13 de Maio de 2015 às 16:45
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Meu primeiro contato com a Fernanda foi na inauguração da Poderosa Massagens e depois a reencontrei em um Chopp. Nestes dois encontros, eu havia prometido a ela que iria fazer uma visita. Eis que chega o dia em que resolvo cumprir minha promessa.

Fiquei fora do Rio por duas semanas e, neste meio tempo, fui informado de que a gata não trabalhava mais na Poderosa e estava agora em um privê na Lapa. Cheguei a enviar um SMS pra ela para marcar horário com ela. Ela só chegou a me passar o endereço do privê e o horário em que ela está atendendo por lá. No dia seguinte, ligo para o privê e agendo um horário com ela. Por coincidência, foi ela que me atendeu no telefone, mas não chegou a reconhecer minha voz. Aproveitando este não reconhecimento, fui bem objetivo: apenas marquei horário com ela e não me identifiquei. Deixei isso para quando chegasse lá.

Cheguei lá na hora marcada e quem me recebe é a Bruna Lessa, que agora se chama Priscila Nogueira Eu disse que tinha agendado com a Fernanda e a Priscila (Bruna) me encaminha para um dos quartos e pede para eu aguardar porque a Fernanda tava terminando um atendimento com um cliente. Vou falar rapidamente sobre o privê: pelo que entendi, era onde funcionava o antigo privê "Sedução Carioca". Basicamente, é uma sala comercial, onde foram colocadas divisórias que deram espaço para três cabines/quartos pequenos. Os quartos possuem cama de casal e todo o privê é iluminado com luzes negras e pela iluminação das janelas da sala. Os quartos/cabines em si são bem aconchegantes e arrumadinhos, mas o privê, de um modo geral, passa a ideia de estar sujo. Não sei se essa ideia se dá por conta das luzes negras. A Fernanda divide o privê com mais três moças e elas, além de atenderem, passa o dia inteiro fazendo um tremendo trabalho de logística para que os clientes que estão lá não se encontrem. Outra coisa que merece ser dita sobre a casa é que, as divisórias não vão até o teto para poderem compartilhar o ar condicionado, mas, por conta disso, dá pra se ouvir o que acontece nos quartos/cabines vizinhos. Agora, vamos ao TD:

A Fernanda abre a porta do quarto onde eu aguardava e faz uma festa ao me ver. Ela me recebe com um vestido rosa curtíssimo que fazia com que a Fernanda estivesse embalada a vácuo por ele, destacando todas as formas do corpo desta gata. Me oferece uma água e pergunta se eu iria no chopp. Eu disse que não e ela fica um pouco desapontada. Ela sai do quarto e retorna com a água e pede para eu aguardar mais um pouco, provavelmente, pra ajudar na logística para que os clientes presentes na casa não se vejam. Um tempo depois, ela me traz uma toalha e me passa para um quarto/cabine um pouco maior do que o que eu estava. Guardo minhas coisas lá e parto para o banho. O banheiro da casa é igualmente arrumadinho como os quartos, entretanto, devido ao grande fluxo de gente nele, ele já apresentava sinais de sujeira.

Tomei meu banho e retorno para o quarto e, tempos depois, a Fernanda chega. Ela pergunta se eu queria massagem, eu disse que não e começamos a nos pegar. A Fernanda é uma gata de 1,71m com um corpo que beira a perfeição. Parece realmente uma índia. Começamos a nos agarrar e nos beijar. O beijo dela é muito gostoso, porém, quase não rolou língua. Só rolou mesmo quando o clima entre a gente começou a esquentar. Daí, ela parte para fazer o oral em mim e fico um bom tempo recebendo o oral dela que já encantou vários confrades. Ela alterna lambidas, chupadas, lambidas no saco e no períneo. Ela gosta muito de brincar alternando por essas áreas e alternando o ritmo do oral em si. Me deixou super relaxado, inclusive.

Assim que ela terminou de me fazer o oral, voltamos a nos beijar mais um pouco e ela pergunta se eu queria colocar a camisinha. Eu digo que antes gostaria de retribuir o oral que ela me fez e começo a chupá-la com vontade. Fico um bom tempo aplicando oral nela e noto que a gata está se contorcendo suavemente e que seu clitóris se enrijeceu. Aliás, ela emitia uns gemidinhos bem suaves, quase imperceptíveis, bem gostosos de se ouvir e, cada vez que eu os ouvia, ficava mais excitado. Ao sentir que a gata estava gostando do meu oral, continuei aplicá-lo até que ela despeja seu melzinho na minha boca.

Depois dela se recuperar do orgasmo, que segundo ela, a deixou bem "aérea", eu digo que agora sim eu queria colocar a camisinha. Então, ela me pergunta como eu queria e eu digo que gostaria de vir por cima. A gata então se deita e começamos o ato em si. A penetro e começo as estocadas. Pude sentir que ela estava bem quentinha por dentro e a sensação estava bem gostosa. Quando sinto que o leite está por vir, a gata pede pra continuar, pois ela estava para gozar também. Procuro então segurar o máximo que pude para gozar junto com ela, porém, estava tão gostoso que não deu pra segurar e mandei o leite na borracha com vontade. Entretanto, mesmo com a borracha cheia de leite, continuei socando nela até ela gozar. Não podia cortar esse barato dela, não é? Mesmo correndo o risco do pequeno Jobson desanimar no meio do caminho, segui em frente. Felizmente, a tática deu certo e a gata conseguiu gozar mais uma vez pouco tempo antes de rolar aquele "desânimo" pós-gozada de minha parte. Depois disso, ficamos conversando mais um pouquinho, pois faltavam pouquíssimos minutos para o tempo acabar. Ela perguntou se eu queria tomar banho de novo, eu disse que não precisava, pois tomaria banho em casa já que minha intenção era desocupar o quarto logo para ficar livre para o próximo cliente. Coloquei minha roupa, nos despedimos e seguimos com nossas vidas.

A Fernanda foi super fofa e carinhosa comigo o tempo todo, me tratou muito, mas muito bem desde o início. Uma simpatia só. Sem dúvida, pretendo revê-la em breve. Se os confrades forem atrás dela com intenção de fazer anal, esqueçam, pois ela mesmo disse que anal ela não faz em hipótese alguma.