17 de Janeiro de 2022 às 20:18
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

TD Realizado na correria da última sexta-feira.

Voltei a Onix com a intenção de conhecer a Malu (muito bem falada em todos os relatos), infelizmente por um contratempo não pude marcar com ela, então solicitei apresentação, a Malu também veio se apresentar, tropeçou apagou as luzes e ficamos rindo – que sorriso lindo, mas como não deu para marcar com ela escolhi a Priscila, nova na casa.

Os olhos verdes dela encantam, padrão Onix – não precisa dizer mais nada.

Rosto bonito, olhos verdes lindos, corpinho de menina, toda durinha.

Começou um pouco tímida nos beijos, parecia um pouco nervosa no início, conversamos um pouco e logo estava rindo.

Mais uns beijos de leve, já mais solta um pouco e ela inicia um oral muito bom, com pressão média e usando bem a língua.

Depois fui na ppk dela retribuir, muito cheirosa, fico ali bastante tempo, ela geme baixo e se treme, parece se segurar e resiste bem.

Ela volta e faz mais oral em mim, com mais intensidade dessa vez, camisinha posta ela vem por cima, como ela é pequena, o encaixe é muito bom e ficamos assim bastante, até que viramos para um ppmm.

Ponto alto, no ppmm a sensação da ppk dela é muito boa, bem apertada e ela fica contraindo, faz um pompoarismo bem gostoso, tento segurar, mas não consigo, estava tão bom que gozei aos urros – pqp.



Arrisco dizer que a Priscila é uma Cabernet Franc.

Uva de aromas intensos e boa estrutura, parente da Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc é uma das mais antigas cepas de Bordeaux, onde compõe blends, destacando-se também no Vale do Loire, graças a seus varietais.

A história da Cabernet Franc no Brasil vem de longa data. De fato, foi introduzida no Rio Grande do Sul pela Estação Agronômica de Porto Alegre, por volta de 1900. Nos anos 1920, os Irmãos Maristas já a cultivavam comercialmente em Garibaldi. A grande difusão da cepa, contudo, ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, tornando-se a base dos vinhos finos tintos brasileiros nesse período. Mais tarde, acabou sendo relegada a segundo plano e gradualmente substituída pela Cabernet Sauvignon e pela Merlot. Até poucos anos atrás, chegou a ser vendida pelo preço de uva comum.


Não obstante, é uma planta vigorosa, de média maturação, que se adapta bem a solos calcários. E mais, a vinha de Cabernet Franc floresce e amadurece seus frutos mais cedo do que outras variedades. Assim, ela se adapta bem às condições da Serra Gaúcha onde, sabidamente, há anos em que o amadurecimento é mais complicado devido às condições climáticas, principalmente quando se tem incidência de chuva próxima à época de colheita. Fato é que, em vinhedos trabalhados com atenção e cuidado, conseguem-se uvas de boa qualidade, com potencial para produzir vinhos com tipicidade e de padrão excepcional.

Essa variedade, se comparada à Cabernet Sauvignon, tem a casca mais fina, menor acidez, menos taninos e maior intensidade de aromas, muito resistente e não excessivamente produtiva.

Amadurece cerca de uma semana antes da Cabernet Sauvignon, o que lhe confere adaptação a regiões um pouco mais frias, como o Vale do Loire por exemplo.


Produz vinhos mais interessantes e densos em solos compostos por areia, argila e calcário e quando utilizada em cortes com variedades mais robustas tem o objetivo de acrescentar maciez e aromas.

Seus vinhos geralmente não têm cor muito profunda, exibem corpo leve ou médio, bom frescor e textura macia.
Têm aromas pronunciados, com frutas negras como framboesas e groselha, também violetas, algo mineral (conforme a região), pimenta e toques vegetais.


Ela no fim estava bem solta e conversamos um pouco nos últimos minutos.

Vai ter repeteco, mas antes vou conhecer a Malu.

Até a próxima degustação!