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27 de Junho de 2024 às 13:06
Luna Chaveirinho
Introdução/Preparativos:
Começo a vos contar este relato logo após o encontro com a Chaveirinho. Reconheço que a energia está sugada. Que eu ainda estou me recuperando deste enrosco. Peço perdão se ficar um pouco confuso, mas ainda estou colocando as ideias no lugar.
Segunda deveria ser considerado o Dia Nacional das Profissionais do Prazer. TODA SEGUNDA! Na verdade, pesquisas universitárias e de outras instituições, como o instituto Data Foda-se até apontam este fato. É o dia da preferência do brasileiro, e ponto. Confrades dos mais diversos tipos escolhem este dia não à toa. É perfeito para começar mais uma árdua semana de trabalhos e/ou estudos, bem leve e relaxado.
A briga no trânsito? Esquece. O estresse em casa? Esquece (talvez, mais ou menos). Os vacilos de filhos? Não tenho, mas esqueça mesmo assim.
Enfim.
Tenho me enquadrado cada vez mais nesse grupo e posso dizer (quem diria, hein?) que passei o final de semana esperando por mais uma segunda.
Havia tentado marcar com Luna anteriormente para tentar aproveitar a promoção de Mês dos Namorados dela. Ela estava de folga. Não rolou, graças a Deus! Era uma sexta, final de tarde. Ia acabar comigo.
Pois bem, surgiu a oportunidade nesta segunda. Logo mandei aquela mensagem. Disponível. Encontro marcado. A princípio, eu tinha pensado em fazer o Test Drive Desbravada de 30 minutos. Só que a Chaveirinho é uma figura já conhecida. Vários relatos positivos desta comunidade. Fiquei mais confortável e confiante de ir para o encontro com um pouco mais de tempo. Até para fazer tudo com calma, apreciar.
Ah! A marcação foi muito tranquila! Quando disponível, responde com rapidez, tira todas as dúvidas. Atenciosa e muito simpática!
Tudo elaborado, vou ao seu encontro na AA37.
A Chaveirinho / Local:
Por conta de um erro do estacionamento, acabei atrasando uns minutinhos a minha chegada. Faço os procedimentos de entrada, subo e bato à sua porta. Chaveirinho me recebe com um sorrisão no rosto e quase nada de roupa. Mesmo de salto, continuava baixinha.
Ela é morena, bem bonita, com tudo no lugar e proporcional. Bumbum e coxas bem firmes, gostosas de apertar mesmo. Parece que tem um imã. A mão na cintura dá um encaixe todo especial. E ela gosta desse contato. rs
- Pessoal do Arena fala muito bem de você! – tento puxar uma conversa;
- É? O que eles falam de mim? – Luna me questiona;
- Que você é carinhosa, atenciosa, sabe bem o que está fazendo.
- Eu, carinhosa? Eu gosto é de dar PORRADA! – responde fazendo gestos de soco nas mãos e fechando a cara.
Paralisei por alguns segundos. Deu para ouvir a moça do Waze falando na minha cabeça “recalculando rota”. Ela ri.
- Eu tô brincando! (risos). – Luna fala.
Eu relaxo. Rimos um pouco. Ela me oferece toalha para a higiene.
Cara, como a higiene é importante! E é notório que as meninas valorizam muito isso. Nada melhor que um enrosco com aquela sensação de frescor.
Higiene feita, sigo para a cama.
O local de Luna é bem bom! Cama de casal muito confortável, ar-condicionado na temperatura perfeita, banheiro com chuveiro quente e amenities à disposição. Poderia passar facilmente o dia inteiro por lá.
Atendimento:
Luna está de bruços, com aquele bumbum bonitão para cima. Cena de filme, amigo. Ela me percebe chegar, retira a toalha da minha cintura e ajuda a me secar nas costas. Trocamos mais algumas palavras, sobe uma tensão sexual e logo ela começa a beijar. Com ela, as coisas são profundas, INTENSAS. O beijo tem seu complemento sensorial. A gente sente a respiração, ouve o roçar das línguas. O toque na pele energiza. Tudo se desenvolve com naturalidade.
Logo, deitamos e continuamos.
Chego aos seios. Aqui, a Chaveirinho gosta das coisas com calma, com delicadeza. Se fizer certinho, ela se abre, geme, fica molhada. Vou descendo e aplico o oral. De novo, gemidos, corpo contorcendo e bastante lubrificação natural.
- Você já quer me deixar molinha, né? Sobe aqui. Deita. – Luna fala, me puxando para cima.
Vez dela.
O oral é matador. Sabe aquele papo de saber o que está fazendo? Então, é isso. Ela te olha nos olhos e fica prestando atenção nas suas reações. Onde você esboçar sinal de maior prazer, é ali que ela vai ficar investindo.
Os pensamentos voam, saem flutuando como pipa avoada. Precisei retomar o controle lembrando da atual situação do meu time no Brasileirão 2024. Foi o que me salvou de queimar a largada.
- Vem! Sobe aqui! Quer me deixar mole? (risos) – Minha vez de puxar Luna para cima.
E dali foi uma cavalgada até ela cansar um pouco. Depois, um D4 sensacional com direito a encaradas no espelho e umas “putariazinhas” faladas de leve. A coisa estava tão fluida, que eu cheguei a desbloquear a “Velocidade 6 da Dança Créu”. Ela pedia mais. Cansamos. Estávamos esbaforidos. Ela me puxou para um PPMM.
- Vem, amor. Vamos no amorzinho agora. – Dizia Luna me beijando na boca.
E quem disse foi de leve? Não dava. Foi estocada atrás de estocada até o orgasmo.
Eu fiquei largado na cama por alguns minutos. Levantei e fui tomar mais um banho. Ela tinha servido água gelada para mim. Foi tão intenso que meu corpo tremia, mal conseguia levar o copo com água à boca. Ela dava risadas.
Deitamos e conversamos mais um pouco. O horário que eu havia programado (1 hora) estava próximo de finalizar. Encaixamos perigosamente em uma conchinha. A minha mão passeava em todo seu corpo. Beijava seu pescoço, mordia sua orelha.
- Ah, garoto. Que isso! – Ela sussurrava de prazer.
Minha mão praticamente estava no controle do seu quadril.
- Vai lá, pega logo a camisinha! – Disse Luna, apontando a direção onde estava.
Logo coloco e partimos para um segundo round. Ficamos de ladinho, depois numa posição que não sei o nome, mas deve estar em algum manual do Kama Sutra. Enquanto metia, dava para masturba-la, pegar em seus seios e mexer em sua cintura. Fomos assim até o meu segundo orgasmo.
Estávamos exaustos. Ela dizia que ficou cansada, com sono. Brinquei, falando que estava pensando em ficar mais uma hora. Ela riu, balançando a cabeça negativamente.
Mais um banho, mais uma tremedeira, mais um copo de água gelada, pagamento feito e rua.
Observação final:
Não foi possível reduzir o tamanho deste relato, pois um encontro com Luna Chaveirinho é inversamente proporcional à sua “baixa” estatura. É um encontro gigante! Único. Se eu pudesse resumir: intenso, sedutor e extremamente prazeroso. Eu, que cogitei pensar em 30 minutos, fiquei 1h30 sob seus "cuidados". rs
Sobre o anal, sequer cheguei a pensar nele, de tão gostoso que estava a situação. Mas é algo para um repeteco.
Há quem diga que ela gosta de dominar. Totalmente ao contrário, eu digo que ela gosta de sentir prazer tanto quanto a gente. E isso, nesse meio, é algo mágico. Ela auxilia na condução do encontro, com muita sedução, buscando a satisfação mútua. É para apreciação!
O camarada que tentar ir só para “meter”, para esvaziar, se satisfazer sozinho nas suas exclusivas perversões, não sabe o que está perdendo.
E lembrem-se sempre: corpo dela, regras dela!
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