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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Embarca no trenó e se prepara porque o TD tá quilométrico.
Bolei todo um esquema pra finalmente conhecer o famoso Castelo das Princesas. Já tinha até deixado um encontro agendado, mas infelizmente teve que ser remarcado por conta de imprevistos pessoais da menina.
Pra não perder o "alvará/álibi" que tinha acabado de conseguir, resolvi arriscar. E tal qual um apostador ousado de Las Vegas, arrisquei alto: mensagem pra Nanda. Mando o trivial de sempre ("Oi, boa tarde! / Tudo bem?") e logo recebo a resposta em áudio ("Oi, príncipe! Tudo bem?"). Mais algumas mensagens e acertamos um encaixe (opa!) na sua agenda.
Próximo ao horário de nosso encontro, já estou nas redondezas e peço pra me avisar quando puder subir. Menos de um minuto e ela disse que estava tudo OK. E lá vou eu ...
Toco a campainha. Ouço passos. A porta se abre e ... lá está ela: com uma micro calcinha de renda e uma blusinha quadriculada, ambas as peças na cor vermelha, da cor do Noel.
Me recebe com um abraço e um beijo acolhedores. E foi nessa hora que eu respirei fundo e concluí: tô fudido!
Sentamos em sua casa, conversamos por alguns minutos sobre alguns pormenores a meu respeito. Feito isso, pego a toalha e banho.
Volto, ela prepara o ambiente (luz, música) e nos deitamos em sua cama. E começam os beijos. Molhados. Deliciosos. Apaixonantes. E ardentes. Capazes de derreter um diamante. Enquanto ela montava em mim chupei aqueles seios maravilhosos.
Ficamos nessa pegação um pouco e ela desce me beijando até chegar ao pequeno Rudolph. Então começa o famoso oral do qual eu só li a respeito e tenho que concordar: IN-DES-CRI-TÍ-VEL! É um misto de sensações que não dá pra colocar em palavras. Só sei que fui à Marte, passando pela Lua, vi o cometa Halley fazendo drift e até a Estrela da Morte.
De volta à Terra, ela saca a capa e vem por cima e me maltrata mais ainda. Mesmo que eu fosse louco de reclamar, não poderia pois fui sabendo que ela faz maldades. Ter a visão da Nanda por cima deve ser a mesma que animais africanos têm ao serem abatidos na cadeia alimentar. Ela parece uma leoa que te devora, só que da forma mais prazerosa possível.
Após a cavalgada devastadora, parto pro oral nela. Ela pega meus cabelos, me chama de safado, fala um monte de putaria, xinga, se contorce, treme. Eis que ao longe ouço o tilintar do sino de Belém e então, eu, que na hora do sexo sou despido de egoísmo, sou recompensado com seu gozo em minha boca,
Momentos de relaxamento pra ambos, ficamos enroscados na cama conversando sobre trivialidades até chegar a fatídica hora de ir embora.
Roupa colocada, sou levado até a porta e recebo mais um beijo. Um beijo não de despedida, mas de até breve. Muitos "breves", aliás.
