09 de Março de 2020 às 11:02
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Houve um inominável dos fóruns, cuja esposa flagrou lendo minhas narrativas, pelas quais ele nutria doentia obsessão, que me qualificou (ou quis desqualificar) como “filósofo de botequim”. Ora! Qual melhor filosofia que não seja a dos pés-sujos? É no boteco que se incuba a sabedoria popular, é nele que o pensamento dos boêmios fixa residência. Porém, considero-me mais um filósofo de bordel, porque pouco frequento botecos. Fiz essa breve introdução para avisar ao forista incauto que só se extrai todos os deleites da vida libertina ao preço da mais depurada solidão. Você me perguntaria: e os libertinos casados? Não existem libertinos casados, esses se resumem a adúlteros e compõem outra categoria da vida mundana. O libertino é livre e encontra no sexo a derradeira aventura humana. Para o libertino, cada vagina é um novo continente e cada cu uma ilha para naufragar. Acredite, forista sem fé, a luxúria só abraça àqueles que chegam desacompanhados para abraçá-la.

Foi sozinho que entrei no Clube 26 na sexta-feira. O relógio indicava 18h. A casa ainda não estava abarrotada, mas pulsava em mulheres e movimento. Não demorou para que Paulinha me abordasse, mas eu mantinha a intenção firme de degustar outra fêmea, uma que me atraía a atenção desde as primeiras visitas que fiz à boate da Praça Monte Castelo. Angel é seu nome, uma falsa magra que não posso afirmar ser bonita, mas é atraente e receptiva à abordagem. Quando a avistei, ela estava amarrada a um desses jovens que pensam que puteiro é restaurante à luz de velas, alugam a menina para romance, não para foder. Esperei algum tempo na esperança de que a menina se desvencilha-se do garoto, mas ele parecia estar à espera dos violinos que intensificariam o clima idílico do flerte. Quando a gerente das meninas passou por mim, segurei-a pelo braço e perguntei se poderia adiantar meu lado informando à magrinha que eu desejava subir com ela. Imediatamente, me oferecendo extrema atenção, a gerente foi até a garota e a trouxe para mim. Aqui, novamente, destaco o bom atendimento do Clube 26. Neste mesmo dia, pude conversar com o dono, que mostrou querer que a casa encontre o equilíbrio entre o bom preço e a qualidade. O elenco da 26 não é uniforme, mas vem evoluindo a cada nova semana.

Fiz as perguntas básicas para a Angel e alçamos à alcova. Repetindo, os quartos da 26 são limpíssimos e com aparência agradável. O banheiro é externo, amplo e permite privacidade para quem quiser realizar um asseio antes do sexo.

Angel entra no quarto e tira a roupa. É daquelas falsas magras que, quando nua, o corpo cresce em curvas e protuberâncias. A bundinha da moça nos provoca, os seios são pequenos e duríssimos. Mergulhamos em beijos profundos, com línguas enroscadas, mordidas nos lábios e troca de saliva. Angel beija muito e beija bem. Veio para o boquete e posso garantir que a menina é daquelas que não chupa, ela faz artesanato com um pênis: lambe, engole, molda com a boca e parece ter sede de sêmen. Outra vez, recorri a única técnica que evita a minha ejaculação precoce, pensei nas girafas do Jardim Zoológico, nas cotias do Campo de Santana e nas pombas do Largo do Machado. Resisti. Pedi que a menina ficasse de quatro e me vi diante daquelas nádegas exuberantes, emolduradas por minúsculas linhas marcadas pelo biquíni. Introduzi meu velho e combalido membro nos domínios misteriosos daquela boceta, iniciei as batidas num ritmo lento. À medida que a pica ganhava volume, intensifiquei as estocadas. A garota gemia como soprano em ópera do Teatro Municipal. Magnífica. Não segurei, o gozo transbordou com força e despenquei nocauteado no colchão.

Angel é mulher para banquete e o Clube 26 está se tornando meu self-service favorito. A gente se encontra lá.