BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Confesso que tinha visto algumas poucas fotos da Pimentinha e, mesmo assim, eu não tinha a menor ideia do que esperar dela, exceto o que ela disse em sua entrevista. Como disse anteriormente, tudo para mim era como se eu tivesse dado um "tiro no escuro", pois, além de ter visto poucas fotos, foi a primeira vez em que saía com uma mocinha bem conhecida daqui sem ler absolutamente nenhum TD da gata. Eu não sabia mesmo o que me aguardava.
Chego no motel praticamente em cima do laço no horário em que marquei com ela. Nanda dizia que só estava aguardando minha chegada para se encaminhar para o local. Adentrei o quarto numa velocidade de fazer inveja ao Flash e ao Mercúrio e procurei fazer a minha higiene no pouco tempo que me restava até a chegada da gatinha. Foi só eu fechar o registro da ducha que o telefone toca anunciando a chegada da Pimentinha. Mal me sequei e a gatinha já estava tocando a campainha do quarto. Abro a porta e finalmente pude ter uma ideia real da Nanda: loirinha de 1,50m de altura mais ou menos, estilo mignon, olhos cor de mel, pele levemente bronzeada trajando um sorriso no rosto e um vestido branco bastante discreto e muito elegante. Ela pede para tomar uma ducha rápida e, quanto termina, sai do banheiro trajando apenas um conjuntinho de calcinha e sutiã brancos e foi aí que pude finalmente ter uma ideia de como é seu corpo: perfeitamente modelado com volumes totalmente proporcionais, parecia uma escultura de Michelângelo (o mestre da Renascença e não a Tartaruga Ninja).
Nanda vem pra cama, ficamos conversando um pouco para quebrar o gelo e, quando mal percebo, já estamos trocando beijos. O beijo da Pimentinha é regado de muita língua, diga-se de passagem. Ficamos um bom tempo nos beijando até que Nanda vai descendo pelo meu corpo devagar, com beijos até chegar no pequeno Jobson. Então, ela começa a aplicar seu oral em mim. Seu oral foi algo próximo da perfeição, pareceu até que Nanda leu a minha mente e para saber exatamente o tipo de oral que gosto sem eu dizer uma palavra sobre isso a ela. O oral dela é com pouca pressão e com a baba na medida a ponto de sua boca deslizar com extrema facilidade pela piroca. Enquanto ela me chupava, ficava me olhando nos olhos, me provocando com seu olhar, de vez em quando, usava uma das mãos pra ajudar, assim como, alternava com lambidas e carícias no saco. É impressionante como o oral da Nanda me deixou relaxado sem eu, ao menos, ter gozado. A Pimentinha, aliás, dedicou um bom tempo ao oral em mim. Depois, ela me beija e pergunta se podia pegar a camisinha. Como de praxe, eu disse que não, pois queria retribuir o oral nela.
Nanda se deita e começo a beijá-la e explorar todo seu corpinho com beijos. Pescoço, seus belos seios, barriga, púbis, virilhas, todo um caminho até chegar em sua bucetinha. Procuro retribuir meu oral à altura do que ela me fez. Noto que a gatinha estava gostando, pois, além dela me abraçar com as pernas, ela ainda puxava minha cabeça em direção à sua buceta, como uma forma de dizer para que eu não parasse. Ela começa a se contorcer, emitir leves gemidinhos. Sua respiração começa a ficar mais intensa, aliás, não só a respiração como os leve gemidinhos também. Ela começa a movimentar seu quadril de forma como se quisesse que minha língua explorasse totalmente a extensão de sua vagina. E, assim foi até a Pimentinha gozar na minha boca. Quando termino digo: "Agora sim. Agora podemos pegar a camisinha."
Nanda é uma gatinha que me deixou tão relaxado que, nesse meio tempo, o pequeno Jobson acabou dando uma leve desanimada. Antes de colocar a camisinha, ela tornou a aplicar seu oral em mim o que trouxe novamente um "ânimo" à situação, se é que me entendem. 14** A Pimentinha me encapou e, logo em seguida, sentou encaixando o pequeno Jobson em sua bucetinha. A partir daí, ela começou a cavalgar suavemente, dando umas leves quicadinhas alternando com movimentos de vaivém esfregando seu grelinho em mim. Depois, ela pede para cavalgar de costas para mim, agora só dando quicadinhas. Ficamos um tempo assim até que ela sugere mudarmos de posição. Peço pra vir por cima, pois é a posição que mais gosto.
A Pimentinha passa um pouquinho de lubrificante e o pequeno Jobson entrou com uma facilidade tremenda além de ter conseguido um encaixe perfeito. Começo então as estocadas. Vou aumentando o ritmo gradativamente, Nanda vai soltando uns gemidinhos. Aviso pra gatinha que estou quase gozando e vou nesse ritmo até preencher devidamente a borracha com leite.
Como já estava quase no fim do horário, ficamos batendo um papo bem bacana até o táxi da Nanda chegar, nos despedirmos e seguirmos com nosso rumo. É engraçado como são as coisas, muito do que disse a Pimentinha em sua entrevista, pude comprovar e compreender melhor passando esse tempinho com ela. Nanda, além de ser uma menina linda, é uma companhia super agradável, tem um ótimo papo, é uma mulher altamente articulada e consegue ser elegante sem exageros. Outra coisa que gostei muito no atendimento dela foi justamente a constante vontade em deixar o cliente à vontade e agradá-lo com seu jeitinho meigo e único. Nanda realmente procura fazer o cliente se sentir especial de forma bem natural.