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Tópico da ROSA VERMELHA

Campo de São Cristóvão, 26, São Cristóvão
Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ


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HORAS DE SEXO
622h:40m

RELATOS:
489

POSTAGENS:
1297

Membro desde
27/05/2019

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27/05/2019
EVA
POSITIVO
40 MINUTOS
VALOR: R$120.00
04 de Maio de 2022 às 12:14
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Para o espermatozoide desavisado, o útero não é a saída, é a armadilha. Noite, eu fincava minhas botas pelas calçadas precárias da Rua Francisco Eugênio após uma nova visita à icônica Vila Mimosa. Conectado ao celular, o meu aparelho auditivo transpirava a batida Show Me Love, trilha sonora inicial deste episódio.

SHOW ME LOVE

Não, eu não pretendia resgatar nenhuma das putas tristes da Francisco Eugênio, apesar de ter encontrado a pista infestada de mariposas, algumas interessantes. Dentro da Vila Mimosa uma menina me informou que haveria festa de aniversário no puteiro Rosa Vermelha, que fica no entorno do Campo de São Cristóvão. Acredite, forista sem fé, andei da Vila Mimosa até o Campo de São Cristóvão, desafiando os perigos dos arredores da Quinta da Boa Vista, levando cantada de travestis e me desviando dos rasantes de morcegos psicodélicos. É um trajeto que exige preparação psicológica. Quando alcancei o Campo de São Cristóvão, ainda precisei percorrer mais um estirão para chegar ao puteiro.

— Por que você não pegou um táxi, Dante? — perguntaria o sábio forista.

A mania de andar de carro me fez calcular mal a distância, quando percebi isso já estava na metade do caminho e decidi continuar. Há uma peculiaridade, as botas que uso têm o mesmo conforto de um tênis, detalhe que amenizou a missão. Quinze minutos caminhando e avistei o Rosa Vermelha ao som de Just an illusion explodindo em meus ouvidos...

JUST AN ILLUSION

Subi a escada labiríntica e alcancei a pista. A casa vazia de clientes, mas com uma quantidade razoável de mulheres, número que aumentou com o avançar do tempo. Peguei uma cerveja, fui para o terraço e me sentei. A maioria das garotas usava vestidos provocantes, muitas ninfetas, algumas me olhavam com nítida curiosidade. Fiquei na minha, aguardando os acontecimentos. Atravessa a pista uma loira que devia ter 1,70m de altura, curvilínea, sexy, uma bunda inacreditável de tão perfeita, seios pequenos, coxas grossas e torneadas, cabelos batidos na nuca e uns olhos que faiscavam. Fiquei doido quando a vi, deu coceira no pau. Sinalizei para chamar a atenção e ela veio me fazer companhia.

— Boa noite. Tudo bem? — ela me pergunta.

— Tudo — respondo — qual seu nome?

— Eva e o seu?

— Dante, me chamo Dante.

— Você tem jeito de que não é do Rio.

— Sou gaúcho, há muitos anos aqui.

A moça cheirava bem, como se houvesse acabado de sair do banho. Tinha um sorriso de canto dos lábios que formava uma discreta covinha em sua bochecha, um charme. Vinte e três anos, voz firme, impostada, falava como se fosse uma boa atriz, articulada e boa de papo. Fiz a entrevista básica e foi aprovada nos quesitos essenciais. Alcova.

O quarto da Rosa Vermelha não é grande coisa, mas a cama parecia estar coberta por um lençol limpo. A menina me inaugurou com um beijo guloso, esfregava-se em mim como quem estivesse ansiosa pelo sexo. Sussurrou no meu ouvido surdo...

— Vai comer o meu cuzinho, né?

Meu combalido pênis sentiu a responsabilidade e ficou ereto de nervoso. Deitamos e ela abocanha meu pau com a sede dos camelos do Saara. Chupou com vontade, quase me causando ejaculação precoce. Resisti. Eva deu um salto e se embolou em mim como se fosse lutadora de judô, a garota gosta de roçar perigosamente. Ficou de quatro, passou um tipo de óleo gosmento no rabo, segurou Pikachu (o breve) e o introduziu na cavidade anal. Digo com toda sinceridade, afeiçoado forista, o cu da mulher estava quente, não sei se por efeito do óleo que ela usou, o calor passou para a minha pica que ganhou uma rigidez quase pétrea. Engrenei nas estocadas, a mulher gemia alto, estava gostoso, acelerei as metidas, meu pau fervia naquele cu. Gozei intensamente, meu esperma deve ter se transformado em batata frita devido ao choque térmico com o rabo da Eva. Despenquei em estado convulsivo no castigado colchão.

Voltei para a pista, bebi uma água mineral e ganhei as ruas. Cambaleante pelo efeito da foda, chamei um táxi pelo aplicativo e varei as sombras de volta à bucólica Tijuca.








ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Diazepan 06/05/2022 20:33

Trabalhei naquela região e, realmente, fazer o percurso descrito, ainda mais à noite, não é missão fácil, rs.

Velhin Tarado 06/05/2022 12:46

Mais um excelente conto!

Ghost Navigator 05/05/2022 06:26

Essa caminhada é só para quem está no ramo há muito tempo ou é desavisado kkkk
Parabéns pela aventura!

Felipe_BR 04/05/2022 15:59

Valeu por compartilhar. Dois relatos na casa e os dois com anal, assim fica interessante!

CariocaGaludo 04/05/2022 15:21

Sensacional essa enrabada na bela dama! Parabéns!

Saulo Top 04/05/2022 15:14

...passou um tipo de óleo gosmento no rabo, segurou Pikachu (o breve) e o introduziu na cavidade anal. Digo com toda sinceridade, afeiçoado forista, o cu da mulher estava quente, não sei se por efeito do óleo que ela usou,....

Socorro.....kkkkkkkkkkk Eu to passando mal....kkkkkkkk

Mestre Dante e suas aventuras libertinas. Show!

man_of_business 04/05/2022 14:09

Excelente, Dante! Sempre soube que nesse sobrado havia um bordel devido às luzes piscantes quando se sobe a linha vermelha. Muitas vezes pensei em ir porém nunca tomei coragem já que não sabia os detalhes. Vou visitar essa casa agora que você escreveu seu TD!

membro, Jucabar, ronondex, Felipe_BR, man_of_business, Saulo Top, Dom Pirocone, CariocaGaludo, Wolfgang, ViciadoEmPeitudas, Brand, Velhin Tarado, Diazepan, Predator, Não é o Antony, Siropas curtiram esse relato.
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27/05/2019

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27/05/2019
CARLA
POSITIVO
30 MINUTOS
VALOR: R$100.00
03 de Setembro de 2019 às 22:45
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

O burburinho de sábado à noite, no entorno do Campo de São Cristóvão, estava frenético quando aportei o Sucatão numa rua próxima à entrada da Feira. Eu não pretendia sair, mas o tédio e a necessidade sexual falaram mais forte.

O que é um libertino? Você poderia me perguntar inesperadamente, afeiçoado leitor. Respondo, um libertino é a criatura dotada de total liberdade, que possui a consciência dessa liberdade e às vezes mal sabe como usá-la. Sim, forista sem fé, a liberdade absoluta já é uma espécie de luxúria extrema. Um homem casado não é um libertino; um homem casado é, no máximo, um tristíssimo adúltero que precisa da mentira para driblar as frustrações do casamento. Talvez, pudéssemos afirmar que o adultero compõe uma subclasse de libertinos, praticam a nostalgia da liberdade que é vivida de forma plena e despudorada pelo desregrado libertino.

Nunca me casei. Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria... Se parafraseasse Machado de Assis, não estaria inventando a minha condição, eu a estaria constatando. Sou livre como um libertino precisa e deve ser.

Entrei pela Feira de São Cristóvão, que praticamente se tornou um polo de karaokês repletos de gente jovem, de ébrios desafinados e idosos ocasionais. Vaguei pelos corredores populosos do pavilhão decidindo o rumo da minha aventura. Escolhi visitar novamente o bordel Rosa Vermelha, próximo de onde eu estava.

O Rosa Vermelha assemelha-se aos puteiros do Centro, é um sobrado com milhões de degraus a serem escalados antes de alcançar o salão. E lá fui eu, pisando minhas botas sobre a poeira do tempo que recobre o bairro imperial. Há uma particularidade única no Rosa Vermelha, a área de convivência é um terraço ao ar livre, é onde as putas ficam e nos abordam. De todas as vezes em que eu estive na casa, essa foi quando a encontrei mais povoada de clientes e garota. Um pagode meia bomba fazia a trilha sonora de uns pinguços que dançavam sobe a melancolia do céu de inverno. Exatamente no meio da pista, avistei Carla, uma inacreditável loirinha de olhos verdes, vestida num sexy macacão colante preto dotado de um decote abissal. Linda, parecia uma miragem naquele cenário defronte à Linha Vermelha. Esperei que os olhos dela encontrassem e chamei-a num gesto com as mãos.

Carla se aproximou em passos de pantera, o corpo se remexia em oscilações vertiginosas. Ao parar diante de mim, pude me deixar naufragar naquele par de bilhas esverdeadas e vicejantes que formavam o seu olhar. A beleza de Carla intimida e encontrar uma mulher como ela num bordel de categoria duvidosa nos deixa confusos. Fiz aquela entrevista padrão do putanheiro velho e todas as respostas foram positivas. Anal, oral sem camisinha, gozada na boca, Carla se enquadrava na categoria cama, mesa e banho. Completíssima. Convoquei-a à alcova.

Quartos de trashs devem ser parecidos com as celas do presídio de Gericinó, talvez as celas sejam até melhores em alguns casos. Mas o legítimo libertino não é feito só de liberdade, é composto de coragem, de desprendimento, de desapego. O libertino de raiz é o homem que mija em pé. Carla se despiu e pude ver seu corpo miraculoso. Sim, incrédulo forista, porque uma mulher com três filhos ainda ser dotada de um corpo de curvas estonteantes é um desses milagres que não testemunhamos nem na Igreja Universal. Começamos a trocar carícias, beijos de afogados, língua com língua, saliva com saliva. Ela roçava seu corpo no meu provocando uma eletricidade que seria capaz de iluminar Benfica inteira. Carla me empurrou no pequeno colchão coberto por um lençol com aspecto de pano de chão abandonado sobre a cama e me invadiu num boquete que me fez ouvir a música tema de Missão Impossível. Que doideira. Tive que pensar nos pedalinhos da Quinta da Boa Vista, no hipopótamo do Zoológico, no incêndio do Museu, tudo para evitar a ejaculação precoce. Resistir é inútil, já diziam os Borgs de Star Trek. Posicionei a loirinha de quatro, dei uma lambida naquele rabo emoldurado com uma marquinha de biquíni que quase exigia um microscópio para ser detectada, comecei a penetrá-la enquanto a devasse soltava longos gemidos e iniciei o ritmo eufórico das metidas. Sim, meu estimado companheiro de orgias, resisti pouco e gozei muito no interior misterioso daquele útero nórdico. Caí na cama como um prédio velho após a implosão.

Carla me contou que só frequenta a boate nos fins de semana e que trabalha num privê do Centro que me esqueci o nome (perdoem-me a memória senil).

Retornei ao Sucatão, acionei o motor, liguei os faróis e quando ia acelerar alguém bateu no vidro.

– Fala, tio. É cinco real a vaga – diz o maldito flanelinha.

Paguei e mergulhei no negrume do asfalto... Yes
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
cachorrolouco 10/07/2020 15:57

Confrade tem o endereço mais exato?

SonsOfAnarch 11/09/2019 14:07

Muito bom o seu relato mano, ri demais kkkkk

liutaio 04/09/2019 23:49

Sempre passei de onibus voltando para casa na porta desse puteiro e sempre prometia a mim mesmo que um dia saltaria ali pra ver como é. Nessa época subia uma adrenalina só de explorar esses inferninhos. kkk Mas nunca o fiz com esse aí. Tem um bem perto do Engenhão que sempre falei o mesmo, Nem dá pra saber direito que é um puteiro mesmo, uma casa de esquina rosa... ninguem jamais postou um td ali em todos os foruns.
Só achei esse daí caro. ultimamente tenho achado tudo caro demais. não sei se estou pão duro ou cansado ou se comparo o custo benefício e vejo que a maioria só está comendo churrasquinho de gato num prato chique servido por garçom achando que tá comendo iguaria rara. kkkkk Na verdade muda o ambiente e adornos mas a buceta é do mesmo nível ou até melhor muitas vezes. kkkkk

membro, liutaio, Mate345, SonsOfAnarch, ViciadoEmPeitudas curtiram esse relato.
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