23 de Novembro de 2019 às 11:38
BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

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Esse TD oscila entre Neutro e Positivo. Demorei a postar porque ficou difícil decidir.
Achei que dar Positivo seria um exagero.


Novembro 2019

. . . . . . Muitas coisas aqui neste relato se chocarão com o que outros disseram sobre essa menina. No entanto, vou dizer o que aconteceu comigo e como eu percebi toda a transa.

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A menina não é exatamente o que se mostra nas fotos. As fotos são muito bem feitas, enquadramentos muito bons, sugerem uma pessoa que você não encontra ao vivo. Mas é ela, não há dúvida.
À medida que você vai vendo em casa as fotos, logo cria uma aura de feminilidade, pureza e beleza que, sinceramente, não existe na real.
Posso dizer o produto está bem vendido. O marketing é de boa qualidade. E foi navegando nessas águas que fui até lá.

Outra coisa: a menina não é bonita. Mas isso não quer dizer que seja feia. Ela é normal, parda (não tão branca quanto as fotos sugerem), não é nenhuma garota, é uma mulher, pode ter 23 anos, 1m62, seios pequenos, sem barriga, cabelo curto, coxas roliças, bundinha ok. Mulher normal. Não chama a atenção.
Na apresentação em algum privê não posso afirmar que a escolheria.

(Confesso que quando ela abriu a porta e a vi, fiquei parado e senti vontade de perguntar: "É você a Larissa Pitter?"
Há, realmente, um espaço vago entre o que está sugerido nas fotos e o que ali se apresenta ao vivo).

Mas vai lendo.


: : : : : O LOCAL

O prédio é o 37 da Álvaro Alvim - aquele que todo mundo conhece. Uma construção da era Vargas, um prédio já bem decadente, com corredores vazios e imensos, neles enfileirados pelo menos uns 30 apartamentos por andar. Não é fácil achar a sala dela. Você tem que percorrer um labirinto de portas com números em ordem aleatória até chegar lá. Mas, convenhamos, isso é o de menos. Não é uma crítica, é apenas uma observação. Nem sei porque estou falando isso.

A sala onde ela atende é ampla, tem um tatame sobre um estrado, tipo um colchão largo e até confortável, mas bem baixo (não é uma cama). Tem uma maca também (e isso é bom).
Tem duas cadeiras e um cabideiro. Tem ar. Tem também um móvel baixo de madeira, com gavetas, que serve pra nada. No geral, o espaço é bom, bem iluminado e tem janela.

Na sala funcionam outros quartos com outras garotas (mas não vi nenhuma).

O banheiro é amplo, as instalações são antigas, o chuveiro só libera a água depois de um ronco surdo que faz tremer todo o box.
Tudo ali é um arranjo que, bem ou mal, atende ao que se propõe. Na verdade, é melhor do que muita sala com baias e divisórias que se vê por aí.


: : : : : O ATENDIMENTO

Para mim, como já disse, o desempenho da Pitter fica numa zona obscura em que o Neutro prevalece sobre o Positivo. E, aqui pra nós, ela eu não repito.

O preço é bom (já estou vendo promoção dela de 80 reais por 1h...) - então não se pode exigir muito.

Mas a moça, acreditem, não é uma GP. Ela está GP. Vê-se que ela quer produzir um bom momento, é bem intencionada, mas seu atendimento carece que iniciativa e criatividade. A entrega é limitada. O beijo é racionado, você tem que manter a cabeça dela segura para sustentar o beijo em andamento, senão o beijo interrompe. Isso é uma coisa que eu não gosto.

No lado positivo, ela se deixa pegar toda, brinquei com a xota e sarrei à vontade, de frente e de costas, com ela amparada na parede. A pika cresceu sem esforço.

O problema foi, todo o tempo, o beijo que não se sustentava naturalmente, precisava ser perseguido e estimulado - e frequentemente era interrompido. Reclamei mas adiantou nada. Não é da natureza dela beijar desconhecidos (ou, pelo menos, comigo ela foi assim - e olha que eu levo escova e pasta de dentes...)

Coloquei-a deitada na maca e fui buscar o mel da xota. Bela xotinha, pequena, bem desenhada, sem odores, sem peles. Não vi grelo nenhum mas tentei encontrá-lo e achei uma cabecinha vermelha que despontou em certo momento, lambi com calma e ela gemeu e se contraiu toda. Interessante que minha pika nessa hora deu sinais veementes de existência e a transa ficou bem boa.

Botei pra mamar. Sentei na cadeira e ela veio lavar a louça ajoelhada no chão sobre uma almofada. O bok... bem, foi um bok de qualidade média (para ser condescendente). Já tive melhores (muuiito melhores). Não coloca a pika toda na boca e a pressão não é nada satisfatória. Deixa a desejar. Falei, instruí, ela tentou mas ficou mais do mesmo. Deixei rolar.

Fiquei em pé, ela continuou chupando, depois sentei na maca, não melhorou nada.
Então, senti que o alerta acendeu: beijo fraco, bok fraco, o abismo avultou-se à minha frente.

Tive que apelar para a imaginação para manter o bruto em pé. Encostei nela, ela segurou a pika, falei sacanagens, chamei ela disso e daquilo, disse que ia comer a raba dela e da irmã dela (nem sei se tem irmã...) - e fui assim, e até que a coisa sustentou. Aproveitei o embalo e fomos pra a cama.

Mais uma sessão de boquete com altos palavrões apertando seus seios e deu a hora de encapar. Chamei pro beijo e mantive-a bem segura e nossas línguas finalmente se encontraram e senti que o balão agora ia subir.

Ela aproveitou e sentou na caceta. Deu uma série de mexidas boas. Depois começou a quicar e pedi para fazer mais devagar e ela achou o ponto certo e ficou legal, subindo, descendo, filha da puta, subindo e descendo, putinha cachorra, vou comer a raba da sua mana, subindo e descendo e gemendo, eu segurando sua cintura, cravando de baixo pra cima, ela forçou legal, impediu que eu subisse, forcei, ela enterrou com força, ficamos nessa luta surda e então eu gozei. Ela parou o movimento bem certinho, ficou enterrada e senti o fluxo se esvaindo com meus herdeiros dando de cara com o buraco negro do Nada.


: : : : : CONCLUSÃO

Enfim. É isso. Chega. Se você veio até aqui realmente você é um cara que não tem mais nada para fazer nessa vida.
Você e eu.

Somos confrades de Eros, somos cúmplices, discípulos de Afrodite, irmãos em Vênus.
Cabo Daciolo, ó Pai, vinde irmão, traz a glória - tamo junto!

Posso dizer, pra fechar, que na sequência ela se desacoplou, pulou logo da cama, perguntou se eu queira água, me deixou lá com a pika meia bomba com a camisinha toda esporrada, olhou pra cima, olhou pra baixo, perguntou se eu queira tomar banho, disse "está esfriando, né?", depois abriu a porta e saiu nua e descalça, dizendo "Já volto, fica à vontade".
Que merda.

Fiquei olhando pro teto e me sentindo desamparado. Não gosto quando a mulher se afasta depois do gozo. Me dá um sentimento de abandono e profundo desprazer.
Creio que é nessa hora que você percebe se a menina é profissional ou ainda é amadora. No caso da nossa Pitter, concluí que é amadora, pobre de mim. Ela não faz por má-fé, ela apenas não sabe desenrolar a coisa direito. Falta-lhe o talento natural. Talvez para um jovem cliente iniciante ela corresponda sem problemas, mas, sei lá, olhem bem, estou rodado, exijo mais competência, mais entrega, mais presença. Acho que o sexo é uma espécie de oração.

*

Assim foi. Fico por aqui. Eis o que eu tinha a relatar.

Té mais, camaradas.


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