03 de fevereiro de 2021 às 13:14
ALICIA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Alinhado com o confrade que postou o TD anterior (para quem não sabe, é um dos maiores advogados dos EUA e sócio da firma mais pica de Nova York...kkk), mando meu relato.

Foi minha segunda vez com a Alicia. E constatei que não é fácil agendar com ela. No meu caso as oportunidades na agenda aparecem de forma repentina, talvez com umas duas horas de antecedência. Tentei várias vezes agendar desta forma e.... sempre aquela resposta deliciosamente educada, dizendo que não tem mais agenda para aquele dia....

Dia desses, ao receber essa resposta, resolvi fazer uma aposta contra minha agenda e perguntei se haveria a possibilidade de agendar para o dia seguinte, no mesmo horário. "Sim", quase ouvi sua doce voz no texto do WhatsApp.

Confirmações feitas umas 2 ou 3 horas antes do horário, cheguei ao local pontualmente. Avisei e recebi a autorização para subir e o número do apto. Toco a campainha e sou recebido por um sorriso iluminante, devidamente acompanhado de um rosto lindo e um corpo show dentro de um vestido preto bem justo, seguido por um abraço apertado e um delicioso selinho.

Me ofereceu uma água que aceitei e bebemos juntos (água...), sentados à mesa. Ela pediu desculpas pelas instalações, sobretudo o box, mas nem percebi,,, Recebi a toalha limpa, tomei meu banho com o sabonete que costumo levar para essas ocasiões e, devidamente limpo (todo o corpo, com ênfase para as partes que em seguida seriam alvo da boca e língua da Alicia).

Entrei no quarto e ela estava diabolicamente instalada de bruços na cama trajando apenas calcinha e sutiã (prefiro esta forma ao francês "soutien"), Acabo de me enxugar, deito na cama e sou atacado por beijos profundos, úmidos, longos, do jeitinho que eu gosto (é incrível como isso é raro em atendimentos atualmente). Ela tirou o sutiã e não resisti a seus lindos seios, e os beijei e chupei com volúpia. Na dúvida ente beijar a boca e chupar os seios, acabamos tacitamente concordando com os dois, num rodízio quase infinito.

Meio a contragosto (kkk) deixei-a se soltar de meu jugo e, comigo deitado de costas, ela começou a descer pelo meu corpo, com uma escala de lambidas e chupadas em meus mamilos e prosseguiu a descida. Possicionou-se de joelhos entre minhas pernas e começou a passar a língua em meu saco. Adoro isso. Aproveitei e levantei meu quadril e ela habilmente foi percorrendo o caminho na vertical descendente com sua língua nervosa até me aplicar um senhor beijo grego. Respeito quem não gosta - e é o máximo que permito que me façam nessa parte de minha anatomia onde o sol não brilha - mas me dá um prazer enorme. Por sorte a Alicia parece gostar de fazê-lo pois ficou um longo tempo, voltava para o saco e insistia em voltar para baixo. Maravilha. Aí foi um oral pra valer, bem molhado e com movimentos que percorriam toda a minha "rígida dureza".

Em seguida foi minha vez de retribuir: A posicionei de bruços, separei suas nádegas perfeitas e apliquei minha língua sobre seu lindo cuzinho. Fiquei também um bom tempo, indo o mais fundo que consegui, e acho que ela gostou - não pude ter certeza pois não conseguia ver seu rosto naquela posição.

Pedi e ela se posicionou de costas, e aí me acabei fazendo um oral nela. Ela curtia bastante. Me empolguei e comecei a introduzir um dedinho atrás. Após um tempo e um avanço pequeno ela, para minha tristeza, pediu para eu tirar. Fazer o que? Só é legal se estiver bom para todo mundo... Ela pareceu gozar (nunca temos certeza, não é?) fortemente, até porque eu insisti e continuei trabalhando com a língua mesmo com ela tentando empurrar minha cabeça...

Mais um breve oral e logo, camisinha posta, ela vem por cima e, amigos, que coisa de louco - após o encaixe ela engatou movimentos pélvicos ritmados alternando a velocidade entre 3 e 5 - não, 6! Difícil segurar as ondas de tesão que percorrem o corpo em ondas do púbis até a os pés e a cabeça. Após um bem tempo, em que resisti bravamente, perguntei qual seria sua posição preferida. Após uma breve hesitação, insinuando que gostava de todas, sugeriu "de ladinho". E de ladinho fomos. Muito bom, eu via seu rosto com uma expressão difícil de simular. me pediu para agarrá-la, aproveitei para puxá-la pelo cabelo com firmeza (mas sem provocar dor, é claro) e ela adorou. Ficamos assim por um tempo até eu pedir autorização para ve aventurar pelo outro orifício. Ela concordou, prosseguindo na posição "de ladinho".

Para minha surpresa, não passou nenhum lubrificante, apenas um pouco de saliva e começamos os procedimentos de entrada. Mexe para ali, acerta para lá, aponta no alvo e vamos lá. Fui, com sempre bem devagar - ela até pediu para eu avançar um pouco mais rápido. Uma vez posicionado no fundo (pelo menos no máximo que meu arremedo de salário mínimo alcançava). comecei - aliás começamos - os movimentos ritmados que me levavam à loucura. Ela também parecia curtir, bradando palavras de incentivo.

Mas tudo que é bom acaba durando menos do que se quer. Em certo momento, me retirei daquele local tão acolhedor e pedi para ela fazer mais um oral, só para ouvi de volta: "Ah, quer gozar na minha boquina, né?. Totalmente culpado da acusação, nada pude fazer senão concordar. E assim foi. Levei mais tempo do que eu imaginava, ela com movimentos longos, pressão certíssima, sem usar as mãos... até que explodi em espasmos. Não me lembro de ter tido tantos em outras ocasiões. Ela esperou até eles acabarem, tirou a boca limpando tudo pelo caminho com os lábios e, apontando para o banheiro me disse "hmmmmm hmmmm hmmmm". Sim, linda pode ir fazer sua higiene, respondi como se a tecla SAP houvesse sido acionada.

Ela volta e ficamos deitados encaixados, trocando carinhos mútuos e conversando sobre a vida, a situação atual, aspectos de sua atividade, família, e (inevitavelmente) a pandemia, vacinas etc. Fiquei até o limite razoável de meu horário e a contragosto fui tomar meu banho. Me vesti, delicadamente deixei o valor combinado dobradinho sobre a geladeira (por alguma razão acho assim mais educado do que entregar na mão da pessoa).

Nos despedimos com beijinhos à porta, fui devidamente intimado a não demorar tanto tempo para voltar quanto desta vez - concordei, obviamente. Saí uns 4 minutos antes de se completarem os 60 combinados.

Andei no calor escaldante até o metrô, tão leve que acho que nem deixei nem pegadas nas pedras portuguesas da Cinelândia...