05 de Dezembro de 2013 às 00:00
BEIJO

NãO SEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

2009


- Os melhores boquetes do Rio estão no cemitério!

Não se assuste, colega Forista! Os melhores boquetes não estão sepultados a sete palmos de terra e nem são defuntas que os praticam. Esse foi apenas o comentário de um taxista amigo, quando eu contei que havia descoberto um ponto de Putas beirando o Caju.

Diante da afirmação entusiasmada do taxista sobre os boquetes do cemitério e da lembrança ainda quente da minha primeira experiência bem-sucedida com a Gisa, decidi me embrenhar novamente pela morada eterna.

Era uma sexta-feira, início da madrugada, eu havia acabado de sair da Vila Mimosa. Pego a Leopoldina, subo em direção à Ponte e desvio para o Caju... E lá estávamos, eu e o Sucatão, outra vez caçando as Putas Funéreas.

Não vou florear e nem enaltecer o que eu não posso, o cemitério não estava bom nesse dia. Havia somente duas negras gordas e uma loirinha tão seca que eu poderia chamar de cadavérica. Para não perder a viagem, resolvi assumir a putaria temática, escolhi a que mais tinha aspecto de cadáver, acenei para a loira.

Ela se aproximou, era jovem, o rosto chupado pela magreza de retirante, pele muito branca e pernas finas. Porém, havia um charme naquela decrepitude desnutrida, não sei explicar o quê, mas me senti atraído. Chama-se Janaína.

- O pograma é R$ 40,00; o boquete é R$ 20,00 – A resposta foi seca, sem delongas, num português que também denunciava desnutrição.

Optei pelo boquete e perguntei onde seria, como se eu já não imaginasse...

- Nós vai pro pátio da Marmoraria ali na frente. – Responde ela com seu português esquálido.

Nós fomos!...

Estaciono na marmoraria, desligo os faróis e o breu se instala. Ela abre minhas calças, eu puxo para baixo e ela liberta meu membro para logo aprisioná-lo em sua boca.

Começa o boquete, que sensação fantástica!... Ela engolia até a raiz, ao mesmo tempo, acariciava meu saco com as pontas dos dedos. De repente, começava a chupar só a cabecinha enquanto batia uma ágil punheta. O silêncio sepulcral quebrava-se só pelo barulho salivante da chupada e por um grilo chatíssimo que cantava tão estridente que passava a impressão de estar dentro do carro.

Gozei aos palavrões, tal era o meu tesão. Gritei “porras”, “putas que os pariu”, “caralhos”! Blasfemei entre cruzes, anjos e lápides! Meu gozo deve ter feito inveja aos falecidos que repousavam atrás do muro!

Depois de gozar, fiquei assustado. A menina me pareceu ainda mais magra, mais cadavérica. Ela estava suando e os cabelos loiros tomaram uma forma lambida, grudaram no rosto. Ansioso por me livrar rápido daquela ossada ao meu lado, paguei os vinte reais e a desovei próximo ao portão do cemitério. Parti em arrancada com o Sucatão...

Caso alguém me pergunte hoje onde encontrar mulheres com um bom boquete, eu respondo sem pestanejar: Vá ao cemitério, é onde estão os melhores boquetes da cidade.