BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Entro na histórica galeria Skye, passo pela vitrine da Livraria Eldorado (onde o meu último livro está à venda), atravesso a recepção, embarco no elevador e em poucos segundos estou diante da mulher madura e magnífica que é Alice. Cai o queixo por vê-la com o corpo remodelado, os longos cabelos negros deslumbrantes, o sorriso de cigana e os olhos de Capitu. Alice está melhor do que nunca.
Confesso que fui menos pelo sexo e mais pela massagem, queria aliviar as tensões que se acumularam em mim nos últimos dias. Eu gosto de uma boa massagem, quem me decifra sabe disso e Alice é uma das que sabem.
A sala da grega agora está com uma nova maca turbinada, último modelo, alta tecnologia. Tomei um banho e quando retorno, Alice já havia deixado o ambiente na penumbra. Deito-me e espero os primeiros toques nos meus pés. Acredite, forista sem fé, quando Alice começou a apertar os meus pés, senti um arrepio que me percorreu das pernas até o alto da nuca, uma viagem, uma onda. Ela prosseguiu me apalpando, procurando meus pontos de tensão e caprichando com as mãos. De repente, quando olhei para o lado, Alice estava nua, seios esculpidos, barriguinha zero, pele sedosa e os longos cabelos deslizando sobre as minhas costas. Para descrever a minha reação, só comparando a um homem perdido e com sede encontrando um belo oásis no deserto. Alice é um alívio sempre disponível a poucos metros da minha casa, é um tesouro.
Após me massagear até a ponta da cabeça, Alice mergulha em mim num boquete dedicado, a boca quente, me engolindo e punhetando. Eu estremecia com as primeiras manifestações de uma onda vulcânica que se aproximava, Alice intensificou o boquete e a punheta. Não deu mais para segurar, meu gozo explodiu e acho que foi junto um pedaço da uretra e da minha bexiga.
Deixei a galeria com a alma purificada, anoitecia na Tijuca, o vai e vem das pessoas voltando para casa, o comércio de rua ensaiando o fim de expediente, eu caminhava sem compromisso com nada, sem lenço sem documento, minha bagagem era um sorriso espantado por confirmar como atenções tão pequenas podem nos fazer muito felizes. Cai o pano.