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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Entrei, fui bem recebido e gostei da casa. Espaçosa, bem montada, clara, refrigerada, agradável.
Vi três ou quatro garotas, uma delas a Priscila, realmente muito gatinha, e também a Lisbela Varela, que coordenou as apresentações.
No fim, gostei foi da Paty, 20 anos, 1m65, menina bonita, grande, fofa, risonha, seios pequenos, pele bem branca.
As fotos retratam o que ela é de fato. Ela é uma graça, dentro do seu formato roliço e abundante.
Gostei de estalo, nem sei bem porque.
Fiz a entrevista e topou tudo, dizendo que o anal se veria na hora (com taxa). Tudo bem, não faço questão.
Olhado-a demoradamente, pedi que desse uma voltinha, ficasse de costas, apertei forte as carnes da bunda, ela virou o rosto e perguntou "Gosta?" Achei engraçado. Assinei 1h com a dama.
Fomos para um quarto luxuoso diante de uma vista cinematográfica, com janelas panorâmicas. Gostei disso.
Cama igualmente grande e confortável. Lençóis e fronhas limpas.
O banheiro... bem, não é lá essas coisas, estrutura meio desordenada. Não está à altura da casa.
Tudo o que pedi que Paty fizesse ela fez. Entrou no quarto de banho tomado e dentes escovados. Senti o hálito logo no primeiro beijo.
Nosso envolvimento então foi instantâneo. Abraçamo-nos em pé e percorri seu corpo com as mãos por dentro do seu roupão.
Agarrei aquelas carnes macias de mulher farta e carnuda. Correspondeu a todas as minhas carícias com gemidos e arrepios.
A pika, lógico, já ficou de pé.
Seguimos na minha sequência clássica: beijos, lambidas pelo seu corpo, chupada lenta nos seios e dedilhada suave na pepeka e no cuzinho. Foi aceitando tudo. Adoro dedilhar um cuzinho de mulher bonita.
Depois sentei no pufe e ela ajoelhou para o bok sem mãos. Delícia. Brincou com a cabecinha, lambeu o tronco, foi nas bolas e depois, olhando pra mim com cara de cabritinha assustada, engoliu o bruto.
Que coisa! Viagem aos céus.
Mamada excelente, com boa pressão e boa cadência.
Procurei fazer aquilo durar o máximo possível, mas não tanto quanto desejava. Logo fomos para a cama e ela se arreganhou na beirada para que eu saboreasse seu fruto proibido.
Adão diante do Grande Pecado.
Lambi, chupei, beijei - isso durou um bom tempo. Mamei o cuzinho lindo com suas pernas bem erguidas.
Enfim, deixei a racha no ponto. Então encapei eu mesmo e fui devagar naquela greta aberta à minha frente.
Penetração lenta, olhando-a nos olhos e ela desviando o olhar.
Penetração quase milimétrica, bem devagar, entrando aos poucos. Quando atingi o final da linha acionei um vaivém ritmado. Pouco me restou fazer a não ser debruçar-me completamente sobre seu corpo, encostar as bocas, ouvir seus gemidos aflitos... e com algumas fortes estocadas deixar o jorro sair livre, sem obstáculos.
Que beleza!
Como sempre, consegui fechar a conta em torno de 25 minutos - embora, na verdade, eu desejasse que a coisa durasse bem mais. Porém aprendi que o gozo não deve ser contido. O gozo real, espontâneo, verdadeiro, não deve ser contido. É um risco muito grande. Você segura a gozada porque quer desfrutar mais da dama e depois, quando quer gozar... cadê a pika?
Já caí muito nessa, não caio mais.
Fizemos a higiene com lenços umedecidos, abracei-a em conchinha e descansamos.
Passamos o resto do tempo em carinhos, chupadas eventuais e pedi que deitasse sobre mim, de frente, para uma sessão de lambidas na minha cara, que eu gosto muito. A língua, como sabemos, é um órgão sexual.
Entendeu a coisa direitinho, a safada.
Isso resultou em uma punhetinha rápida, saideira, com beijo - e gozo bem reduzido, como seria mesmo de se esperar.
Finalmente, digo que foi uma foda normal, com variantes criativas.
Confesso que saí de lá plenamente satisfeito e recomendo a Paty a todos.
Gostosa de pegar, gostosa de lamber, sabe beijar, sabe meter.
É do ramo, a menina. Carinhosa e bem profissional no atendimento. Nada que desabone.
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Então é isso aí. Vida que segue.
À luta, cidadãos!
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