https://gparena.net/social-feed-user.php?id=8348
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Bom dia, cambada amiga.
Noutro dia, enquanto conduzia minha carroça pela Linha Vermelha,
ouvi o podcast arretado do Brand com a Sheron e um outro confrade que não recordo o nome. E me senti representado quando comentaram sobre aqueles que postam sempre sobre a mesma mulher.
Porque é isso mesmo: só escrevo aqui sobre os TDs com a Isadora Vilhena. E não os faço para agrada-la, mas para reforçar a narrativa de que ela é, de fato, diferente.
Com o devido pedido de licença aos “escravos mais graduados desta senzala erótica” - é claro!
Apresar da falta de tempo, tenho visitado meninas bem charmosas e gostosas. Mas elas só confirmam o que já se conta por aqui. Para dividir com os confrades, busco mais do que mero ato sexual. A menos que seja relato para, pretensiosamente, livra-los de grandes furadas…
E essa Isadora Vilhena faz sentir diferente. E aqui não é comparação estética, mas cênica. Não é carnal, mas teatral. Quem conhece seu atendimento sabe da sensação se sentir um ator pornô ao lado da “doce safada”.
Por isso, na segunda-feira da semana passada (dia 5), madruguei no deserto corredor do Castelo das Princesas na AA37. E já cheguei agarrando-a para um beijo.
Mas um beijo tão gostoso, salivado, espremendo-lhe as bochechas da face enquanto enfiava a língua no céu daquela boca. Juro que em determinado momento achei estar arrombando-lhe a garganta.
Sarramos, sarramos.
Apalpamos, apalpamos.
Tapas na bunda.
Mamada suculenta num dos seios.
Beliscões no bico do outro.
Linguadas no ouvido.
Dedo no cuzinho.
Tudo isso antes do banho.
Estava ensandecido. E mais ficava ao ouvir ela me elogiar e dizer que estava com saudades. Até que ela puxou o cabra da peste aqui para a frente do espelho e começou a rebolar no meu pau aquela bunda linda grande e arredondada. Foi como se detonasse a bomba de testosterona que carrego armazenada.
Isa percebeu minha loucura e foi direto sorver o meu pau. Chupava com fervor, lambendo membro, saco e ânus com sua língua macia. Enquanto eu direcionava a cabeça da linda, manobrando-a como se a sufocasse entre minhas pernas, ela tentava me mostrar o rostinho todo babado, pedindo pica porque estava louca para o gozo matinal.
Perguntei se poderia foder-lhe a garganta e ela assentiu, de imediato. Deitada na cama, de forma transversal à cabeceira, com a cabeça para fora da cama, me ordenou: “ Vem… fode minha boca e chupa minha buceta…”
Assim fiz por uns vinte minutos, alternando marretadas com força e carinho. E aumentava o ritmo na medida em que ouvia o barulho da baba e sentia o engasgo. Isa emitia um som abafado, me apertava sobre seu corpo reagindo, talvez, à linguada na buceta perfumada.
Ao tirar da boca para vestir a camisinha um jato incontrolável sujou o chão. Ela não viu e eu o ignorei. Coloqueia-a de quatro e penetrei-lhe pela vulva, estapeando aquela bunda linda, alva, grande, redonda e rebolativa.
Isa a empinava, gemia e me pedia para “meter gostoso”, sem parar. Eu me encaixava sobre suas curvas, beijando-lhe costas e pescoço e buscando os bicos dos seios para alisa-los. Cena linda! Parecia filme. A mulher se entrega ao prazer de corpo e alma. Sei lá… é diferente. Como estava bom vê-la sorridente e excitada. Não aguentei muito…
Gozei na borracha e ela foi conferir se havia muito ou pouco esperma na camisinha. Disse que havia gozado duas vezes e não ficou chateada pela “jatada” no chão. Conversamos um pouco, banho e rua na direção do compromisso que começaria em minutos.
Perdão, mais uma vez, por ser monotemático. Não sou dos mais assíduos, mas curto demais o Arena. Leio todos os relatos, confiro o atendimento de uma ou outra GP. Contei isso para a própria Isadora e ela achou graça. Disse que não se sente única e me sugeriu conhecer a Alícia Ferrari e a Juhly Zombie.
Realmente, não conheço o atendimento delas. Mas, por enquanto, ela, a Isadora, é a única que me faz ter vontade de relatar os atendimentos por tudo que já relatei por aqui.
A ponto de, meia hora depois de deixar o AA37, no meio de uma reunião chatinha e arrastada, eu levantar a voz sem perceber cantando um refrão que alegrou o meu dia…
“… Vou invadir o Nordeste, seu cabra da peste… sou Maaaangueira! Com forró e xaxado, o filho do chão rachado, vem com a estação primeira… Vou invadir o Nordeste!”