30 de Maio de 2021 às 20:34
AMANDA SUBMISSA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

.
Positivo. 120,-1h sem anal . Muito gatinha, envolvimento total, repeteco certo

- Eu não tinha expectativa de estar com essa garota nem hoje nem amanhã. Tinha seu nome registrado na agenda mas não era coisa para agora.
Então eu estava na Cinelândia numa dessas tardes de maio e o encontro com uma programadora falhou. Consultei minhas anotações e vi o registro da Amanda Submissa. Essa palavra submissa, vamos combinar, essa palavra produz um certo impacto no imaginário de qualquer homem normal, ou não?
Bem. Liguei. E ela atendeu!
Eu disse que estava ali embaixo, ela perguntou - Quer ficar comigo? - Quero. - Então sobe. E deu o nº do apartamento. Subi.
*
Ah, camaradas. Que coisinha mais linda. Uma moreninha de cabelos lisos e longos, 1m60, vestindo uma maiô que acentuava sua cinturinha de miss e projetava seu rabo no espaço cósmico das mais impuras perversões.
Pensei - Me dei bem.
Vejam só como o acaso sabe ser generoso - às vezes.
Risonha, faladeira, super à vontade no espaço amplo da sala, ela me saudou com beijos e abraços e apresentou a sala com as palavras: - Aqui vai ser o nosso ninho.
Lindo isso, hem?

Me ajudou a tirar a roupa, pendurou minha camiseta, abaixou para desatar o cordão do tênis, me deu uma toalha ensacada e fui ao banho. Banheiro bom.
Na volta, me abraçou, segurei seus peitinhos e começaram os beijos sem fim.
Daí em diante foi aquele ritual que sabemos como é quando a coisa é boa: lambidas na cara, cheiradas no pescoço, mãos percorrendo as peles, dedo no cuzinho, puxões de cabelo, dedilhamento da xotinha (tudo isso em pé) e depois... cama.
(A cama, grande e confortável, merece todos os elogios. Que delícia ficar ali esparramado com uma gatinha bonita de 20 anos ao lado...)

Agarramentos, apertões, ela foi descendo por cima de mim até o tronco e iniciou a lavagem da louça.
Enquanto chupava, minha mão percorria seu rabo carnudo e apertava as carnes.
Tive que usar minhas reservas de contenção para manter o espetáculo em progresso.

Então inverti a parada, fui na xota e senti aquele cheiro maravilhoso de coisa úmida, latejante e desejante, a fenda da vida. Lambi dentro, em cima e no entorno.
Ela foi se remexendo no lençol, se entortando, gemendo que nem uma cabrita.
Depois fikei de pé para ela chupar mais, e quando a coisa atingiu o limite, encapei (Skyn Original) e fui pra dentro.
Olhei-a ali, arreganhada no frango assado na beirada da cama. Deixei a pika encontrar o caminho sozinha, bateu na parede duas vezes mas depois encontrou a racha, seguiu seu caminho na escuridão e dez estocadas mais tarde, boca com boca, língua com língua, alcancei o céu dos seres felizes.
*
Fodo, logo existo.
*
Ficamos deitados arfando e depois um pouco cochilamos, mas logo despertamos.
Não marcamos horário, de forma que estávamos à deriva.
Ela levantou, abriu a cortina, o céu tinha escurecido, tomei meu banho, acertei as contas, vesti-me, beijos, muito obrigado, obrigado você - parti.
Gostei muito da Amanda.
Repeteco certo.

Recomendo sem pestanejar.

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