24 de Março de 2022 às 10:58
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Não pude acompanhar muito o Arena nos últimos dias, mas li textos que relatavam despedidas comoventes de alguns foristas. A despedida é uma síndrome de fórum, mas sempre aconselho ao forista neófito que não se despeça. Despedidas em fórum soam como reverberações do ego de quem supõe ter alcançado renome virtual, aguardam aclamações e súplicas para que permaneçam. O melhor é que o forista que se despede apenas desvaneça, como uma Grega Garbo enfastiada e segura da sua influência, libertando um filete da fumaça do cigarro pelo canto dos lábios. Já caí na armadilha de me despedir, mas sou um candidato a idoso cansado, é justificável. Também não se despeçam do fórum por causa de amores por freelancers, por predileções por casas, cafetões etc. Não merecem a sua ausência. Despedidas são cafonas. Acreditem neste velho escriba.

Minhas últimas semanas foram dispendiosas, um programa de quase 500 pilas na 44 e outro na mesma faixa pecuniária que realizei na 65. Na 44, o programa compensou porque a morena fenomenal com quem saí aceitou dormir na Tijuca quando fechou o expediente na casa; na 65 a mulata colossal que me abduziu mostrou-se disposta a encontros externos.

Vamos ao assunto principal, ontem marquei um chope no Centro com o jovem forista Smithers, que se atrasou como de hábito e por conta disso acabei traçando rota para a Termas 65. Setenta contos de consumo obrigatório, programa de uma hora a 390 estalecas no cartão, nada que motive o contato íntimo com as garotas, mas o elenco do dia estava muito interessante e fiquei observando. Eu bebia pacatamente a minha cerveja Corona quando uma mulata colossal atravessou o salão desfilando, pingando gotas de sensualidade pelo chão e me encarando com a fome dos canibais do século 16. Ela passou em direção a outra mesa, onde estava sentada com um rapaz que emitia tiques nervosos de me causar aflição. Não demorou e ela surgiu à minha frente.

— Posso sentar com você?

— Pode claro — respondo trêmulo.

— Qual seu nome?

— Dante, me chamo Dante.

— O meu é Kely

Sentou-se, fiz a entrevista básica obrigatória e iniciamos um papo recheado por uns pegas ousados. Não resisti. Alcova.

Dentro do quarto, beijos com boca de engolir elefante, esfregas audaciosos, ela interrompe tudo e me abocanha num boquete que fez a minha alma saltar do corpo como seu eu fosse uma versão carcomida do Dr. Estranho. Prestes a gozar, inverti a posição, coloquei a mulher colosso de quatro e me deparei com aquela bunda, que bunda, bunda empinada, com marquinha de biquini visível somente a microscópio eletrônico, bunda de capa de revista. Ajoelhado, fazendo uma oração silenciosa, penetrei no templo vaginal da mulata, penetrei em êxtase, agradecendo a dádiva recebida. Estoquei com força, mas a menina interrompeu novamente o coito, disse que não queria que eu gozasse, me pediu para mamar seus seios. Os seios? Obras-primas do silicone, perfeitos, macios, com dois biquinhos que me fizeram salivar. Lambi muito os peitos da mulata, mamei com um bebê faminto. Subitamente, ela salta sobre o meu tronco, introduz Pikachu, o breve, no próprio cu e começa a rebolar. Acredite, forista sem fé, neste momento, quase precisei pedir soro e medicamento para a pressão arterial.

Ao perceber que eu estava arfando, quase me afogando de tesão, a garota fica outra vez de quatro e me convida. Meti, meti, meti e gozei. Despenquei moribundo sobre o colchão mundano. Aqui, a menina cometeu o seu único pecado, que comigo poderia ter sido fatal, mas relevei, ela imediatamente começou a vestir-se para sair do quarto.

— Já vai embora? — perguntei.

— Ah, amor, só faltam cinco minutos.

Eu não disse mais nada, comecei a me vestir em silêncio e deixei que ela saísse. Foi ponto negativo, mas não comprometeu o desempenho da mulher.

Pago a conta astronômica e ganho a rua do Rosário nua e deserta às 23h, fui caminhando, entrei pelo escuro Beco das Cancelas, desemboquei na rua Buenos Aires e caminhei até a estação do Metrô da Uruguaiana. A vida segue, de preferência, sem despedidas. Yes