15 de Julho de 2021 às 21:29
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Quando ela abriu a porta, meu queixo despencou, rolou até a Praia do Pepê, pegou um bronze e voltou de Uber para o seu local de origem: o meu rosto. Lembro-me de que o meu primeiro pensamento foi uma exclamação do tipo “que mulher é essa!”. Nanda é daquelas que quando você vê a primeira vez, o coração acelera, a boca saliva, os olhos se arregalam. É o meu estilo de mulher, se encaixa em todas as minhas preferências. Sim, incrédulo forista, eu estava na Barra.

Mulata sarada, pele de cetim num tom dourado excitante, sorriso sedutor, pernas trabalhadas em academia, barriguinha zero, lábios de quem quer beijar eternamente, olhos amendoados de uma Capitu de literatura erótica e uma simpatia espontânea que faz o pau subir sem medo. Não precisei transar para perceber que seria um caso de paixão. Totalmente demais. A viagem da Tijuca até a Barra valeu o esforço.

Tomei um banho, Nanda me conduziu até a cama, tirou as peças do biquíni sumário que cobria a sua exuberância morena e revelou o corpo colossal que até então eu somente havia contemplado por fotos. Linda e suculenta. Deitamo-nos sob o silêncio da alcova, nos agarramos, roçadas corajosas dos nossos corpos e o meu combalido pênis se transformou na pica das galáxias. Nanda me dá um banho de gata e abocanha meu membro em um boquete sobrenatural. Que chupada. Fui obrigado a recorrer aos ensinamentos dos mosteiros do Tibet para não sofrer uma ejaculação precoce. Pensei nas garças da Quinta da Boa Vista, no hipopótamo do Jardim Zoológico, nos camelôs da Praça Saenz Peña e consegui evitar um gozo antecipado.

Nanda prepara os protocolos de segurança e vem por cima como se fosse uma amazona cavalgando seu garanhão. No meu caso, um garanhão idoso e meio sem fôlego, mas seguimos firme. Desejei que aquele momento sublime não terminasse. O pra sempre, sempre acaba. Peço que Nanda fique de quatro, ela atende o meu pedido e vejo aquela bundinha esférica, de capa de revista, se erguer aos céus. Ajoelhei e fiz uma oração de agradecimento antes de penetrar naquele rabo quase indescritível, o mapa mundi da luxúria. Marquês de Sade dizia que o “altar é o cu”, estava certo. Meti devagar naquele cu, saboreando cada milímetro da penetração enquanto Nanda gemia como gata no cio, gemido gostoso que também nos ameaça com a ejaculação precoce. Ganhei velocidade, ela rebolava, dizia que estava gostoso, pedia mais, mais, mais... Gozei com a fúria dos loucos, urrei como um lobo velho reencontrando os prazeres da carne.

Intervalo. Conversamos um pouco, combinamos de marcar um próximo encontro fora da Barra, de preferência pela Tijuca. Nanda atende fora, me informou que é só chamar. A gente se entendeu muito bem, química extraordinária. Não demorou muito e a menina se assanhou de novo. Perguntou se podia me chupar, contou que gosta de chupar, respondi para ir em frente. A boca da Nanda conseguiu a façanha de ressuscitar Pikachu para um segundo round, um boquete alucinógeno. Engolia meu pau e acariciava o meu saco. Gozei horrores e morri. Ressuscitei dentro do carro, voltando para casa e querendo marcar novamente o mais rápido possível. Ave, Nanda. Que mulher! Totalmente demais!