23 de Dezembro de 2014 às 18:02
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - COM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

TD: 19/12/2014 (madrugada de sexta-feira)

Surgiu na noite de quinta-feira passada uma janela noturna inesperada, devido à minha mulher ter descido para o litoral. O que fazer então? Investigar gigantas. Como tem havido insistentes relatos desses objetos avistados na região da Augusta, foi para lá que eu fui.

Comecei a exploração na Haddock Lobo, e fui descendo à Augusta até a Praça Roosevelt. A pé. Nada notável. Meu plano de voo: caminhada pela Augusta, ida ao Casarão, caminhada pela Augusta, ida ao Blue Night+Caribe, caminhada pela Augusta. Segunda etapa: Casarão. Bem cheio. As garotas mais notáveis: Steffany, que eu já havia saído antes, sempre a mais cavala da casa, não tão alta, 1,75m sem salto, agora com a novidade da loirona estar usando óculos e de ter 500 ml de silicone em cada peito; uma garota de cabelos castanhos escuros longos, na casa dos 30 anos, com rosto típico de espanhola, branquinha, bem alta, certamente no mínimo 1,80m sem salto, e encorpada com seios bem grandes, provavelmente implantes e coxas bem grossas. Hum, interessante. Mas um baixinho estava conversando com ela e estavam bem entretidos, e acabaram subindo. Alguém sabe quem seria a cavala?

Bem, fiz a minha marca nas duas e prossegui viagem. Voltaria mais tarde caso não houvesse nada mais interessante. Eram 1h20 da madrugada.

Desci a Augusta. Fui dando uma espiada na porta do Balneário, do Blue Night, do Night House, do Caribe, onde sempre ficam uma meninas “fumando”. Ao chegar na altura da Marquês de Paranaguá , vi à distância, do outro lado da rua, junto ao Santander, uma figura gigantesca de preto, cabelos aloirados. Seria um travesti? A criatura, ainda não plenamente definida em sua sexualidade, estava no meio de um grupo de mais quatro garotas. As cabeças delas batiam na altura do ombro da giganta. Absurdamente alta. Atravessei a rua. Parecia mulher mesmo, e novinha. Nossa, esse momento de descoberta! Cheguei perto e ela era uma menina, e rosto bonitinho, e com vozinha toda delicada, mas gigante, gigante de tudo. Era a Pamela já referida acima. Corpo largo e com peitões na altura do meu rosto. “Vamos fazer um programa?” Claro! Valor: R$ 150. Penso: que pechincha pra um exemplar desse tamanho. Vamos ao hotel Shack. Acho que R$ 25 por uma hora. Na portaria, fico deslumbrando com o tamanho da moça. Altura: 1,85m. Depois de um tempo, extraio o peso: cento e poucos quilos (isso em geral significa 110 kg ou mais). E novinha de tudo: 19 anos, me disse.

No quarto. Ela tira a roupa e tem um espelho. GIGANTESCA. A roupa, que era uma calça preta, blusa e um casaquinho, todos pretos, escondiam o corpão dela. Uma coxa dela é o meu tronco! Quadris enormes e bem desenhados, costas muito largas, alguma barriguinha. Não era obesa de modo algum. Era grande de tudo! Forte! Só o peito que não era tão grande, era médio, ela estava usando um número de sutiã menor pra deixar levantado. Ela tirou o sapato, continuou alta. Logo comecei a chupara aqueles peitos na minha frente. Depois joguei aquela imensidão de menina (pois é uma menina, mas uma menina gigante) na cama. Xana peludinha, coisa rara nos dias de hoje. Comecei a comer aquela garota GGG. As pernas grossas e levantadas na minha frente, que delícia. Depois passei pra cavalgada dela por cima. Que peso delicioso. E ela dizia: “você é bonito!”. Pensei: que menina louca, não sou feio, mas também não sou nenhuma beldade. Mas na conversa dela havia algo infantil, que dava um toque delicioso. Pedi pra ela virar de costas e me cavalgar de costas. Que rabão! Que costões. Toda, toda grande, e eu me perdia. Não teve jeito, gozei. E ela dava risadinhas.

Depois fomos ao chuveiro. Ela tinha que abaixar a cabeça pra entrar no box. Perguntei se ela tinha 1,85m mesmo, se não era mais alta, e aí a surpresa: “Tenho 1,85m mesmo, mas tem uma maior, loira, do interior, que é maior que eu”. Aí, no chuveiro, eu me sentindo um chaveiro ao lado daquele mulherão, já pensei na outra giganta. Já pensei em uma dupla com gigantas. Resposta peniana instantânea. E ela: “Já?” E depois uma singeleza: “Gosto tanto quando ele levanta assim tão fácil.” Um doce de menina... E voltamos pra cama. Ai já vou metendo naquela buceta peluda. Repeteco da cavalgada com aquela mulher montanha por cima. Menina montanha! Delícia total. Depois comê-la de quatro. Bunda descomunal de tudo, pra trás, pros lados, e durinha. Coxas gigantes do tamanho do meu tronco sendo duplicadas no espelho. E assim acaba o segundo tempo.

Foi uma BIG de uma surpresa. Só um ponto negativo: ela não faz oral sem camisinha. “Ah, é que eu cuido muito da minha saúde.” Mas, tenho certeza que em uma outra situação, que não fosse esse programas de rua, ela faria. Tão singela...

TD surpreendente com a menina gigante Pamela

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