BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Gosto de explorar novos territórios mas também não abro mão de retornar aos meus portos seguros.
Como não viciar em Nanda Martins?
Marcação sempre tranquila pelo zap. Local de fácil acesso, quarto perfeito para o que se pretende, com destaque para um bom chuveiro dentro do ´próprio quarto.
Dessa vez Nanda me recebeu com uma linda lingerie branca. Ela diz que não gosta muito de usar essa cor. Discordo totalmente! Ficou linda, pena que não tirei foto...
Não canso de repetir: Nanda é uma mulher linda, com um corpaço, marquinhas de biquíni que deixam qualquer vovô assanhado.
Como já a encontrei algumas vezes, temos um pouco de intimidade, então tudo flui, conversa, brincadeiras, beijos e, claro, o sexo.
Após uma animada conversa inicial deitados, começamos os beijos. Nanda esfrega as mãos, dá uma risada estilo malévola e fala: se prepare. Como se isso fosse possível...
O oral da Nanda é difícil descrever, mas tentarei. Vou usar uma imagem nada erótica. Sabe aqueles lava-jatos com aqueles rolos giratórios? Imagine uma boca cheia daqueles rolos, mas macios e úmidos que envolvem totalmente o seu pau, num frenesi de movimentos em todas as direções. É mais ou menos isso o que acontece...
Difícil segurar. Já entro em campo louco pra gozar, é quase covardia.
Antes, porém, retribuo. Adoro beijar seus seios e depois muitas lambidas, beijos e tudo o mais em sua bucetinha até ela gozar deliciosamente. Fica molinha um tempinho, mas sem perder aquele sorrisinho tipo me aguarde.
Novo oral, camisinha, peço p/ ela começar por cima de costas. Meus amigos, que visão. Aperto, abro, olho, toco, agarro, que tesão, pqp.
Mudamos ppmm, depois um meio frango assado mas bem apertadinho, como meu corpo fazendo bastante peso, gosto muito dessa posição, aumento ritmo e força e deixo vir um orgasmo sensacional. Como é bom estar com essa mulher.
Deitamos de conchinha, conversamos bastante, e então ela decide ressuscitar o defunto. Pensei, estou velho, o pobrezinho ainda está no soro, quase em coma. Mas quem resiste à boca da Nanda?
Camisinha, ela fica de 4 na beira da cama, que espetáculo, uma das cenas mais lindas e sensuais que já presenciei. Meto com vontade e, mais que isso, com enorme prazer. E ela se tocando.
Tudo caminhava para mais um momento épico, até que...
Meu músculo posterior da coxa resolve dar sinal de vida. Ignoro o chamado, me concentro no paraíso que estava vivendo, mas o fdp resolve me sacanear, trava de uma vez, uma dor forte, sou obrigado a desencaixar.
Tento me alongar segurando no box, a perna parece uma pedra, pqp. Batem na porta, tempo esgotado.
Como bem definiu a Nanda, maldita “cãibra empata foda”. Nem só de glória vivem os aventureiros.
É óbvio que esse contratempo final não mudou em nada o imenso prazer que foi reencontrar esse absurdo de mulher.
Se voltarei? Sempre!
Saudações e até a próxima aventura.