gparena
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Relato super fresco para evitar que o alemão se aproxime de minha mente. Agendei um repeteco com nossa estonteante novidade, Iza Paulista. Havia conversado antes com ela sobre minhas intenções de tentar conhecer sua retaguarda de forma mais profunda, já que no último encontro (que foi dupla) não houve tempo hábil para tão importante exploração. Ela simplesmente me respondeu: “lindo, meu corpo e teu”. Pausa para recuperar o fôlego.....
Pois bem, muito animado com a resposta recebida, no dia marcado, parti para o local na 13 de Maio. Passagem pela portaria, perguntou meu nome, conferiu o registo, me deu uma ficha e eu pude finalmente ingressar no prédio de forma plena (burocracia de vigilância), só faltou pedir meus exames de sangue e fezes.
Coração batendo acelerado, toco a campainha e a secretária (ainda não guardei o nome) abre a porta (altamente pegável) e me leva até o quarto onde encontra-se minha princesa, Iza Paulista. Ao me ver, me abraça, diz que estava com saudades, me beija, e eu ali retribuindo tudo, ao mesmo tempo e agradecendo por estar com todo aquele monumento de mulher (não é alta mais tem a medida certa para mim) prestes a ser apreciada de todas as maneiras que eu imaginava.
Procedimento de praxe, me entrega toalha ensacada, tiro a roupa e me dirijo para o banheiro, por sinal, diga-se, muito bom, limpo e espaçoso, não entope o ralo e a água quente funciona muito bem (precisa ter cuidado para não queimar o guerreiro, fica a dica).
Rezo antes de volta para o quarto, e, confiante, me dirijo para lá, esperando encontrar minha princesa.
Encontro-a deitada, linda, me esperando. Ela se levanta, está com uma laungerie muito interessante, fica linda nela, de salto alto preto, o que promove ainda mais o empinamento de seus glúteos que já são uma obra prima a parte. Começamos um enrosco gostoso, muitos beijos com total entrega (ela beija sem miséria), carinhos, abraços, e eu, habilmente, vou desfazendo o nó da laungerie, e passo a ver seus lindos peitinhos, totalmente naturais. E ali me dedico com afinco, beijos, lambidas, chupadas leves, e ela gemendo muito, gostando, é uma área erógena que ela gosta que explorem, e eu, como adepto do Indiana Jones, exploro mesmo, me dedico ao máximo.
Lougerie já no chão, ela ajoelha na cama e começa a fazer carinho e mamar muito meu pequeno guerreiro, que já não estava mais tão tímido, que começa a crescer em sua linda boca. Ela engole ferozmente, enquanto seguro sua cabeça para dar uma força no movimento.
Mas a vontade de beijá-la, sugar-lhes os seios, e cair de boca em sua flor de lotus é maior, assim, deitamos na cama, eu por cima, começo os trabalhos na mesma ordem que descrevi, beijos, olhares, cheiros, seios, barriga e, finalmente me aproximo de sua bela flor.
Estando ali, meu lugar predileto, me dedico ao máximo, pergunto a ela se quer ficar molinha, e ela diz que sim, e que vai me dar leitinho, o que chamo de néctar dos deuses nórdicos, o puro hidromel oferecido por sua flor de lotus. Começo no entorno, em suas coxas, virilha, grandes lábios, pequenos até aportar milha boca e língua, com toda a plenitude em seu lindo grelinho. Nossa, uma obra divina. Enquanto pratico o cunilíngua com todo meu fervor, ela gema muito, se contorce, fala para continuar chupando, para não parar, eu, logicamente, ficaria por alí até o amanhecer se fosse possível. Colaborativa e participativa, ela arreganha com as mãos e mostra mais ainda sua joia máxima que não mais se esconde por debaixo das pétalas de sua flor. Enquanto desenvolvo meu ato de sugá-la, aperto suas nádegas, seus seios, e coloquei o dedo indicador na porta de seu lindo e róseo cuzinho (cuzinho porque não encontrei nenhuma palavra poética para substituí-lo, fica sendo cuzinho mesmo kkk). Neste momento, ela deu sinais de que estava adorando essa investida, disse para continuar, e assim fomos, até que percebi que seu gozo estava próximo devido a quantidade de “não para” que ela disse, retirei o dedo e continuei chupando sua flor integralmente até ela gozar muito em minha boca. Iza se contorcia muito, e levantava o quadril da cama, mas eu não retirei minha boca de sua flor, apenas reduzi a intensidade, pois estava muito sensível, mas ela não queria que eu saísse, e, alguns minutos depois, encharcado de seu néctar, continuei chupando intensamente sua flora, especialmente seu grelilho que há muito estava aparente, e ela sempre dizendo para eu não parar, e eu nunca pararia, ficaria alí até minha língua cair. Mais um tempo assim, de muitas carícias, gemidos, e de “não para”, Iza alcançou o segundo gozo, e eu, ali, um privilegiado do destino, suguei completamente todo o néctar que sua flor tinha a me oferecer. Cheiro e gosto muito bons, que enebriaram o ambiente, que por sinal, muito aconchegante e confortável.
Após essa fase, ela me pede para beijá-la, quer sentir o gosto de seu néctar, hidromel de primeira, o que faço, e sentindo uma mistura de sentimentos nos beijamos loucamente, abraçados.
Sem pausa ainda, ela pega a camisinha e percebendo que meu pequeno guerreiro mostra sinal de animação, veste-o com o pijama de látex e vem sentar por cima e de frente, porque essa posição é ótima para continuar beijando, acariciando os seios, a bunda, e, além disso, controlar a gozada, e hoje estava foda de controlar (tem dia que a cabeça de cima não acompanha a de baixo).
Ela quicava muito gostoso, estava uma delícia, mas hoje, meu objetivo, era quebrar uma maldição que me persegue, a maldição de ainda não ter comido um cu de forma plena.
Explico: há muitos anos atrás (sem conotação pleonástica ou pejorativa) vivi uma experiência não muito boa tentando comer um cuzinho, meu pequeno guerreiro, quando cresce, fica grosso, e acho que este fato deve ter contribuído para o evento. Pois bem, naquele dia fatídico, descolei uma namorada que queria experimentar o sexo anal. Tudo ia bem, até que, na hora h, ao tentar introduzir meu guerreiro em seu cuzinho, ela gritou muito, apesar de todo o cuidado que tive, de ter lubrificado, de ir devagar. O fato é que não deu certo, ela sofreu, terminou o namoro, e eu fiquei bloqueado com isso (momento sessão terapia).
Retornando ao td. Pois é, venho tentando desde então viver essa experiência. Procurei fazê-lo com meninas fantásticas (gp’s), que até curtem sexo anal, mas, sem sucesso. E hoje, apesar de todo o carinho e cuidado que a Iza Paulista teve comigo, não consegui. Mas conto como foi. Ela ficou de bruços, abriu-se para mim, eu já com o guerreiro encapado e firme, mas, quando aportei o capacete na entrada de seu cuzinho, o restante do corpo do guerreiro não reagiu bem, e refugo, ficando no famoso estágio “meia bomba”. Diga-se que Iza foi muito gentil, tentou de tudo, ficou em diferentes posições, abriu ao máximo a entrada de seu cuzinho lindo, que já havia namorado antes com o dedo e língua, mas meu fiel guerreiro não entendia a mensagem e, como em um flash back insistia em retornar ao trauma do passado.
Vendo que daquele mato não sairia coelho, Iza, de forma hábil, me disse “ meu amor, vem comer minha bucetinha, me beija”. Começava aí o ppmm mais sinistro que já realizei (me lembrei do confrade MRio, mas sem gatorege para hidratar kk) reuni forças, pensamento positivo, e promessa de subir a escadaria da Oteiro da Glória, e introduzir o que restava de meu guerreiro naquela linda flor de lotus da Iza, e não parei mais, em posição de flexão (ainda bem que malho e faço flexões), beijando-a e metendo freneticamente, velocidade máxia, e só descansei quando a Iza me disse que ia gozar e gozou, mas gozou muito, me apertava como poucas já me apertaram (tem uma que me apertava muito também quando gozava, era bem bom, mas não vem ao caso no momento).
Ela me perguntou se eu havia gozado, e eu disse que não. Ela não se fez de rogada, me fez deitar de barriga para cima, retirou minha camisinha, posicionou-se de quatro de maneira que eu tinha completa visão de sua linda bunda, e iniciou um boquete matador, lambia bolas, corpo do guerreiro, períneo, cu (nem curto tanto beijo grego) mas ela fez, tudo da melhor forma, me fitando com aqueles olhos verdes, até que perguntei se ela gostaria de receber leitinho na boca e ela disse que sim, muito. Aí meus amigos, soltei tudo que estava retido, muitos herdeiros deixaram esse mundo hoje. Ela os guardou em sua boca e depois cuspiu no lixinho. Caiu por cima de mim, me beijou muito, me fez muito carinho. Ficamos conversando sobre nossas vidas, já dá uma sensação de que somo velhos amigos, porque o papo flui com muita facilidade e respeito. Ela realmente é do bem.
Eu disse que infelizmente não iria ao 2º Encontro, apesar de ter me planejado, mas, não poderia mesmo por questões pessoais. Disse para ela para ir e se divertir muito, fazer amigos e amigas, que o grupo é ótimo e bem receptivo.
Chegada a hora do banho, já havia um cueca esperando na rua. Banho, me vesti, e fui entregar seu presente, quando então ela mostrou, mais uma vez, o quanto é do bem mesmo, e faço questão de relatar.
Explico: o valor da sessão com sexo anal combinado seria R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). Fui entregar os R$ 250,00 já que havia tentado fazer sexo anal, e não consegui em razão de um bloqueio meu e não dela. Porém, ela não quis aceitar o valor com a taxa de anal, me disse o seguinte: “não fizemos sexo anal, portanto, você não me deve a taxa de anal. Não posso ficar com algo que não é meu.” mesmo tentando insistir para que recebesse, ela não quis, e me devolveu R$ 50,00. Ai disse que este já estava reservado para ele quando do próximo encontro. Só posso tirar o chapéu para ela!!!
PS – Me perdoem os confrades, mas eu acabei esquecendo de tirar uma foto, merecia porque ela estava um espetáculo. Na próxima tiro.
