27 de Outubro de 2014 às 08:48
Eu me encontrei com uma linda moça, chamada Isabela Lins, num dia do qual não me recordo exatamente a data, e mesmo que recordasse provavelmente deslembraria em alguns dias. As etiquetas que colocamos nos dias, e os dispomos na folhinha de geladeira, não fazem mais que diferenciá-los e torná-los, do mesmo modo, iguais e vazios. Eles precisam de vida e de história, de experiências para além do 20 ou 21 ou 30 do mês de agosto de 2014. Apenas estes que vão além é que cabem nos bolsos e no calendário que trazemos na cabeça.
O dia de hoje foi aquele que me furtarei, se minha memória permitir, a lembrar eternamente, durando eu para sempre ou não. Rememorarei a boca tranquila, de poucas palavras e riso contido, de beijo doce, a pele suave escorrendo por minhas mãos, os olhos marcados a lápis por Deus, que é ela mesma. Tudo de belo que um homem pode ver na vida é explicável, a luz do sol pela manhã, um raio cortando o céu escuro, a fruta vermelha solitária na árvore verde. Incompreensível é a beleza dos cabelos mais negro que a noite que precedeu a primeira estrela, é o caminho desta noite com fios brilhantes por entre as costas e seios de pétalas de Lírio branco. O mistério de sua pele clarinha e seus olhos que não acompanham a intensidade obscura das madeixas, olhos pintados por um castanho bem delicado que parece outra cor. Sua boca é de quem passou a tarde a comer morangos e se esqueceu de limpar os lábios, perdidamente vermelhos. Sua essência é de quem nascera para ser anjo e se esqueceu de sê-lo, ou talvez o seja.
Perto da noite, Encontramo-nos na Zona Sul do Rio, num motel próximo a Copacabana. No quarto, conversamos um pouco, de forma muito agradável, sentados na cama. Quando ela falava, às vezes perdia-me e ficava admirando-a ao desenrolar de suas palavras. No meio de um instante qualquer do tempo, aproximei-me e a beijei. Passei a mão por entre seus cabelos e beijando sua boca, deitei-a de costas na cama. Após beijarmo-nos graciosamente, com minhas mãos suavemente percorrendo suas pernas, num movimento afável, ela se sentou na minha cintura, abrindo minha camisa e beijando a minha boca com mais intensidade. Eu me aproximava, erguendo-me da cama, e ficava com a boca na altura de seus seios. Calmamente, tirei o vestido escuro que ela vestira e que caíra perfeitamente em seu manequim esguio. Por debaixo dos panos havia um corpo muito bem desenhado, ainda vestido com um conjunto negro. Seus pequenos e belos seios se amoldavam sem dificuldade por toda a extensão das minhas carinhosas mãos. Pelo espelho eu a observava de costas e sentia seu corpo se apertar contra o meu, revelando sua excitação. Levei-a para a cama, despindo-a completamente e beijando cada parte que tive a audácia de despir. Abracei-a por trás e fiquei acariciando o seu clitóris e beijando seu pescoço, ao som dos seus gemidos maravilhosos . Quando percebi que ela estava realmente muito excitada, concentrei-me em seu sexo, fazendo um oral que gostei muito de fazer, eu passava as mãos por suas pernas e tocava os seus seios. Neste momento, ela gemia sem nenhum pudor, principalmente quando gozou na minha boca.
Em seguida, ela se ajoelhou e chupou o meu pau. Eu sentia sua boca pequena e afetuosa fazendo aquele carinho. Ela me olhava de vez em quando, muito provavelmente para confirmar o meu deleite, e eu fitava os seus olhos, ciente de minha sorte. Aquele boquete não representava somente o mero ato por si só, continha, por detrás da imagem da menina casta de rosto formoso fazendo impuras carícias, o sentido ordinário, inesquecível e inexplicável de ver uma menina como aquela fazendo coisas como aquelas numa noite como nenhuma outra. Depois, deitei-a na cama. Tive agarrada ao meu corpo, penetrando o seu sexo, uma mocinha que encanta, sem nos darmos se é por malícia ou ingenuidade. Isabela é leve, delicada, linda, doce e muito gostosinha. Eu olhava para ela e ela era tudo. Apesar de pequena e delicada, carregava entre as curvas o peso e a beleza de todas as coisas.
No fim da festa, pois meu corpo começava a anunciar o fim da festa, ela chupou meu pau e eu gozei, olhando para o seu rosto, seus seios e sua pele de seda. Ela se aproximou e me deu muitos beijos. Depois ela se levantou e eu fiquei deitado remoçando. Enquanto nos arrumávamos, eu ficava observando-a e dizia inutilmente que ela era linda. Ela sorria, e o espelho refletia o seu sorriso e ela era duplamente Linda.