07 de Setembro de 2014 às 17:49
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

julho 2014

Caros confrades, no nosso idioma, muito felizmente, existe uma palavra para descrever o que senti e que, em razão disso, levou-me a praticar o ato de bravura de hoje. A palavra em questão, muito rara e invejada por outras línguas no mundo, que descreve com exatidão o porquê do compasso desregrado das batidas no meu peito se chama “Saudade”. E, partindo dela, o meu ato de coragem foi a aventura pela segunda vez nas curvas da mesma mulher, que neste caso é a bela Lorrane. Por volta de um mês atrás tive o prazer da companhia desta senhorita e saí de seu quarto já com o gosto da saudade domiciliado em meus lábios, ainda molhados pelos seus beijos. Mundo afora, muitas belas damas eu despi e também por elas me encantei, contudo ainda havia um pedaço de mim naquele confortável apartamento próximo à Avenida das Américas. Com teimosia, precisei busca-lo nesta tarde, e a bela o guardara com carinho no seu interior, que vasculhei como um escafandrista na vastidão do oceano. Nada encontrei! Pelo contrário, perdi-me em mais mil pedaços e mais mil viagens seriam necessárias para encontrar os fragmentos de felicidade espalhados por aquele belo corpo.

Comecei meu breve encontro, primeiramente, adentrando a sua refinada moradia. Estranho mas eu começo a me sentir em casa por ali. Daqui a pouco os porteiros estarão me cumprimentando “Boa tarde, Sr. Mão pelada!”. Desci do elevador num salto arisco e fui andando leve e vaidoso em direção ao quarto. Toquei a campainha e firmei meu olhar. O movimento lento da porta se abrindo, da esquerda para a direita, revelava, como um sol nascendo no horizonte, o semblante e o encanto daquela mulher. Ela se mostrou e sorriu. Nesta hora, minha saliva desceu pela garganta como um gole seco de conhaque. Aproximei-me e recatadamente me dirigi ao seu rosto para cumprimentá-la. Ela, entretanto, virou de leve a cabeça e beijou minha boca. Este simples gesto me fez sentir íntimo e me trouxe a confiança de um galo pelo quintal.

Com a leveza de um fim de tarde, ela trajava um vestido preto curto ligeiramente solto, e possuía alguns adereços enfeitando suas mãos e pormenores. Seus cabelos negros e compridos, acentuados pela pele clara, corriam certeiros pela extensão de suas costas, com algumas mechas esquecidas pelos seios, até tocar - nesse ponto com mera suposição minha - a cintura, pois seus fios de ébano se confundiam com o breu do vestido, e, por isso, meus olhos só os determinaram com precisão quando ela mostrou-se nua.

Apesar do belo corte de cetim, que acobertava com exuberância seu íntimo, o tecido passava ao segundo plano com singular rapidez, pois o que ela escondia, por recato e elegância, mostrava-se para além dos olhos, na esquina com a imaginação, e desperceber a formosura contida em curvas, bordados e linhas de seu corpo, mesmo coberto, é tarefa árdua até para os mais desatentos e contidos.

Por conseguinte, beijamo-nos! Eu encostado na parede e Lorrane de encontro a mim, próxima a cama. Presenteando-me com fixa certeza do agrado, a dona tirou o vestido e ficou com o busto desnudo em exibição para o meu desfrute. Segurei sua mão e lhe fiz meio giro, levando seu pescoço e sua nuca de encontro a minha boca. Ela desamarrou o laço de sua pequena calcinha e deixou que a mesma caísse, lentamente, por suas pernas, fazendo-se completamente despida. Eu a olhei com admiração e, sobretudo, com desejo. Ela encostou sua bunda em meu pau e eu lhe apertei os peitos com a intimidade de quem já o tinha feito demasiadas vezes até este ponto do encontro. Logo adiante, ela se virou de frente para mim, roçando sua pele na minha, e se abaixou e se dedicou ao meu pau com um oral babado e preciso. Toquei-lhe a face e carinhei seu rosto e cabelos enquanto observava a cena. Por alguns momentos ela me fitava o olhar com malícia e astúcia, sem desperdiçar atenção ao boquete.

Com toda paixão do mundo, joguei-a na cama e penetrei sua buceta de quatro. Sua cintura fina encaixava-se perfeitamente no desenho de minhas mãos e eu observava sua bunda linda, redonda e firme. Às vezes minhas mãos escorregavam intencionalmente por sua cintura e se firmavam na anca com apertões e tapas. Em seguida, Ela cavalgou com todas as forças. Seus cabelos longos viajavam pelo seu rosto, passando pelos seios até se quebrarem em meu peito. Conforme ela se movimentava com parte minha em seu interior, seus cabelos se desfaziam belamente da arrumação, caindo sem forma pelo seu rosto, deixando um rastro de mulher safada e cheia de desejos no seu semblante.

Após saborear tantos belos momentos de sexo, ela chupou meu pau e me masturbou até eu gozar. Deitado e exausto, observava-a se levantar e via um anjo sem asas.
Recuperei-me como num golpe de mágica e a lancei na cama e me fartei de seu sexo. Passava a língua por seu clitóris elevado e a sentia se desfazer na cama. Sua bela buceta é viciante e só me contive ao vê-la perder-se num orgasmo.

A partir daí continuamos o namoro, sob o som, mais uma vez, de boa música e conversa gostosa na cama. Ainda tive tempo de gozar mais uma vez e voltar para casa leve como uma pluma, pois tudo de pesado no meu corpo tinha ficado para trás.

Sem nenhuma dúvida valeu muito a pena a segunda visita e creio que valerão também as próximas.