BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
PUTA QUE PARIU!
Foi a exclamação que me veio à mente e chegou a trespassar meus lábios pecadores quando avistei Geovana. Cabelos castanhos, bem curtos (batido na nuca); pernas grossas, bunda mapa-múndi; rosto belíssimo, com traços de italianinha; sorriso que arrebata coração de aço; pele alva, alvíssima, quase translúcida; 21 aninhos de idade, uma ninfa. Quando a vi, senti um vazio no rosto, meu queixo tinha caído. Percebendo que a menina não duraria no salão da 502, adiantei-me, agarrei-a pelo braço e a convidei para beber comigo. A menina bebe com paixão, emborcou três garrafas de ice e ainda arrematou com uma Skol Beats. Geovana seu nome. Tímida, foi se soltando a cada nova golada no gargalo. Fiz a entrevista básica, foi aprovada com louvor. Com Pikachu orbitando galáxias, solicitei uma alcova.
Acredite, forista sem fé, percebi que eu teria um encontro capaz de entrar para os anais da história sexual do Rio de Janeiro assim que bati os olhos em Geovana, intuição de um velho viking. No quarto, ela tira a roupa e revela a sua exuberância juvenil, eu também tiro a minha e exponho despudoradamente a minha decrepitude sedentária. A menina toma um banho rápido e avança nua em minha direção para me golpear com o primeiro beijo. Se a Polícia Federal desse uma batida no quarto naquele momento, eu seria preso como consumidor de narcótico, o beijo da garota possui efeito narcotizante e vicia. Fiquei quase metade do programa beijando aquela boca inebriante até que reparei os seios de Geovana, coisa de capa de revista e sem photoshop. A ninfeta é um monumento. Da boca, passei para mamar seus peitos, ela gemia baixinho, acariciava a minha cabeça, se contorcia. Desci à sagrada vagina e enfiei-lhe a língua, a ninfa gemeu alto, se contorceu mais, ameaçava gozar. Ela inverte a posição e vendo Pikachu num raro momento de rigidez total, adota os protocolos de segurança, monta sobre o meu tronco, cavalga, rebola, continua gemendo e goza sem pudores.
Não, curioso forista, ela não para por aí, se movimenta como enguia até alcançar o meu pau e cai em uma chupada sideral, vi estrelas, ouvi Tetê Espíndola cantando “Escrito nas Estrelas” e quase cantei junto com voz de soprano.
“Você pra mim foi o Sol
De uma noite sem fim
Que acendeu o que sou
E renasceu tudo em mim
Quase tendo um derrame peniano, peço que Geovana fique de quatro e penetro naquela catedral erótica, a menina se empina feito um tobogã sexual. Por um espelho preso à parede, olho aquele corpo irretocável arqueado para me receber, meto, dou umas tapinhas em sua bunda, ela geme mais. Explodi. Acho que ejaculei um pedaço da alma. Desabei moribundo no colchão.
— Você me fez gozar duas vezes — ela diz me surpreendendo e quase me fazendo verter lágrimas, emocionado pela declaração. Pikachu puxou um lenço para me oferecer, juntos olhamos em direção ao céu e agradecemos ao milagre concedido.
Você tem duas opções, incrédulo leitor. Pode querer acreditar que o Dante é um exagerado, que não vale a pena se despencar para o bordel na intenção de vivenciar toda essa narrativa de ao vivo, mas você cometerá um enorme erro se julgar assim. Ou, como segunda opção, você pode dar crédito a este velho viking libertino, correr para a 502 amanhã e se apresentar para Giovana e experimentar uma das melhores fodas da sua vida. Digo com toda a minha convicção, você virá aqui me agradecer em seguida.
Ser libertino não é escolha, é destino. Ave, libertinos.