de-corpo-rosto-oral-babando-br1xty75z/
Digboy e Aninha, a anã "free" paraguaia
De antemão, quero parabenizar os confrades desbravadores desse site pela coragem e importância que eles possuem, pois realmente enfrentar o desconhecido é pra poucos. Fui numa incursão o tanto quanto inusitada e arriscada que infelizmente me remeteu aos dias em que não conhecia o Arena e colecionava experiências ruins com as GPs.
Durante a semana lembrei que tinha um concurso pra fazer neste último domingo e na sexta feira fui consultar o local de prova. Aí o querido leitor deve estar se perguntando o porquê do Dig entrar nesse assunto. O que isso tem a ver conosco? E eu vos respondo nas próximas linhas.
Tenho dezenas de guias do Chrome abertas no meu navegador do celular. Mais ou menos na metade das guias está a janela do Arena e ao lado dessa janela do Arena estava até este domingo a aba da Aninha. Aninha anunciava no Viva com Local.
Descobri essa menina através do chat do GP Arena, alguém deixou esse link num papo sobre tara em anãs, eu cliquei, gostei do que vi e a guia foi ficando no meu navegador. Achava que era uma boa oportunidade ou uma experiência diferente que eu gostaria de ter. Uma mini desbravada rs. Já tinha adicionado o contato da dama e como não vou muito pros lados de Campo Grande, a menina meio que ficou naquela opção de stand by, estava sem nenhuma pretensão de visitá-la por enquanto. Mas eis que a prova me manda pro bairro. Busquei no Wpp o digníssimo bairro e o contato dela me apareceu. A mente já começou a bolar uma estratégia/logística de ir vê-la. Mal foi a surpresa quando contactei a moça já na fase de pré atendimento e descobri que entre o local da prova e a casa da garota não dava mais que 1 km...
Eu ainda não estava seguro e fui buscar informações no Arena, no Google e nos sites de acompanhantes. Digitei o vulgo da menina e encontrei 2 relatos no Arena e 1 anúncio com o mesmo nome e a mesma altura 1,30 da garota no Fakeacompanhantes.
Eu estranhei esse anúncio do Photo que batia com o relato de 2 confrades e 1 comentário do COT que dizia ter saído com essa Aninha que anunciava no Photoacompanhantes. Pensei que se tratavam da mesma menina ou que alguma delas fosse fake. Imediatamente perguntei pra Aninha que tava conversando encaminhada pelo anúncio do Viva se ela atendia no Maracanã também, pq tinha visto um anúncio muito parecido e com o mesmo título no site mais famoso e tals. Aninha (ou quem eu imaginei que era) me mandou áudio dizendo que nunca atendeu lá e que sempre atendeu em Campo Grande. Estranhei, mas decidi dar um voto de confiança. Afinal, no Viva ela mostrava o rosto e imaginei que era o Photo sendo Photo. Pedi outras informações e uma vídeo chamada para conferir, mas ela disse que vídeo chamada ela não fazia e que se ela não fosse a menina das fotos que eu podia ir embora ao chegar lá. Ela disse que o local era tranquilo e que não atendia sozinha, que outras duas garotas também ficavam na casa. Ainda sim fiquei meio desconfiado, mas disse que ia chamá-la após a prova por volta das 17 horas.
A dúvida bateu, era a legítima desbravada mesmo que eu não soubesse. Conversei com uns amigos do Arena e eles disseram pra tomar cuidado, que aquilo tava estranho e tudo mais. Chapolin acabou falando com a Aninha do Photo e me deixou ainda mais confuso, pois também descobri mais tarde que falamos com garotas diferentes. Logo vi, pois a dele cobrava 200 a hora e a minha Aninha só 100 kkkk. Tudo se encaixaria mais tarde.
No caminho para a prova, pensei em chamar Aninha pra um hotel, lugar mais neutro e privativo. Vocês devem saber que gosto das frees justamente por atenderem no seu hábitat natural, com aconchego, onde justamente se sentem a vontade e nos deixam também. Quando Aninha disse que outras duas garotas atendiam no local eu já fiquei com a pulga atrás da orelha... Pesquisei os hoteis da região e decidi falar só depois sobre essa possibilidade. Desliguei o celular e tentei focar na prova, se é que era possível, afinal nem tinha estudado e uma aventura me esperava.
Prova terminada, mandei mensagem e ela estava disponível. Perguntei se ela poderia me encontrar no Motel Agadir e ela respondeu por áudio que poderia, mas que fora da casa o pg era de 250 reais a hora + o Uber. Logicamente que não topei, pois a inflacionada de 150% era surreal e abusiva, pra não dizer bem suspeita e estranha. Taquei o foda-se e disse pra ela mandar o endereço certinho que eu chegava lá em poucos minutos.
A casa que ela atende fica em frente ao Guanabara de Campo Grande na Estrada Rio do A. A estrada tava deserta de gente, por ser um bairro residencial e no fim da tarde dominical o próprio supermercado se encontrava fechado. Dois carros estavam encostados na calçada bem em frente a casa dela, um deles com o alerta ligado e o outro estacionado e sem ninguém dentro dele. Pensei: fodeu, isso é uma emboscada para assaltarem os pobres clientes enganados. Marquei um dez no ponto de ônibus e vi o primeiro carro ir embora (aquele do alerta). Mandei mensagem e disse que tinha chegado. Atravessei a avenida e fui em direção ao portão. Antes que eu tocasse a campainha, uma menina abriu o portão e levava seu cliente pra fora. Ela me viu e perguntou com quem eu havia marcado. Disse o nome da dama e ela ficou de chamá-la. Entrei no casarão e ela me mostrou o quarto que a Aninha ia me atender. Nisso, outra menina vendo a porta entreaberta me viu e perguntou também com quem eu tinha marcado. O quarto até que era grandinho, tinha uma tv com uma playlist pop, uma mesa de massagem e uma cama arrumada. A luz era vermelha. Odeio quartos assim, ainda mais com as janelas tampadas, fica muito escuro. E pra mim, o sexo tem que ser no claro (né, dona Sheron?) Kkkk. A rotatividade do local se mostrou bem frenética. Toda hora passavam homens pelo corredor. Pensei por um instante bater em retirada, mas depois de uns 5 minutos Aninha apareceu.
Se tem algo que eu não posso reclamar da Aninha é que ela não era totalmente fake como eu temia. Apesar de ela enganar na altura, dizia que tinha 1,30, ela era do meu tamanho (1,42), o que não é uma diferença tão absurda assim né kkkk, porém não deixa de ser uma mentira. As fotos do rosto eram bem condizentes a realidade. Fiquei aliviado em saber que apesar de ser uma desbravada aquela era mesmo a menina do anúncio (um pouco mais alta). Aninha é magra, tem seios fartos pro seu tamanho e uma bunda normal, nem grande e nem pequena. A pequena Ana é o que podemos chamar de Magrelícia, mas do tamanho miniatura. Ela me recebeu de toalha. Eu disse que ela era uma graça e que gostaria muito de ter sido atendido no hotel. Mas ela disse que pra sair da casa era só naquele valor, porque a patroa dela assim decidiu. E foi aí que as coisas começaram a dar errado. Minhas suspeitas se confirmaram: Aninha não era free e o programa tinha tudo pra ir de mal a pior. Inclusive descobri que esse tempo todo eu estava falando com a cafetina dela no Wpp e não com ela. Pedi pra tomar banho, ela voltou com uma toalha limpa mas não ensacada. A garota ficou olhando pra mim no caminho da pesada porta de correr como se esperando que eu fizesse algo. Peguei a toalha e ela disse que eu tinha que pagar adiantado. Nada contra esse tipo de abordagem, mas ela pensou o quê? Que eu tinha ido pra casa dela pra tomar banho de graça? Nem se eu quisesse pq não teve banho.
Pedi o pix e ela perguntou quanto eu ficaria, disse que só uma hora e que se fosse bom, eu botava outra hora. Fui liberado pro banho. Ela foi pegar um sabonete e veio com um pedaço seco cortado. Perguntei o que era aquilo e ela disse que as meninas cortavam o sabonete em vários pedaços e os clientes descartavam depois. Sério deu vontade de desistir naquela hora, mas o pix já tava feito e eu estava em um território totalmente desconhecido. Entendi que a culpa pelas regras da casa não eram da Aninha e tals. Ela me mostrou o banheiro e saiu. O banheiro era grandinho até, mas era uma visão do inferno. O box era uma banheira, e na banheira haviam dezenas de pedaços de sabonetes, na pia tinha cinzas de cigarro. Cheiro de tabaco que eu já tinha sentido no quarto minutos antes. Não sei se a gp fumava, não senti no hálito dela ou se alguém que ela recebeu tragou lá dentro. Enfim, pensei em apenas jogar uma água no corpo, sem sabonete, por motivos óbvios e nem isso consegui. Algum cliente antes de mim tinha tirado o castelinho do chuveiro e simplesmente não dava pra abrir. Fiquei uns 5 minutos tentando e nada. Dei uma mijada e tive que dar um banho de gato com a água da pia no meu Dig. Mandei mensagem pro wpp da garota e nada. Vesti a cueca e fui no quarto e ela não estava lá. Não sei o tanto que aquela guria fazia, ela sumia do nada a cada instante. Minutos depois ela apareceu e tentou abrir o chuveiro e também não conseguiu. Eu disse que não dava pra tomar banho, mas que eu não tava fedendo. Ela me respondeu dizendo que não tinha me chamado de fedorento e que poderíamos ir pro quarto fazer as coisas de boa.
Eu nunca tinha feito sexo com alguém menor que eu, ali estava a minha tara ou fetiche e talvez um dos motivos pra não ter batido em retirada com tudo o que acontecera até ali. Beijar ela tinha tudo pra ser bem confortável, isso se a garota soubesse beijar. Ela não refugou aos meus beijos, porém simplesmente não usou a língua. Perguntei se ela não curtia beijar e ela disse que gostava, então indaguei, pq ela não usava a língua. Ela ficou meio sem graça e correu pra pegar lubrificante e camisinha. Logo tratei de tirar a pressa dela e disse que não ia meter agora. Aninha mais uma vez ficou sem graça.
Contei aqui nos TDs anteriores (Zuckie e Sheron) que os nossos “santos" bateram de cara, não sei se as personalidades que eram parecidas mesmo ou o astral, o dom de quebrarem o gelo que elas tem e tudo mais, não me senti desconfortável com essas duas em nenhum momento. Já com a Aninha não deu liga em quase nenhuma parte do atendimento.
Pedi pra chupá-la, minha parte favorita do mundo. A menina tava bem cheirosa. Comecei chupando os seios dela e beijando o pescoço, parei por um instante pra ver a reação e ela tava igual uma estátua de sal. Perguntei se ela não curtia e ela disse que sim, que podia continuar. Estávamos sentados, joguei o corpo dela e nada da mina reagir ou mostrar tesão. Perguntei o que rolava, se ela era tímida ou coisa do tipo e ela disse outra vez que não. O foda é que meu Dig mesmo naquela situação embaraçosa, tava com muito sinal de vida. Então ela enfim fez algo produtivo e se ofereceu pra chupá-lo. Começou e pediu pra que eu pegasse a cueca pra secar, pois o Dig tava meio úmido do tal banho com a água da pia kkk. A boquinha dela era macia, deu uma mini cuspida de leve (gostei) no pau, mas não chupou até o talo, ia na cabeça, até o meio e voltava. Literalmente era robótica a pequena donzela. Pedi pra ela parar, pois a sensibilidade tava demais. O pior é que ela depois do boquete cuspiu na lixeira. Além de tudo, parece que tem nojinho a peça. Pedi pra cair de boca naquela xaninha.
A buceta da Aninha tá de parabéns, pena que a gente não dá nota só por causa do órgão genital. Ela tinha um bigodinho bem fininho e um grelinho saltando pra fora. Muito gostosinha de se chupar e cheirosa. Não sei como ela consegue ou conseguiu deixar a xana daquele jeito com a correria que aquela casa apresentava. Chuto por baixo que ela deve atender mais de 10 caras num dia. Só sei que tava bom. E ela até que deu umas gemidas, ora meio mecânicas, ora acho que naturais, pois o restante do corpo apresentou uns espamos. Ela é levinha, puxei suas pernas mais pra cima e continuei a chupar. Pedi pra chupar o cuzinho e ela topou. Uma delícia aquele buraquinho enrugadinho e quentinho. A bundinha dela com o cabelo batendo também era uma tentação. Mordi, lambi, beijei as costas dela. Tesão tava a mil e o Dig querendo entrar em ação. Ela percebeu e disse pra eu segurar pq era uma gozada só. Parei imediatamente e disse que ela tinha falado que não regulava pelo celular e ela disse que quem tava falando comigo era a patroa esse tempo todo. E que eram ordens da casa. Vai ver até a camisinha eles contam pq eu me ofereci pra usar as minhas e ela disse que não usava camisinha dos clientes. Que se eu quisesse gozar outra vez tinha que pagar mais 100 reais, que ela admitiu serem 50 dela e 50 da patroa. Literalmente não era uma boa tarde aquela. Deixei claro que ia dar uma só gozada e iria embora, ainda completei dizendo que realmente a intenção inicial era ficar duas horas, mas com tudo aquilo ocorrendo que não tinha mais condições.
É o que eu sempre falo: casas e meninas que não sabem trabalhar e nem fidelizar clientes. Tão ali passando um tempo e logo serão engolidas pelo mercado. Fiquei puto e decidi que era hora de sair dali. A caceta não baixou, mas a tensão se fez presente. Entendi os tais motivos. Até pq era arriscado eu gozar naquela meia hora até então e a garota sumir novamente e se esconder naquela casarão até o restante do tempo passar. Ela perguntou em qual posição queria e eu pedi o ppmm mesmo. Pincelei a entrada daquela bucetinha e enfiei o Dig. Ela é apertada como todas as magrinhas, fui entrando devagar e confesso que não fiquei por muito tempo, gozei em uns 3 minutos, ela nem percebeu e fiquei mais um tempinho ali até anunciar que tinha gozado. O Dig às vezes fica duro por um tempo depois de cuspir kkkk.
Tirei a camisinha e joguei na lixeira da mina que tava até o topo de herdeiros da Zona Oeste mortos. Reclamei que não podia tomar banho e ela gentilmente foi tentar achar um balde pra eu lavar as partes antes de ir. Esperei uns minutos e ela não voltou (num disse que ela some mais que meu dinheiro depois do pagamento?), resolvi me vestir e ir embora. Ela apareceu e disse que o banheiro tava ocupado. Eu disse que tava tudo bem e que já ia sair. Ela me levou no portão, de toalha e me agradeceu pela visita.
Noves fora, fiquei cerca de 50 minutos na casa e com a garota não deu nem meia hora. O barato saiu caro.
O relato acabou ficando grande (como sempre) mas é porque prometi a mim mesmo que seria fiel aos acontecimentos como um bom forista deve ser. A avaliação não poderia deixar de ser negativa. A sensação que fica e falei isso pra Aninha é que se ela soubesse mesmo trabalhar, até pelo biotipo dela e pela beleza, que poderia se dar muito bem nesse ramo. Enquanto isso não acontece, se é que vai acontecer, os clientes vão, mas dificilmente voltarão (isso eu não disse, porém dei a entender). Aninha, a anã paraguaia é um potencial desperdiçado.
E lembrem-se: desbravar é um ato de coragem!