BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
As degustações de 2022 não param de me surpreender!
Havia tentado conhecer a Loren desde o ano passado ao ler um TD do confrade Espartano e posteriormente do Dante.
Mas não aconteceu por conta de alguns equívocos com o número do telefone, o que foi sanado semana passada quando finalmente conseguimos marcar.
Ao chegar sou recebido por ela pontualmente, estava com uma lingerie preta linda que realçava seu lindo corpo tatuado (lindas tatuagens), estava de salto alto, então olhei de cima pra baixo, ela riu e desceu do salto.
Fui encaminhado para o quarto, ela me ofereceu toalha e fui para o banho, na volta ainda encontro a Monique em uma lingerie branca – o paraíso existe sim!
Mas voltando ao relato, a Loren entra e começamos trocar beijos bem intensos, em alguns minutos ela desce e inicia um oral matador, pressão e bastante garganta, as pernas bambas me levaram a encostar na cama, ela continua – tenho que segurar para não queimar.
Deitamos ela vem por cima e continua com oral, alternando e brincando com minhas bolas e até um beijo grego rolou – foi espontâneo e muito bom.
Em seguida é a minha vez de retribuir, que ppk gostosa e greluda, chupei bastante e retribui também o beijo grego, ela pareceu quase gozar, mas pediu para parar, não queria gozar naquele momento.
Então um pouco mais de oral, camisinha posta – ela vem por cima, cavalgada maravilhosa, ficamos bastante tempo mantendo o ritmo, alternando com roçadas até que ela pareceu gozar bastante.
Mudamos de posição e partimos para um PPMM, mais beijos e pegação, ela aprecia bastante e se entrega, após um tempo paramos, ela volta com aquele oral com pressão até eu finalizar.
Ela vai ao banheiro e na volta deitamos e conversamos alguns minutos, menina muito agradável e uma conversa muito boa, repeteco com certeza.
A Loren me lembra um Primitivo de Manduria.
A saber, a Primitivo é uma irmã gêmea da Zinfandel, na Califórnia.
Hoje sabe-se que ambas têm raízes croatas – descendem de uma outra de nome impronunciável, vide a quantidade de consoantes.
A uva Zinfandel tem diversas denominações mundo afora, também sendo chamada de Primitivo, Crljenak Kaštelanski, Tribidrag e Pribidrag.
Todas representam a mesma espécie, porém em diferentes regiões do mundo.
Tanto na Itália quanto nos Estados Unidos e na Croácia, o terroir é formado por regiões secas, próximas ao mar e temperaturas altas. Também pode ser encontrado em menor proporção em países, como África do Sul, México e Austrália.
Mas em cada terroir são apresentadas características um pouco diferentes.
Primitivo é o nome de uma uva e Manduria é a região que fica ao sul da Puglia, o salto da bota da Itália, região plana que até parece um tapete verde, ensolarada e seca. É lá que se originam alguns dos mais célebres exemplares dessa uva.
Mas por que a Primitivo caiu no gosto do brasileiro a ponto de ele pensar que a designação “primitivo di manduria” é o nome do vinho, assim como amido de milho é maizena e lâmina de barbear é gilette?
As respostas são elementares, caros. Nos últimos 20 anos a região da Puglia passou por uma verdadeira revolução: saíram do comando os senhores de ideias ultrapassadas que produziam vinho sem qualidade “a rodo” e entraram em cena nomes de peso interessados em elaborar rótulos que realmente as pessoas gostassem de beber. Some-se a isso o fato de ser tendência a valorização das uvas autóctones (ou nativas),
acompanhando a onda de enaltecer o que é regional.
Fora isso, os vinhos de lá, em geral, possuem qualidade constante, preço aceitável e, bingo!, taninos macios ou adocicados, que caem literalmente como uma luva para o paladar brasileiro. Ou seja, não há quem não se encante com esses vinhos encorpados, concentrados e muito frutados elaborados com a Primitivo – vale dizer que nem todos são de Manduria, outras sub-regiões também se destacam com essa uva.
Depois nos acertamos, vou tomar outro banho e retorno para aguardar a próxima degustação.
Até a próxima degustação!
