25 de fevereiro de 2022 às 12:37
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM




Como já disse em algum relato anterior, eu aprecio caminhar nos fins de tardes tijucanos, perambular pelas ruas de casas antigas, reviver lembranças, comer um pastel com caldo de cana no Rico’s, tomar uma cerveja em um dos tantos botecos desse bairro bucólico, impregnado de um romantismo nostálgico. É uma das minhas formas de relaxar, de me isolar dos loucos e das loucuras do mundo. Um andarilho não quer guerra com ninguém, busca apenas a sua própria paz.

Ao chegar em frente a famosa e cinematográfica galeria Iskye, lembro-me da mulher que também me traz paz e afeto nos poucos momentos que passo com ela, a feiticeira tijucana Alice. Envio uma mensagem pelo WhatsApp, pergunto se está desocupada.

— Tem um cliente saindo agora, Dante. Dá cinco minutos e sobe.

Degustei uma fatia de pizza na antiquíssima lanchonete Brotinho de Ouro ao som de clipes dos anos 80 e subi. Alice me recebe linda e faceira, um beijo na boca batiza a minha chegada. Sem nenhuma necessidade de pressa, conversamos, trocamos carícias, ela coloca a sala em meia-luz, me faz sentar num pequeno sofá-cama ao lado da maca, aumenta o som da música ambiente e começa a tirar a própria roupa lentamente, revela o corpo esculpido, a pele bem tratada, os cabelos longos e negros cobrem e descobrem os seios que ameaçam ficar à mostra. Permaneço sentado, surpreendido, vendo aquela beleza de traços gregos se desnudar diante de mim. Pikachu, o breve, manifesta-se em um exíguo sinal de vida.

Tirou a minha roupa, me esfrego no corpo de Alice, mas não antecipo nada, vou para o banho. Quando retorno, a maca já estava pronta, me deito e Alice inicia em meu corpo os seus toques mágicos. O toque de Alice é um misto de massagem com carícias provocantes, o paciente relaxa e se arrepia, numa alternância de sensações que nos fazem viajar. Confesso, estimado forista, cheguei a dormir sob os encantos das mãos de Alice neste último encontro. A feiticeira grega não me massageou só nas costas, também deslizou suas mãos sobre o meu tórax, pelo meu rosto, cabeça e seguindo uma trilha de erotismo alcançou o velho Pikachu, o breve.

Alice manipulou meu combalido pênis com a delicadeza de uma alquimista que prepara a massa para fazer um doce que deseja saborear. Quando a consistência estava firme, ela me abocanhou com a fome das mulheres gulosas, não se importou com excesso de calorias, me devorou pelo pau com avidez. Em sua boca, uma bala Halls trazia um geladinho excitante ao couro carcomido do meu membro. Alice chupava, alisava meu saco, subia ao rosto para beijar minha boca, me masturbava. Ataque total, por todas as frentes, um Putin invadindo a Ucrânia. Não consegui segurar, quando acabaram os espermas, continuei gozando água, não conseguia parar de gozar. Que experiência colossal a que eu vivi no último encontro com Alice.

Lívido pela quantidade de fluidos perdidos, relaxado como alguém que tomou overdose de Lexotan, conversei mais um pouco com Alice e recebi a notícia de que ela deve parar por um mês a partir do início de março. A Tijuca não será mais tão Tijuca até que Alice retorne. Beijos na boca, despedida e ganho as calçadas que rodeiam a Praça Saenz Peña. A Tijuca e o Dante são uma só entidade, indissociáveis, a história de um completa a história do outro. Que venha o próximo episódio... Yes