BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mas não imaginava que seria uma segunda experiência tão intensa.
Marcado com antecedência via WhatsApp ela sempre educada e muito simpática.
No dia e hora marcados chego ao Castelo das Princesas e sou recebido por essa Deusa em um conjunto preto absurdamente sexy que deixa seu corpo mais exuberante (se é que é possível).
Muitos beijos na chegada, me encaminho para o banho e na volta mais beijos enquanto vamos lentamente retirando sua lingerie, beijando seu corpo e apreciando bastante.
O bago já estalava mas a vontade de beijar aquela ppk estava me enlouquecendo.
Ela se deita e sinceramente não sei quanto tempo fiquei na ppk dela, cheirosa e gostosa demais.
Ela gemeu, tremeu, olhava nos olhos, apertava minhas mãos e cabeça, sentir ela gozar foi o primeiro ápice, que delícia sentir o melzinho algumas vezes na boca.
Eu já não aguentava mais, peguei a camisinha encapei o bago e fomos no PPMM, ela estava tão lubrificada, que delícia (ela diz no meu ouvido que estava muito tarada aquele dia, mas acho que é o normal dela kkk).
Ficamos assim no PPMM trocando beijos, muito enroscados e com muita pegação, ar-condicionado não deu vazão (aquele dia acho que nem o Polo Sul dava).
São momentos raros, mas me senti com uma namorada, uma amante, tamanha foi a entrega e as trocas de carinho mútuas.
Ela tremia e gemia bastante, eu já não aguentava mais de tesão e finalizei.
Deitamo-nos juntos, uma conversa deliciosa, lembramos do vinho na geladeira (levei pra ela provar)
Degustamos um pouco do vinho branco acompanhado de tâmaras secas, com mais conversas e as risadas da Maya (deliciosas).
Mais e mais beijos, mas o tempo já havia passado bastante, o relógio naquele castelo parece girar muito rápido, deve ser o inimigo do Casanova – Cronos que se perdeu por lá e agora virou meu inimigo também.
Não estava com vontade de ir, mas o plantão me esperava (e que plantão dos infernos), nos despedimos, voltei umas três vezes para mais um beijo, mas chegou um cidadão no elevador e voltei a realidade.
A Maya é intensa como uma rara Touriga Nacional.
Ela é a rainha das uvas tintas portuguesas, a casta símbolo da terra dos grandes poetas Camões e Pessoa.
Sua nobreza tem origem nas terras da região do Dão (minha terrinha), um importante reduto vinícola do país lusitano, mas seu cultivo há muito tempo ganhou importância em todo o território nacional, indo do Alentejo ao Douro.
Seus cachos são delicados e compactos. Seus frutos são pequenos, com formato arredondado, bem definido e coloração negro azulada. Sua pele tem boa espessura, o que ajuda na obtenção de cores intensas.
Sua polpa é rígida e suculenta. Seu aroma é profundo, variando entre o floral e o frutado, mas característico, e inconfundivelmente nobre. Assim, em poucas palavras, pode-se definir os aspectos físicos da nobre uva portuguesa.
Já os vinhos produzidos são muito escuros e com aromas bastante poderosos, com estrutura capaz de suportar a passagem em madeira e sobreviver ao tempo.
Os vinhos varietais da Touriga Nacional são repletos de aromas de frutas negras, quase em calda e com um toque floral bastante diferenciado – de violetas, por vezes. Em algumas versões, o vinho resultante tem sabores concentrados e frutados, embora em boca seja de boa acidez, taninos elevados e um toque (que pode ou não ser sutil) de especiarias.
Posso dizer, usando uma expressão Dantesca (com a devida licença do confrade Dante) “acredite forista sem fé” – foi como estar vivendo uma paixão, eu sou um apaixonado contumaz e a Maya é mais uma que conquistou um pedaço do meu coração.
Não imaginava uma experiência tão deliciosa nesse dia, mas como nem tudo são flores, comecei o dia nos braços de uma Gueixa e terminei a noite correndo atrás de cracudo (ossos do ofício).
Obrigado Maya por esses momentos deliciosos, volto em breve para mais degustações.
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!
