30 de Setembro de 2021 às 09:28
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Como prometido, segue o segundo relato do encontro com essa gueixa, ocorrido no seu antigo privê. A menina agora atende na Álvaro Alvim 37 ao que eu soube.

Maya Gueixa 2 - O Segundo Encontro é Ainda melhor



Estava me sentindo meio mal com uma situação em casa, resolvi então passar um zap pra quem tinha feito uma sexta-feira minha ter outra cor.

"Posso te ver hoje? Tipo, agora?"
"Poxa, meu amor, agora não posso, tô ocupada"

Algum tempo depois, comigo já resignado de não ter a melhor companhia.

"Pode ser às 20:30?"
"Claro, por mim tudo bem, desde que não seja incomodo pra você"
"Claro que não, estarei te esperando"

Mesmo com o desfecho positivo, não tava tão animado pra pedir nada a ela fora do comum, tipo uma calcinha mais safadinha ou ausência dessa peça ou um robe ou um jaleco combinando com algum óculos… Estava bem pra baixo, tanto que demorei a mais no banho do que o comum e, naquele horário de um sábado (sim, eu estava voltando nela já no dia seguinte ao outro encontro), pegar um Uber estava uma missão impossível. Já tinha perdido dois por cancelamento, hora passando, daí mando outro zap avisando que ia me atrasar.

"Acabei de pegar um Uber aqui, mas vou me atrasar. Mil desculpas. Tudo bem?"
"Tá tudo bem, amor. Eu sou só sua hoje"

Bom, eram outros tempos, acho. A menina parecia respirar um pouco mais entre um atendimento e outro, não parecia uma agenda tão concorrida quanto a atual deve ser. Demorei pouco, uns vinte minutos. Ao tocar a campainha, a própria me recebe, não uma intermediária. Já me senti importante ali. Fui entrando no quarto, ela só me pediu uns minutinhos pra pegar o kit dela e voltar. Quando ela volta, senhores, eu visualizo bem o conjunto da obra de arte. Um robe aberto, lingerie e aquele sorriso encantador. Eu mal pude falar que ela tava linda, mas acho que ela já tinha captado isso com meus olhos de criança que acabou de ganhar um presente. Me deu um beijo gostoso, com muita língua, como se não me visse há séculos, me fez deitar e providenciou um pequeno striptease pra mim, não sem antes destacar a peça principal da brincadeira, a calcinha. Era uma calcinha de lacinho, daquelas que você desata dos lados.

"Viu? Eu botei porque você disse ontem que gostava, que queria me ver assim num outro encontro."

Como não ficar louco por uma mulher dessa? Eu já tinha até esquecido do porquê quis voltar lá tão de última hora, só lhe tasquei mais beijos apaixonados, vorazes, porra eu tava com vontade de arrancar a língua, marcar território naquele pede de veludo com minhas unhas, gravar vários Vs de viajante nas nádegas. Ajudei ela com a calcinha e o restante ela mesma tirou numa velocidade… Bom, quem tem fome tem pressa e ambos ali estávamos famintos um pelo outro. Beijos, mais beijos, desce devagarinho até meu pau, começa uma chupada deliciosa, com beijinhos na cabecinha, eu não aguento e peço pra ela parar, vou lá dar uma retribuição de agradecimento e, mal eu toco, percebo a xotinha hiper molhada. Ela me fita com um sorriso sacana, diabólico, como se dissesse com a íris dos olhos "Tá vendo como você me deixou?". Beijei-a de novo, coloquei gentilmente o dedo pra explorar ali dentro da bucetinha enquanto mordiscava bem levemente seus mamilos. Trouxe o dedo molhado à minha boca, passeei ele por seus lábios, voltei a beijá-la com vontade, esfreguei meu amigão na pepeka encharcada, dei dois tapas com ele em suas coxas e ela me implorou pela camisinha.

"Pega logo, eu não tô aguentando. Quero você me comendo, vai"

Puxei do bolso da bermuda aquela preserv extra sensitivity, tinha comprado há uns dias o pacotão com seis, coloquei o equipamento de proteção, vulgo touca do pirulito, Adentrei bem devagar, não sei porque, foi deslizando com bastante facilidade e aí foi só alegria no ppmm. Maya leva suas mãos aos meus ombros, costas, enquanto meto com vontade na guria, ela oferece sua boca e implora com os olhos por mais beijos. Aquele sexo bem namoradinho, a xota encharcada facilitando a entrada toda da rola, me deixando pra lá de excitado e já com uma imensa vontade de gozar que, peço pra tirar e botar na boquinha, arranco a capa de qualquer jeito e sou plenamente atendido. Ela bota, chupa até sair tudinho, mas não engole o iogurte e sai pra fazer a higiene.

Daí dou uma pausa pra um banho rápido, um papo bem célere também, no qual converso um pouco dos meus problemas pra ela, sempre agarradinho, acariciando. Pra te falar a vdd, amigo, nem sei como a conversa acabou descambando no que rolou a seguir, só sei que os olhares se cruzaram, ela novamente me beija com vontade, aqueles olhos expressivos, com presença, eu naquele tesão desgraçado como se não transasse há meses, olhando aquela beleza única, exótica, corpulenta… E vejam bem, nem curto mto as morenas ou as corpulentas. Pedi que ela ficasse d4, passei a língua com gosto naquela xota, vesti o manto da preserv pra ficar pronto e pincelei várias vezes naquela bucetinha, ainda bem molhadinha. Mirei mais pra cima, ela começou a rebolar e eu fui empurrando, quando ela surpresa pelo movimento só solta a seguinte pérola.

"No cuzinho? Assim? A seco?"

Lembrei lá da primeira conversa no primeiro encontro que ela não havia feito nenhum senão pra sexo anal por conta de tamanho, nem pedia extra, simplesmente tava incluso no valor. Quando ela mandou essa, eu dei uma leve risada de canto de boca, aquela risada marota, dei duas cusparadas no elemento, passei saliva no cuzinho e empurrei sem a menor dificuldade, como se ela tivesse me querendo de tudo quanto é jeito. Botei bem devagar, com medo de machucá-la mas aos poucos fui acelerando, ela se soltando e gemendo, aquele gemidinho sem vergonha, um "ai ai aieeeee", quem conhece o canto da Gueixa sabe do que falo. É DI-VI-NO! Melodia pros ouvidos! E nisso, enrabando com gosto, ouvindo de seus lábios para não interromper que ela ia gozar também, eu segurando o máximo que podia porque o aperto do cuzinho tava me deixando maluco. Deu tempo de pegar o celular e fazer uns registros fotográficos. Caralho, eu tava em êxtase, gozando muito, dentro daquele cuzinho. Ela continuava jogando os quadris pra trás, não parava, quando finalmente ouvi um gemido mais forte, ela apanha minha mão com a sua, minha mão ainda inerte sobre sua cintura. Os dois ofegantes, mas se entreolhando com uma carinha de quem tá gostando de mais, de quero mais. Até que percebo pelo celular que a hora já foi uns cinco minutos atrás.

"Fica mais, não tenho nenhum outro atendimento depois"

Naquela hora me senti o Hugh Grant em um lugar chamado Notting Hill. Agraciado pelo sim da donzela, não teve outra. Uma olhada daqui, outra dela acolá, lá vamos nós de novo, já limpinhos, trepando de novo. Foi tudo tão incrível que o tempo passou mais rápido e no final de mais uma hora, com mais duas gozadas bem dadas, percebemos novamente a hora se extinguindo, mas ela continuava conversando calmamente sobre coisas aleatórias, vida anterior à putaria, família, gostos…

"Vai embora, não! Ainda tá cedo! Fica!"

Maya definitivamente tava on fire. Com uma cara de pidona, me olhava sorrindo. Incansável, partiu pra cima de mim com mais um daqueles beijos de novela, apertei bem suas ancas e já a coloquei de quatro novamente. Haja camisinha, irmãos, já tava no fim do pacote e eu até receava que não desse pra gozar de tanto que esfolei o pau até ali. Mas a mulher é foda, ela me excita de uma forma que não tem como explicar. Muito tapa naquela bunda clara, ela deixando que eu lhe puxe os cabelos (nem sou de fazer isso, mas na hora deu vontade), socando mais rápido, mais forte, aquele gemido dela preenchendo o quarto… Trocamos pra ela cavalgando, eu já tava quase lá. Entre uma sentada e outra, ela se inclinava e me beijava com gosto. Não demorou mto, o gozo logo veio, um jato forte. Meu Deus!! Que sexo!!

Ainda demos mais uma quando eu já tava colocando a roupa, mas depois de mais um banho tomado eu decidi por ir. Primeiro, que eu não tava com tanto dinheiro assim na carteira, paguei duas horas em casa e fiz um pix pra ela do restante. Sim, companheiros, 3hs de um encontro sensacional e maravilhoso, que nem em outras ocasiões experimentei. A gente sabe o quanto foi bom ou o quanto significou pra alguém através do que não é verbalizado. No que eu ia me despedindo, ela torcendo pra que as coisas que eu havia contado se ajeitassem, me deu um abraço forte, mas bem forte e longo. Acho que tinha uns quatro ou cinco mississipis.

"Já tô sentindo saudade"

E fui lá pegar meu Uber por volta de meia noite. Feliz, eu tava bem realizado, esqueci até dos meus problemas. Ainda voltei mais três vezes, dessa vez sem estresse algum, pq eu tava morrendo de sdd dela. Infelizmente, como eu disse, a agenda dela anda mais e mais concorrida e apertada, parece que se ausentou um tempinho e agora que voltou então, é pegar senha e aguardar pra ver se rola.

https://www.youtube.com/watch?v=EkHTsc9PU2A