BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Uva – Touriga Nacional (Categoria tinta intensa).
A cada degustação a Maya fica melhor, seus odores e sabores me surpreendem sempre, como diz a lenda Rovina, inevitável e como todo repeteco deve ser, muito melhor do que o encontro anterior!
Na hora marcada sou recebido por ela, sempre linda, usando um robe parecendo pele de onça (combina com ela). Sou encaminhado para o banheiro, na volta encontro ela nua – que visão!!! .
Nos olhamos e ela começa a me beijar – beijos intensos e sem miséria (ela tem um dos melhores beijos que tive a oportunidade de receber).
Muita pegação e beijos, mas estava doido dedilhando aquela ppk que logo fica toda molhada, ela se deita e começo mordiscando e beijando suas coxas, até a parte interna e chego na sua ppk (deliciosa), alternando bastante os movimentos e me deliciando enquanto ela se contorce e geme, segura minhas mãos e aperta bastante, ela grita um pouco se contendo, alguns espasmos e diz que vai gozar, mantenho o ritmo até sentir o mosto e ouvir seus gritos e ela sussurrando – não parei, continuei e ela não refugou, gemia muito, se contraia e tremia, mais algum tempo e parece ter gozado novamente.
Eu subo pelo seu corpo beijando até chegar nos seus peitos – estavam durinhos de tanto tesão – me acabo neles enquanto ela geme, depois mais beijos, ela estava muito relaxada (acho que fiquei quase uma hora chupando-a).
Ela se vira e começa com um oral bem cadenciado, até que começa a me maltratar, muita garganta e pressão – tenho que me segurar porque a vontade de queimar é imensa, então vou me levantando e não resisto em me aproveitar mais daquela ppk.
Depois de mais alguns minutos, ponho a camisinha e partimos para um PPMM alucinante, alternando bastante os movimentos, as vezes nos beijamos e outras chupava seus peitos que estavam petrificados, ficamos bastante tempo assim, eu quase finalizando então ela diz que iria gozar – penso na hora no Bolsonaro de cueca (único jeito) – e mantenho o ritmo até escutar seus gemidos e sentir suas contrações, por fim nos beijamos enquanto finalizo intensamente num PPMM daqueles bem agarrados. PQP – QUE GOZADA.
“Um beijo pode começar uma transa, mas o melhor é quando uma transa termina com um beijo”.
Nessa altura apesar do ar-condicionado estar gelando que nem um freezer, estávamos os dois ensopados de suor e rindo (eu mais).
Nos deitamos e ficamos conversando, tempo muito estourado, eu atrasado para uma reunião – mas não estava nem aí, mais beijos trocados – ela não para, mas infelizmente o tal Cronos também gosta de me sacanear, tenho que me despedir dessa divina degustação.
Maya é a encarnação de Afrodite e como no passado a perdição de Dionízio.
Mas como é preciso voltar a realidade, me despeço dessa maravilhosa Gueixa e rumo para o trabalho mais leve que o ar.
A Maya é uma perfeita Touriga Nacional.
No pequeno território português, que é pouco maior do que o estado de Santa Catarina, existem 230 tipos de uvas e a grande maioria delas é natural de lá, ou seja, desenvolveram-se há centenas de anos nesse recanto especial da Península Ibérica.
Essas uvas, que são típicas de um local e de difícil adaptação em outros terroirs, são conhecidas como “uvas autóctones” e uma das principais tintas portuguesas que se encaixam nessa categoria é a Touriga Nacional.
Sua baixa produtividade natural quase lhe custou a sobrevivência no território quando uma praga chamada filoxera arrasou com as plantações europeias em meados do século XIX. Nesse momento, muitos produtores portugueses decidiram replantar seus vinhedos com variedades que produzissem mais. Felizmente para a vitivinicultura mundial, a Touriga Nacional sobreviveu em regiões como o Douro e o Dão e, em tempos de moderna vitivinicultura, já na segunda metade do século XX, ganhou novo vigor, com os enólogos e agrônomos tendo maior entendimento de suas características e trabalhando para, pouco a pouco, melhorar sua produtividade sem descaracterizála. Assim, de coadjuvante em muitos vinhos (é uma das castas na composição do Vinho do Porto), ela aparece também em varietais modernos e saborosos, de grande elegância.
Como que para compensar sua baixa produtividade, a planta é bastante resistente aos fungos que preocupam viticultores em áreas com muitos microclimas, como a do Douro. Seus pequeninos e negros grãos são muito concentrados em açúcar quando bem maduros, em matéria corante, ácidos e têm uma boa carga de taninos.
Já os vinhos produzidos com esses grãos resultam muito escuros e com aromas bastante poderosos (antigamente, mesmo no Dão, a maioria dos vinhos feitos com a Touriga Nacional era quase sutil em aromas, mas isso mudou nos últimos tempos entre os bons produtores), com estrutura capaz de suportar a passagem em madeira e sobreviver ao tempo.
Quando bem feitos, os vinhos varietais da Touriga Nacional são repletos de aromas de frutas negras, quase em calda e com um toque floral bastante diferenciado – de violetas, por vezes. Em algumas versões, o vinho resultante tem sabores concentrados e frutados, embora em boca seja de boa acidez, taninos elevados e um toque (que pode ou não ser sutil) de especiarias.
A qualidade da moderna Touriga Nacional vem sendo reconhecida também em seu país de origem, e vinhedos da casta vão surgindo em outras regiões, como Alentejo e Estremadura, não apenas para cortes, mas também para varietais de alta qualidade.
Com isso, a uva ultrapassou fronteiras e, nas últimas décadas, tem sido cultivada em pequena escala em países do Novo Mundo, como Austrália, Estados Unidos e também no Brasil, onde há vinhos feitos com ela em três diferentes regiões, no Nordeste, na Serra e na Campanha Gaúcha.
Os vinhos Touriga Nacional são bastante elegantes e encorpados, contando com alta complexidade, boa concentração de cor, taninos refinados e um ótimo potencial de guarda.
Vinho de cor vermelha e tom escuro, com nuances roxas.
Tem um nariz mais fechado, apresenta aromas de frutas vermelhas muito maduras que chega a lembrar geleia, notas de chocolate e a típica violeta dada casta Touriga Nacional.
Corpo médio, acidez e taninos altos, mas integrados, final longo e persistente.
Sabor de tostado com retrogosto de frutas vermelhas, típico da Touriga Nacional.
Maya muito obrigado por proporcionar mais uma deliciosa degustação, volto em breve. Muitos beijos.
Até a próxima degustação!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.
Santé!
