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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Ontem, andando pelo centro do nono círculo do inferno (alô São Pedro), resolvo marcar com a guerreira saída direto de Temiscira para aquele embate do século no centro do Rio de Janeiro.
A casa:
razoavelmente arrumada, cama num bom tamanho para uma disputa entre duas pessoas grandes, chuveiro lá dentro do quarto mesmo, achei bem interessante apesar de parecer um labirinto.
A Amazona:
Bato na porta, e me aparece ela, porte de guerreira, matadora de homens fracos, coxas grossas, bunda dura, que visão. Achei ela interessante de rosto, tem uma beleza exótica, não fica entre o estonteante nem o feio, ela é bonita e acabou. Me chamou para o quarto, chegando lá, me oferece a toalha (quem em sã consciencia não toma um banho nesse calor infernal?), tomei um banho mesmo tendo saído preparado de casa. Saio do banho e ela já chega, em pé mesmo me beijando, começo a alisar seu corpo malhado e pqp é um corpo de se admirar. Eu não sou muito fã de mulher siliconada mas o dela é bonito, comecei a chupar seus seios e assim como Héracles, meu objetivo foi tirar aquela cinta dela. Deito-a na cama e como num bom conto de amazona, não pode faltar o arco e flecha, comecei a sugar seu arco e minha flecha ficando apontada em direção aos céus. Os labios vaginais daquela guerreira são tão surreais que uma hora entrou pela goela e cheguei a engasgar. Meti a boca naquele monumento até ela soltar um gemido mais forte e as pernas começarem a tremer. Nesse momento ela já foi imediatamente tentar catar minha flecha, só que ela grudada está atrelada ao meu corpo. Vivi tentou sugar de todas as formas e quando vi que estava quase cedendo, resolvo interrompê-la e desafiei para um duelo corpo a corpo. Começamos no tradicional guerreiro x guerreira, ali a flecha alinhou com seu arco e ficou roçando por um bom tempo até que a Amazona me confunde com um de seus cavalos, vira pra cima e começa a cavalgar com mestria. Acho que ela pensou que eu fosse algum cavalo selvagem pois a maneira que ela quicava, rapaz...soltei a primeira com fartura. 1 x 1 no placar.
A nobre guerreira me limpou e já foi querer arrancar minha flecha na boca, na força do ódio. A flecha voltou a apontar para o rosto de Hélio, representante do sol, deitei a lutadora em posição de derrota, apontei a flecha para a Câmara escura, onde nem o próprio Hélio vê e perguntei "está preparada?" A mesma, assim como os japoneses que praticam o Seppuku, resolveu pegar minha flecha e adentrar a si própria num gesto de honraria mesmo após ter perdido a batalha. A sensação daquela vitória foi surreal, fiquei socando naquele interior por um bom tempo até disparar o ultimo tiro que poderia depois de um embate tão frenético. Após isso, ambos meio mortos, conversamos até dar a hora de terminar a batalha e eu seguir até Atenas, minha terra natal.
Valeu cada centavo esse embate!