BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Pego meu cartão de entrada com o sujeito simpático que fica à porta da boate, sou de reparar com afeto aqueles que nos recebem e nos servem em ambientes em que só enxergamos o objetivo final. Escalo as longas escadas do sobrado e me vejo outra vez na pista daquele parque temático, onde o sexo e a luxúria revelam a nossa identidade secreta. Encontro amigo Interessante já cercado pelo seu habitual séquito de belas mulheres, dei um alô para o dono da casa e fui me acomodar na área de fumantes (não fumo). O clima estava “lounge”, com poucos clientes e algumas garotas ainda chegando aos salões da casa. Procuro minha Vênus de Milo, mas não a vejo, estava em atendimento. Solícito, o dono do local faz questão de convocá-la para mim assim que estivesse disponível. Foi o que ocorreu...
Após uns 20 minutos, Fany surge com seu microscópico biquíni, sendo que os seios estavam cobertos por dois minúsculos botões pretos, que só encobriam as auréolas daquela sofisticada obra de arte que definem os peitos da menina. Conversamos rapidamente e formos para a nababesca suíte da 502.
Acredite, Forista sem Fé, Fany é muito mais do que uma mulher, ela é um busto de bronze dedicado aos deleites masculinos. É o nosso desejo coletivo incorporado na imagem de uma fêmea de perfeição vertiginosa. Dentro do quarto, começamos a nos beijar, ela acariciava minha nuca enquanto sua língua me abduzia num enroscar apertado, onde a troca de saliva prenunciava momentos inesquecíveis. Caio de boca naqueles seios esfericamente deliciosos e firmes. Ela geme. Passei um bom tempo chupando aqueles peitos, como se minha vida dependesse de sugá-los com fome e sofreguidão. Volto a beijá-la, ela me acaricia durante o beijo. Tento segurar o coração para não submergir na insanidade das intensas paixões. É difícil. Ficar apaixonado por Fany é quase um sentimento irrefreável. Desço até a vagina rosa e úmida da menina, enfio a língua com vontade em seu clitóris, ela se contorce, geme alto, treme e goza. Sim, não seja um cético infeliz, afeiçoado pervertido: ela gozou, realmente gozou.
Fany parecia querer empatar o jogo e mergulhou os lábios num boquete rapel, engolindo meu combalido e centenário pênis com o entusiasmo das virgens. Foi quando entendi definitivamente o sentido do termo “pica das galáxias”, foi para onde meu pênis e meus delírios se transportaram, para alguma galáxia distante, onde o orgasmo é a translação e a rotação dos homens. Concentro-me, a ejaculação precoce seria um desastre. Peço para que ela fique de quatro. Fany ficou de quatro e enquanto meu queixo caía, meu pau apontava com a maior das convicções para o Norte. Por uma insólita coincidência, o Norte se revelava na vagina de Fany. Meti.
Ela soltou outro gemido alto quando a penetrei. Que sensação divina, meu incrédulo leitor. Se existe o céu, se existe o paraíso, parte disso foi reproduzido naquele pequeno útero morno e acolhedor. Mantive o ritmo do vai e vem, ela pedia uns tapinhas em sua bunda, não recusei. O vai e vem foi ficando mais veloz, até que eu sucumbi ao jorro vulcânico das causas perdidas. Desabei nocauteado no colchão.
Se todas as mulheres fossem uma Fany, não existiriam mais homens, somente cadáveres de olhos perplexos e destruídos pelo amor.
Há situações que são irremediáveis, nos despedimos sem que eu quisesse me despedir, trocamos um último beijo, embora eu ainda sentisse o gosto ardente do primeiro, ganhei a rua querendo ganhar o coração indomável daquela mulher irresistível.
Piso tão leve sobre os paralelepípedos da rua da Alfândega que me vinha a sensação de que num único salto eu poderia voar. Mas quem quer voar quando descobre o prazer quase indescritível de ficar ancorado naquela ilha paradisíaca de pele clara de fantasias libidinosas. Nunca diga que um libertino é aquele que não ama, pois seria uma inverdade. O libertino é aquele que ama infinitas vezes até que o infinito se transforme em pó e memória perdida, uma poeira incolor refletida pelas luzes vermelhas dos bordéis. Não pense que termina aqui, pois não há o último capítulo para um libertino, só existe a próxima página.