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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Que há vida fora do Castelo confrades e demais aventureiros de plantão sabem melhor do que este lobo cansado com desejo de puro sangue no cio. Então, aproveitando uma visita à assistência técnica da Apple, no Largo do Machado, decidi que havia chegado a hora de estar frente à frente com Loren Andrade.
A morena faceira, gostosa de corpo e alma, brotou dos relatos de vocês, e foi ganhando minha mente a cada foto postada no Arena Social. Até que se materializou na minha frente como autêntica Pocahontas dos trópicos. Do beijo da entrada ao abraço da saída, Loren foi a mulher perfeita criada para o prazer furtivo
Mas antes de falar do sexo, em si, permitam-me a divagação.
Sou desses que cultuam paixões platônicas e proibidas. Por isso dou vida às personagens que essas meninas assumem. E daí procuro decifra-las: o que gostam, como agrada-las sem me sentir o tiozão, e quando dizer que a escolha obedeceu a critérios que vão além do corpo, da beleza ou da putaria ofertada?
Neste particular, não tem jeito: se eu não tiver a margem segura de que o momento será de alto astral para os dois, nem me atrevo. E no caso da Loren boa margem veio de um relato do Dante em que narrava ter sido socorrido por ela, fora do expediente, na triste noite de um sábado. Foi o selo de qualidade.
De volta à manha da sexta, 23...
Loren me recebeu com uma lingerie azul, coberta por uma espécie de camisola transparente que já não me lembro a cor. Cobriu-me com um beijo delicioso e carinhoso e, na penumbra do corredor, enquanto eu buscava o pescoço “perfumoso” (sic) da pantaneira carioca, me deu as boas vindas desnudando os seios lindos e apetitosos.
Levou-me para o quarto no fundo, no outro atende uma amiga, onde após minha higiene recebi um oral dos mais bem feitos. Enquanto eu buscava conexão com com os sentimentos primitivos da putaria, Loren me engolia com perfeição, banhando o pau com sua língua encharcada de prazer.
Aceitou as estocadas que buscavam sua garganta e não refugou aos tapinhas carinhosos no rostinho babado. Ajoelhada, à beira da cama, sendo segura pelos cabelos de maneira a deixar o pescoço à mostra, Loren me fez entender porque evitei tanto aquele encontro, porque li quase todos os relatos sobre os atendimentos dela sem curtir unzinho sequer.
Simplesmente porque tinha receio de me tornar refém de seu encanto!
Interrompi a mamada para sorve-la num oral desejoso e foi lindo vê-la de pernas abertas, erguidas pelos tornozelos enquanto eu friccionava o clitóris com a língua, passeando pelas virilhas, descendo por suas pernas até ganhar os pés para beija-los e acarinha-los. Depois, linguadas pela barriga, peitinhos pequenos e boca, novamente… pqp!
Eu não tinha mais do que 40 minutos para mostrar a Loren o quanto a desejava, mas fiz o meu possível. Dedilhei, linguei e chupei o cuzinho que tanto imaginei penetrar e, enquanto ele encapava o meu pau, busquei o cinto para preparar o galope. De quatro, bem afivelada na cintura, segurei-a firme com uma das mãos, e com a outra presa a seus cabelos ditei o ritmo do coito, penetrando forte a vagina.
Que cena, meu Deus!
Loren sacudia os quadris como se passeássemos pelos Jardins do Éden. Até que eu, combalido, brindei a leveza do momento estourando o champanhe no plástico. Deitamos abraçados, conversamos sobre a importância de uma boa conexão energética, e ela mesmo lamentou o fato de eu ter fugido da “surra de anal” que havia preparado. Queria deixar em mim marcas profundas do seu majestoso atendimento.
Tomei meu banho, sem que ela me apressasse, e deixei o local bem impressionado com o todo: local, menina e atendimento. Pena não ter tempo e folga no orçamento para deliciar-me com a periodicidade que eu gostaria. Mas Loren não perde por esperar. O repeteco começará de onde paramos….