BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Minhas últimas semanas foram dispendiosas, um programa de quase 500 pilas na 44 e outro na mesma faixa pecuniária que realizei na 65. Na 44, o programa compensou porque a morena fenomenal com quem saí aceitou dormir na Tijuca quando fechou o expediente na casa; na 65 a mulata colossal que me abduziu mostrou-se disposta a encontros externos.
Vamos ao assunto principal, ontem marquei um chope no Centro com o jovem forista Smithers, que se atrasou como de hábito e por conta disso acabei traçando rota para a Termas 65. Setenta contos de consumo obrigatório, programa de uma hora a 390 estalecas no cartão, nada que motive o contato íntimo com as garotas, mas o elenco do dia estava muito interessante e fiquei observando. Eu bebia pacatamente a minha cerveja Corona quando uma mulata colossal atravessou o salão desfilando, pingando gotas de sensualidade pelo chão e me encarando com a fome dos canibais do século 16. Ela passou em direção a outra mesa, onde estava sentada com um rapaz que emitia tiques nervosos de me causar aflição. Não demorou e ela surgiu à minha frente.
— Posso sentar com você?
— Pode claro — respondo trêmulo.
— Qual seu nome?
— Dante, me chamo Dante.
— O meu é Kely
Sentou-se, fiz a entrevista básica obrigatória e iniciamos um papo recheado por uns pegas ousados. Não resisti. Alcova.
Dentro do quarto, beijos com boca de engolir elefante, esfregas audaciosos, ela interrompe tudo e me abocanha num boquete que fez a minha alma saltar do corpo como seu eu fosse uma versão carcomida do Dr. Estranho. Prestes a gozar, inverti a posição, coloquei a mulher colosso de quatro e me deparei com aquela bunda, que bunda, bunda empinada, com marquinha de biquini visível somente a microscópio eletrônico, bunda de capa de revista. Ajoelhado, fazendo uma oração silenciosa, penetrei no templo vaginal da mulata, penetrei em êxtase, agradecendo a dádiva recebida. Estoquei com força, mas a menina interrompeu novamente o coito, disse que não queria que eu gozasse, me pediu para mamar seus seios. Os seios? Obras-primas do silicone, perfeitos, macios, com dois biquinhos que me fizeram salivar. Lambi muito os peitos da mulata, mamei com um bebê faminto. Subitamente, ela salta sobre o meu tronco, introduz Pikachu, o breve, no próprio cu e começa a rebolar. Acredite, forista sem fé, neste momento, quase precisei pedir soro e medicamento para a pressão arterial.
Ao perceber que eu estava arfando, quase me afogando de tesão, a garota fica outra vez de quatro e me convida. Meti, meti, meti e gozei. Despenquei moribundo sobre o colchão mundano. Aqui, a menina cometeu o seu único pecado, que comigo poderia ter sido fatal, mas relevei, ela imediatamente começou a vestir-se para sair do quarto.
— Já vai embora? — perguntei.
— Ah, amor, só faltam cinco minutos.
Eu não disse mais nada, comecei a me vestir em silêncio e deixei que ela saísse. Foi ponto negativo, mas não comprometeu o desempenho da mulher.
Pago a conta astronômica e ganho a rua do Rosário nua e deserta às 23h, fui caminhando, entrei pelo escuro Beco das Cancelas, desemboquei na rua Buenos Aires e caminhei até a estação do Metrô da Uruguaiana. A vida segue, de preferência, sem despedidas.