BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Só mais um dia no Paraíso!
O tempo passa muito rápido, por diversas situações ficamos alguns meses sem estar juntos, mas repeteco com ela é inevitável e uma hora iria acontecer, melhor dizendo algumas horas.
Nada programado com antecedência, aconteceu uma série de coincidências e nossas agendas bateram, mas a dela do que a minha, eu não tinha mais do que duas horas e literalmente chutei o balde.
Hora marcada, envio mensagem alguns minutos antes, ela diz estar se aprontando, aguardo pacientemente (só que não), finalmente libera minha entrada, ainda não havia conhecido sua nova sala, muito organizada e confortável.
A porta se abre e sou puxado por ela, nos abraçamos e beijamos, acho que só falamos alguma coisa uns dez minutos depois dessa agarração toda, ela estava só de calcinha e um robe transparente.
Depois me conduz para o quarto e voltamos ao enrosco, de pé com muitos beijos e carícias, temperatura sobe, me delicio com seus seios e vou descendo até sua ppk, já bem molhada, vontade era de morder, chupei com vontade, ela apoiou uma perna no meu ombro, mas estava tremendo bastante, por isso ela se deita na cama enquanto eu me agacho e não tiro a boca da ppk.
Ela geme bastante, se treme, enquanto fico alternando pressão e suavidade, vou me concentrando nas suas reações, cada vez mais intensas, ela segura meus braços que estão passando por baixo de suas pernas e aperta bastante, pede para continuar que iria gozar – PQP – mosto delicioso, apesar de sensível ainda fico aproveitando, mas bem delicadamente.
O Bago latejava, coloco uma camisinha, não a deixo respirar muito e já aproveito engatando um ppmm, variamos muito, beijamos muito e transpiramos muito.
Pausa de segundos, ela regula o ar condicionado e voltamos de onde paramos, ela se toca enquanto vou socando e goza gemendo alto, vou cadenciando, ritmo mais lento, muitos beijos, vou colocando devagar e fundo, sua ppk pulsava bastante, estava com muito tesão para finalizar, ela diz pqp vou gozar de novo fica assim, mantenho o ritmo e a posição, ela geme alto no meu ouvido e também não me aguento, finalizo urrando.
Maya me abraça e fico por cima dela alguns instantes, ficamos rindo, muita transpiração, depois me ajuda com um lenço umedecido a jogar os baguinhos fora.
Ficamos numa resenha muito gostosa colocando os assuntos em dia, estamos abraçados, ela fica como quem não quer nada batendo com a mão no Bago enquanto fala, ele que é muito educado logo se levanta, ela fica se distraindo com ele como se eu não estivesse mais ali, fica passando mais lencinho nele olha para mim e diz que não chupou ele ainda.
Eu me deito enquanto ela se posiciona e inicia um oral delicioso, alterna bem a pressão, baba e faz de tudo um pouco, cada engolida que me fazia sentir a alma querer sair do corpo, ela apertava na base e aumentava a intensidade, ficava me olhando e não parava, fiquei com as pernas bambas mesmo deitado, não consigo nem reagir, a vontade vem e finalizo urrando e socando a cama, ela se vingou bastante, continuou até levar minha alma junto.
Depois sai para o banheiro fazer sua higiene e me deixa completamente nocauteado olhando para o teto aguardando minha alma, ou o que sobrou dela, voltar para o corpo.
Passamos mais um tempo conversando e rindo, passamos e muito do tempo, esqueci da vida e da hora, me arrumo e Maya me leva com muitos beijos até a porta.
Saio em êxtase e com o cheiro da Maya!
Problema foi explicar para minha filha que cheiro era esse kkkk Ficou na conta do sabonete líquido do trabalho.
Maya minha linda, muito obrigado pelos momentos.
Maya é uma intensa e inesquecível Touriga Nacional!
A Touriga Nacional vem do pequeno território português, que é pouco maior do que o estado de Santa Catarina, existem 230 tipos de uvas e a grande maioria delas é natural de lá, ou seja, desenvolveram-se há centenas de anos nesse recanto especial da Península Ibérica.
Essas uvas, que são típicas de um local e de difícil adaptação em outros terroirs, são conhecidas como “uvas autóctones” e uma das principais tintas portuguesas que se encaixam nessa categoria é a Touriga Nacional.
Sua baixa produtividade natural quase lhe custou a sobrevivência no território quando uma praga chamada filoxera arrasou com as plantações europeias em meados do século XIX. Nesse momento, muitos produtores portugueses decidiram replantar seus vinhedos com variedades que produzissem mais. Felizmente para a vitivinicultura mundial, a Touriga Nacional sobreviveu em regiões como o Douro e o Dão e, em tempos de moderna vitivinicultura, já na segunda metade do século XX, ganhou novo vigor, com os enólogos e agrônomos tendo maior entendimento de suas características e trabalhando para, pouco a pouco, melhorar sua produtividade sem descaracterizála. Assim, de coadjuvante em muitos vinhos (é uma das castas na composição do Vinho do Porto), ela aparece também em varietais modernos e saborosos, de grande elegância.
Como que para compensar sua baixa produtividade, a planta é bastante resistente aos fungos que preocupam viticultores em áreas com muitos microclimas, como a do Douro. Seus pequeninos e negros grãos são muito concentrados em açúcar quando bem maduros, em matéria corante, ácidos e têm uma boa carga de taninos.
Já os vinhos produzidos com esses grãos resultam muito escuros e com aromas bastante poderosos (antigamente, mesmo no Dão, a maioria dos vinhos feitos com a Touriga Nacional era quase sutil em aromas, mas isso mudou nos últimos tempos entre os bons produtores), com estrutura capaz de suportar a passagem em madeira e sobreviver ao tempo.
Quando bem-feitos, os vinhos varietais da Touriga Nacional são repletos de aromas de frutas negras, quase em calda e com um toque floral bastante diferenciado – de violetas, por vezes. Em algumas versões, o vinho resultante tem sabores concentrados e frutados, embora em boca seja de boa acidez, taninos elevados e um toque (que pode ou não ser sutil) de especiarias.
A qualidade da moderna Touriga Nacional vem sendo reconhecida também em seu país de origem, e vinhedos da casta vão surgindo em outras regiões, como Alentejo e Estremadura, não apenas para cortes, mas também para varietais de alta qualidade. Com isso, a uva ultrapassou fronteiras e, nas últimas décadas, tem sido cultivada em pequena escala em países do Novo Mundo, como Austrália, Estados Unidos e também no Brasil, onde há vinhos feitos com ela em três diferentes regiões, no Nordeste, na Serra e na Campanha Gaúcha.
Os vinhos Touriga Nacional são bastante elegantes e encorpados, contando com alta complexidade, boa concentração de cor, taninos refinados e um ótimo potencial de guarda.
Tem um nariz mais fechado, apresenta aromas de frutas vermelhas muito maduras que chega a lembrar geleia, notas de chocolate e a típica violeta dada casta Touriga Nacional.
Sabor de tostado com retrogosto de frutas vermelhas, típico da Touriga Nacional.
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Até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre. Santé!
