https://gparena.net/social-feed-user.php?id=17224
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Devia ter percebido que coisas boas me esperavam quando os deuses da libertinagem sorriram para mim nesta tarde. Ontem havia entrado em contato com algumas meninas que estão na minha lista, e a primeira a me responder foi a Alice Martins. Apesar de hoje ter aprendido o valor dos seios pequenos, sempre fui um cara que gostou de seios grandes.
[flashback para o trabalho dos pais do pequeno Conde, perto de 30 anos atrás, onde colegas de trabalho deles estavam vendo fotos de mulher pelada no computador, ainda nos primórdios da internet. Quando eles menos esperam, a voz do pequeno Conde, que com não muito mais de quatro anos bisbilhotava o que eles viam, surge atrás deles: "Uh, peitão!"]
Os da Alice, fartos... não, fartíssimos, me chamaram a atenção desde o primeiro momento que vi seu anúncio. Contudo, ela tinha um cliente já agendado para um pouco mais tarde do horário que pedi, o que deixava uma janela pequena de espaço entre o meu horário de saída do trabalho e deslocamento até seu local e o tempo que ela precisaria para se preparar para o cliente seguinte. Deixei com ela pré-marcado; caso algum outro cliente aparecesse, ela podia dar meu horário sem problema, e se eu percebesse que não haveria tempo de chegar, avisaria que infelizmente ficaria para uma próxima oportunidade.
Como já relatei, porém, os deuses da libertinagem sorriram para mim esta tarde e fui liberado mais de uma hora antes do previsto. Entrei rapidamente em contato com a Alice, que disse que ainda poderia me receber, e em menos de dez minutos (afinal, os deuses da libertinagem me mandaram um metrô no momento que cheguei à plataforma da estação) já estava em seu local (que só percebi depois de sair que era o mesmo de quando estive com a Nina Fiori, algumas semanas atrás).
Seu apartamento é bom, com um banheiro espaçoso e honesto para as necessidades. Decido tomar uma ducha, já que estava na rua desde as 8h da manhã, e recebo uma toalha ensacada. Banho tomado, me aproximo da Alice, uma mulher alta, de rosto bonito e voz doce. Começamos a nos beijar ainda de pé, nos esquentando no frio do início de noite no Rio de Janeiro. Nos aproximamos da cama e Alice começa um oral bem gostoso, de quatro na cama comigo em pé, antes de deitarmos e começarmos a namorar mais um pouco. Ela volta para o boquete, sem esquecer de chupar minhas bolas. Ela me pergunta se quero a camisinha, mas ainda é muito cedo para isso.
Peço para ela deitar e começo beijando sua boca, passo pelo pescoço e me perco na imensidão de seus seios. Vou descendo, beijando sua barriga, seu umbigo, suas coxas, até ela gentilmente empurrar minha cabeça para sua buceta. Entendo o recado e começo a chupar. A Alice goza fácil, ou pelo menos assim me pareceu. Rapidamente ela chegou duas vezes ao clímax sem que eu tivesse parado de chupar. Subo para beijá-la, mas introduzo meus dedos em sua buceta pingando e a masturbo até que goze uma terceira vez. Quando ela finalmente termina, a olho nos olhos e digo: "agora você pode pegar a camisinha".
Começamos no PPMM, com muitos beijos na boca e pelo pescoço (tenho uma predileção por beijar pescoços, o que provavelmente não surpreende ninguém), alternando ritmo e profundidade. Ficamos um bom tempo nisso, até que canso e ela fica por cima. Que visão maravilhosa ela cavalgando com aqueles seios fartos na minha frente. Não me aguento e começo a chupá-los vigorosamente, passando de um para o outro, de vez em quando me "afogando" entre eles. Percebo que meu garoto estava em um dia de modo maratona, onde vai ser difícil eu gozar, então paramos um pouco e voltamos a deitar na cama para namorar. Começo a masturbá-la devagar e ela vai correspondendo. Aqui, caros confrades, é quando chego ao grande momento já profetizado na introdução deste TD.
Me sento na cama, contra a parede, e peço para ela sentar na minha frente, mas de costas para mim (imaginem a cena clássica de Ghost, mas sem a argila e com ambos nus). Começo a masturbá-la enquanto continuamos a nos beijar. Com a mão livre, faço carícias em seus seios. Ela goza, mas eu não paro. Eu continuo, agora comigo a segurando pelo pescoço, e ela goza uma segunda vez, mas eu não paro. Uma terceira, mas seus gemidos de prazer mais alimentam a minha vontade de continuar ali do que qualquer outra coisa. Ela goza uma quarta vez e finalmente pergunto se ela quer que eu pare. E é a resposta dela que me faz sentir no topo do mundo: "não sei se eu quero que você pare, estou sem forças, mas está bom demais". Resolvo então ir para o gran finale: uma última masturbação, dessa vez com meus dedos introduzidos nela, até que ela atinge o clímax e quase desfalece em meus braços.
Daí para frente nada mais do que aconteceu no TD é importante. Sim, paramos para beber água. Sim, ela fez mais um pouco de oral em mim e também me masturbou enquanto nos beijávamos. Sim, o desgraçado do meu pau estava mesmo em modo maratona e se recusou a gozar. Sim, eu não me importei nem um pouco com isso. E sim, ficamos trocando carícias e nos beijando por tanto tempo que, quando vimos, já tinhamos passado da minha hora.
Alice se desculpa comigo, pois preciso ir embora para ela se preparar para o próximo cliente. Tomo meu banho e bebo um chocolate quente com caramelo maravilhoso que ela me oferece enquanto me visto. Mais um ou dois beijos antes de eu ir embora, me sentindo "o cara" como poucas vezes me senti na vida. Eu me considero adaptativo na hora do sexo, se a menina tem uma pegada mais hard eu entro na jogada, mas se a coisa flui para mais namoradinha, também está ótimo para mim. E, entre as com quem eu tive um momento namoradinha, a Alice está com certeza na briga pelo topo dos melhores encontros que já tive.
