23 de Agosto de 2022 às 21:04
BRUNINHA
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JUJU ANGEL
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BRUNINHA
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

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TAXA ANAL

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REPETECO

SIM

JUJU ANGEL
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CONTOS DO NOEL - O QUARTO MAIS ALTO DA TORRE MAIS ALTA

HO HO HO


Ah, a putaria ... Muitos julgam se tratar de um mundo à parte. Acredito ser bem mais do que isso. Na minha modesta opinião é todo um universo paralelo e, ao mesmo tempo, intrínseco ao mundo dito "normal". Eu poderia elaborar algumas dezenas de parágrafos sobre esse assunto, mas para que ninguém durma ou desista de ler, vou manter o foco numa pequena fração do universo libidinoso: os relatos.

Através deles podemos, entre outras coisas, decidir sobre qual garota ir (ou não ir), descobrir possíveis novos prazeres e até mesmo trazer de volta antigos interesses que estavam adormecidos em nossas mentes. Exatamente como aconteceu com o meu cúmplice ...

Desde que relatei a surubinha que fiz com o Wolf no início deste ano, recebi convites aqui e ali para organizar e/ou integrar versões de um dos eventos mais deliciosos e divertidos que já vivi. Sempre recusei. Mas deixo bem claro que, embora tenha feito algumas piadas a respeito, nunca se tratou de soberba da minha parte. Quem me conhece, ainda que só um pouquinho, sabe bem que não sou assim.
Não sou apegado a status ou até mesmo títulos que os confrades vivem atribuindo à minha pessoa no chat ou nos comentários. Aproveito e faço aqui uma confissão: tenho dificuldade em aceitar que pessoas se inspiram em mim pelo que lêem em meus TDs e pelas "dicas e conselhos" que dou esporadicamente. Não bastasse isso, me assombra saber que alguns vão além e me admiram pelos meus "feitos". Logo eu, que sempre me achei o mais modesto e simplório, e, por vezes, fraco e incapaz.

Mas isso vem mudando. Parafraseando o começo da música
Ainda é Cedo, uma menina me ensinou que eu devo me permitir essas pequenas coisas. Um elogio descompromissado desse pode vir a ser a melhor coisa que irei ouvir num dia ruim, por exemplo. Ela não me fez mudar de opinião, mas posso lhes dizer que estou mais receptivo à novas experiências de um tempo pra cá.

Voltando aos convites, eles foram se intensificando até que um dia, o ditado "água mole em pedra dura tanto bate até que fura" surtiu efeito no meu petrificado e gélido coração. O que me chamou a atenção foi o plano, já praticamente arquitetado, me fazendo lembrar a Incursão. Bastava apenas eu dar o OK. Foi o que fiz.

O objetivo era aparentemente simples, resgatar duas princesas no Castelo, vigiadas por um cavaleiro e um sacerdote. Pra ser bem sincero, achei fácil demais, mas fiquei na minha. Não podia influenciar negativamente o jovem cavaleiro que tanto ansiava por este momento.
Lá estava eu, na Taverna do Zezé, a observar transeuntes e as mais diversas figuras que frequentam esse estabelecimento. Outros destemidos aventureiros e desbravadores dividiram a mesa e uns bons goles de bebida. Faltava apenas aquele que compartilharia as glórias comigo. Enquanto o aguardava, chequei meus equipamentos e tudo certo: Noel, o Velho, estava pronto.



"Me aguardem!"



Pouco antes do horário previamente acertado, Az, o Garboso, chega e informa que sofreremos um pequeno atraso devido ao ensaio de um conhecido menestrel. Só então seguimos em nossa escalada. A rota até o nosso alvo se mostrou tranquila, o que me gerou mais assombro. Tudo muito fácil. Nada de inimigos, armadilhas, muito menos um sinal sequer da presença dos algozes guardiões. O alerta ligou. À porta do local onde as princesas estão, nos preparamos para irromper numa investida conjunta. A porta se abre e uma figura feminina faz as vezes de anfitriã. Era a guerreira Bruninha, a Voraz, que nos convida para o interior do recinto. Subimos um lance de escada e nos deparamos com a Mestra Ju Angel, ajoelhada sobre a cama que serviria de altar para o nosso sacrifício. Na verdade, não se tratava de um resgate, mas de um desafio contra uma amazona e uma sacerdotisa. Olhamos um para o outro com a mesma cara de "FUDEU".

Feitas as devidas apresentações (da minha parte, só não conhecia a anfitriã), já ia me encaminhar ao banho quando Bruninha me abraça e me beija. Por um segundo, interrompemos o beijo, nos olhamos e continuamos. Após ser liberado, fui me lavar. Na volta, vejo Az se atracando com Juju aos beijos e amassos enquanto Bruninha tirava uma casquinha (rima não intencional).

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Deixo aqui uma pequena observação quanto a continuidade do relato. Procurarei manter o foco da narrativa pelo que vi. Então, não vou abranger aqui exatamente tudo que ocorreu, nem na mesma ordem, justamente por conta disso, OK?
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Voltando ... chego por trás de Bruninha beijando suas costas e pescoço, enquanto a seguro pela cintura. Ela se vira, fica ajoelhada na cama e nos beijamos. Que beijo delicioso e envolvente. Ela para e reclama que algo está nos atrapalhando: era minha cueca e seu conjunto de lingerie rosa. Já totalmente nus, deitamos com mais beijos. Az e Juju se pegavam no outro extremo da cama. Por motivos bem particulares pra mim, nos permiti ficarmos um tempo assim. Bolinamos nossas partes íntimas ao mesmo tempo, falando sacanagens ao pé do ouvido. Chupo seus seios, fazendo-a suspirar. Ela desce até o Pequeno Rudolph e inicia um oral alternando ritmo e pressão perfeitos. Por todo o tempo que ficou ali me fez revirar os olhos, gemer e me retorcer na cama. Não sei o que se passava com o "outro casal", mas minha mão direita foi agarrada com força por outra mão. Pelo toque suave (e usando a lógica) era Juju. Voltando à Bruninha, ela mamava vorazmente até eu sugerir que alternássemos as posições. Não sem antes beijar mais aquela boca carnuda e gostosa, e passar pelo seios mais umas vez. Antes de chegar em sua buceta, inicio os trabalhos já nas coxas e virilha. E pude ver Az por cima de Juju.

Quando parto pro oral propriamente dito, ficamos nos deliciando, eu chupando e ela curtindo pegando nos seus seios. Como tínhamos um tempo razoável pela frente, optei por me dedicar bastante ali. Aperto e acaricio sua coxa e com a outra mão entrelaço os dedos com ela e sinto suas reações a cada mudança de estratégia. Quando tudo se alinhou, a faço gozar minutos depois. Sorver seu mel foi como morder um bombom de licor, você quer aproveitar todo aquele líquido, mesmo que precise se lambuzar pra isso. E assim eu estava, lambuzado com o sabor dela.

Já que ela parecia aturdida, me levanto para me deitar ao seu lado. Mal faço isso, Az se levanta e vai ao banheiro. Desconfio o que tenha sido, mas sem ter certeza, encaro como uma parada técnica. Mas eu senti no ar que algo errado não estava certo ...
Olho pro lado e vejo Juju com uma carinha de safada. Então a convido para os meus braços e alterno beijos entre ela e Bruninha, e ambas vão passando suas mãos pelo meu peito. Juju desce, Az volta e Bruninha passa por trás de mim, que estava sentado na beira da cama. A Sacerdotisa reergueu meu companheiro de aventuras rapidamente e o engolia num oral fascinante, quase me entreguei ali. Ficou um bom tempo usando sua boca por onde alcançava: Rudolph, a sacola de presentes, a guirlanda ... como diria Luciano, o Huck, "loucura, loucura, loucura".
Mãos suaves me abraçam, Bruninha retorna e Juju volta para Az. Sou montado pela morena Voraz, sempre me beijando muito. Pouco depois, ela sugere ficar de quatro, uma visão irresistível ... mas eis que rolou um malfunction (® by MRio) e não consegui dar andamento à empreitada. E pelo que discretamente percebi, não fui o único.

Viro Bruninha na cama e ataco seu sexo novamente, meio que numa forma de compensação pela rateada e pra não perder o rumo da coisa. Capricho bastante no oral e noto que ela se entregou mais agora. Não que antes não o tivesse feito, mas como eu já sabia a rumo certo a trilhar, tudo ficou mais fácil. Prova disso foi o orgasmo abundante que veio a seguir.
Nova "parada técnica", ficamos os 3 na cama papeando e rindo (eu já tinha abraçado a derrota, então foda-se). Az retorna, se junta à conversa, riu também e assim ficamos até o tempo terminar.

Como bons moço e velho que somos, nos certificamos que cada uma de nossas destruidoras seguiu seu rumo para casa adequadamente. Aí sobramos nós dois, derrotados mas felizes, cada um ao seu jeito.
Ainda rolou uma peregrinação pela sombria selva de pedra do Centro, um serviço de escolta (literalmente) de última hora à uma dama na calada da noite e uma verdadeira jornada para que retornássemos aos nossos lares.
Mas são outras histórias para outros momentos ...