BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

Mulheres especiais e autênticas em nosso meio são raras, mas não inexistentes. Até o fim de 2020, eu não marcava com frees nem com terapeutas, preferia ser um cliente das Termas. Na virada para este ano, sofri um baque emocional violento, que me fez desaguar em uma intensa depressão, numa melancolia abissal. Depois de tentar uma conexão frustrada com uma psicóloga, decidi relaxar onde repousam todos os libertinos, busquei uma mulher que pudesse me oferecer um toque físico de carinho. A primeira escolhida foi Alice. Isso foi em janeiro e continuo visitando Alice até hoje. O primeiro encontro foi um tipo de reconhecimento mútuo, depois desenvolvemos uma amizade e atualmente acredito que alcançamos uma relação de afeto. Fato raríssimo no universo mundano. Gosto de ser cliente fixo de mulheres que demonstrem sensibilidade.
Há putas que são pragmáticas, arrogantes, exibem a frieza com que encaram a profissão. São as que chamo de AntiGps, só conseguem demonstrar desprezo pelos clientes em cada frase que expressam, não realizam autocrítica. Ao contrário dessas aberrações sexuais, existem umas poucas Alices, capazes de criar laços de carinho e cumplicidade com um homem. As Alices valem ouro porque nos conduzem pelos encantos do país das maravilhas. Em meio a tanta dissimulação e míseras trocas monetárias, existe Alice, existe esperança.
Depois que a minha Alice me pegou pela mão em plena Praça Saenz Peña, numa sexta-feira, e me levou para a sua sala aconchegante no centro da bucólica Tijuca, eu me senti no dever de retribuir e marquei outra visita no dia seguinte. Como já citei, Alice passou por um procedimento estético e está um banquete de mulher. Linda, bem tratada, madura e na plenitude dos seus talentos eróticos. É uma pedida obrigatória para qualquer libertino que queira formar um bom currículo.
Cheguei na sala da minha grega favorita no fim da tarde, ela me recebe magnífica, aos poucos se despe de suas roupas e exibe a cinturinha finíssima ornada por uma calcinha fio dental vermelha. Pikachu acordou. Beijos na boca, carícias, sussurros, sonhos em uma noite de outono. Deito-me e ela inicia a massagem extraordinária de mãos experientes. Afeiçoado forista, eu viajo. Deitar para as mãos de Alice é flutuar em uma cama voadora. Após trabalhar todo o meu corpo com toques e pressões pontuais, ela abocanha Pikachu com a boca refrigerada por uma bala Halls. Prosseguimos nos amassos, ela começa uma punheta enquanto continua engolindo meu combalido pênis. Resistir é inútil. Meu pau explode num big bang, como se quisesse criar outro universo. Grito de prazer e Alice tapa a minha boca, provavelmente, para não escandalizar a vizinhança. Tudo uma delícia.
A gente se despede sabendo que o retorno é inevitável. Deixo a sala querendo cantar...
“Se todas fossem
Iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol, como a flor, como a luz
Amar sem mentir, nem sofrer...
Existiria verdade,
Verdade que ninguém vê
Se todas fossem no mundo iguais a você”