04 de Agosto de 2021 às 08:44
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Alguém poderia dizer que a idade me tornou ranzinza, eu não classificaria assim. A idade me tornou exigente e visceralmente seletivo. Por isso, falar da Nanda é compará-la a qualquer tipo de evento raríssimo, como um cometa que só atravessa os céus uma vez a cada século, como anos bissextos, como uma orquídea que só floresça em determinada estação. Nanda é preciosa porque é dessas garotas que surgem muito esporadicamente e que só descobrimos com sorte. Dei sorte. Nanda Freitas é a prova de que as joias mais valiosas nem sempre estão diariamente na primeira página dos fóruns, manequins de vitrine nem sempre emanam o calor das mulheres discretas. Quando caio de entusiasmo, podem ter certeza de que a coisa é séria. A sorte maior é que ela irá fazer uma temporada no Centro do Rio a partir da semana que vem, no famoso prédio Álvaro Alvim, 37 — com valor especial para os foristas. É festa.

Mulata sarada, dessas que não faltam a academia; pernas torneadas e grossas, lábios carnudos; barriguinha definida; bunda planetária; rosto bonito; sorriso arrebatador; voz suave; toque delicado; muito carinhosa. A morena é um arraso.



Ontem, terça-feira, decidi ir até ela novamente. Embarquei para a Barra da Tijuca no meio da tarde, o local da menina fica em frente ao Shopping Downtown, em um discreto e pequeno centro comercial. Chego e subo direto. A sala é compartilhada, mas não vi ninguém, o ambiente é de aparência simples. O quarto da garota é básico, mas com o conforto necessário para os momentos celestiais que ela nos proporciona. Nanda me pergunta se desejo tomar um banho antes de entrar na arena. Higiene feita, os jogos começam.

Nanda beija como namorada, beijo gostoso, macio, de língua enroscada na minha língua, cola seu corpo ao meu, acaricia a minha nuca, embola as pernas saradas nas minhas pernas atrofiadas e a temperatura sobe na pequena ilha de prazer da Zona Oeste. Tem um par de seios firmes, durinhos, com um biquinho gostoso de mordiscar, ela geme, passa as mãos sobre a minha cabeça, se arrepia. Beijo seu pescoço, um ponto fraco. Desço para lamber a xaninha cheirosa e carnuda que ela tem, Nanda geme, respira forte, aperta meu rosto entre as coxas torneadas, sua pele possui um bronze excitante. Ela pede para me chupar, empina o rabo e cai de boca no pasmo Pikachu. Chupa muito gostoso a menina, boquete molhado, sem pressa, parece gostar de manter o pau na boca, aquecê-lo com os lábios, explorá-lo com a língua. Enquanto ela está empinada me chupando, dedilho a sua bocetinha, o seu cuzinho, ela rebola, me abocanha com mais força, geme enquanto chupa. Acredite, forista sem fé: é um delírio.

Antes que eu entregue os pontos no boquete, puxo Nanda para cima do meu tronco, ela se deixa conduzir. Prepara meu combalido pênis e monta como cavalgadora que quer derrubar o cavalo. Mexe, remexe, rebola, salta em minha pica, seu rosto se contorce de tesão, a respiração volta a ficar forte, ela geme e geme. Delícia. Peço que ela fique de quatro e ela se posiciona. Antes de penetrá-la, observo a paisagem erótica que ela reflete. O altar é o cu — lembro-me novamente da sentença do Marquês de Sade no livro “120 dias em Sodoma”. Rezo antes de penetrar naquele templo anal e vou em frente. O pau entra apertadinho, Nanda ajuda com um reboladinho sexy, com seu gemidinho de gata no cio. É uma viagem transcendental, afeiçoado forista. Começo estocando de leve, ritmo suave, mas a empolgação me toma o espírito, o rebolar da morena faz o meu pênis afundar cada vez mais naquele antro de deleites, sinto o vulcão começar a pulsar. Gozo. Gozo horrores. Gozo como num clímax de tragédia grega. Gozo e desabo, zonzo, exausto. Nanda vem por cima de mim e me tasca mais um beijo na boca, como a guerreira que mata o adversário com o último golpe de misericórdia.

Conversamos e namoramos mais um pouco. Nanda é ótima de conversa, inteligente, articulada, é capaz de seduzir até paralelepípedo. Hora da despedida, sinto vontade de dizer que ela é maravilhosa. Segura coração. Pego o táxi e retorno à bucólica Tijuca. O coração? O coração continua pairando sobre as dunas imaginárias da Barra, habitando a cabana em chamas que é a bela Nanda Freitas. Reverência